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O Nintendo Switch foi apresentado e você precisa saber de algumas coisas

GameStoria
há 9 meses2 visualizações
O Nintendo Switch foi apresentado e você precisa saber de algumas coisas
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A espera finalmente acabou! Após meses de rumores e ansiedade, a Nintendo finalmente revelou todos os detalhes do Switch, seu novo videogame que mistura características dos consoles de mesa com aparelhos portáteis. 

De cara, vamos ao mais importante: a data de lançamento foi definida para 3 de março, no mercado norte-americano ele custará US$ 300 e os jogos não terão trava de região (aleluia, Nintendo!). Há, porém, outros detalhes relevantes sobre o aparelho que qualquer interessado precisa saber. Abaixo listamos quatro pontos importantes sobre a novidade. Então não fique de fora!

O que vem no pacote?

O Nintendo Switch foi apresentado e você precisa saber de algumas coisas

Considerando os já citados US$ 300, o comprador leva pra casa: a parte principal do console - ou seja, a tela, que traz toda a unidade de processamento e capacidade de armazenamento de 32GB nativos, podendo ser expandida com cartões de memória; uma base para apoiar a tela, recarregá-la e conectá-la à TV; cabos HDMI e de energia; par de controles Joy-Con e um acessório que permite que eles sejam encaixados e se tornem controles com aspecto mais convencional e sejam carregados; e um par de tiras para prendê-los nas mãos e evitar indesejados acidentes.

Alguns itens podem ser comprados separadamente. E a má notícia é que eles sairão caro. Um controle convencional, chamado Pro Controller, sairá por US$ 70. Um par adicional de Joy-Cons, por US$ 80. Já uma base adicional custará salgados US$ 90.  Ainda não há informações concretas sobre o lançamento do videogame e dos acessórios no mercado brasileiro - a Nintendo não possui representação no país desde o início de 2015, mas a tendência é que ela volte com o novo videogame.

O que eu vou poder jogar no lançamento?

O Nintendo Switch foi apresentado e você precisa saber de algumas coisas

A lista de games já disponíveis no lançamento do console não é muito extensa, mas entre eles está o aguardado The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Haverá ainda Just Dance 2017, o pacote de minigames 1-2-Switch, Skylanders: Imaginators e Super Bomberman R. Os mais saudosistas também poderão adquirir The King of Fighters '98, Metal Slug 3, World Heroes Perfect, Waku Waku 7 e Shock Troopers, games que fizeram sucesso no Neo Geo.

E o Mario? Antes que a resposta tenha alguma piadinha, o encanador bigududo fará sua estreia na novidade por volta de setembro, quando o jogo em mundo aberto Super Mario Odyssey chegará para o console.

Portátil mesmo?

O Nintendo Switch foi apresentado e você precisa saber de algumas coisas

De cara, a resposta mais direta seria "sim". Em sua concepção, o Switch foi criado para ser jogado tanto na tela da TV quanto de maneira portátil, quando os dois Joy-Cons são encaixados na lateral de sua tela, condição na qual a resolução dos games é reduzida de 1080p para 720p - algo pouco perceptível devido ao tamanho da tela de 6,2 polegadas do aparelho. O que pode atrapalhar um pouco a diversão é a autonomia da bateria, que tende a durar entre 2 e 6 horas, dependendo do grau de exigência do game jogado. A boa notícia é que ela pode ser carregada sem a necessidade da base. Fique perto de tomadas, portanto!

Quer jogar online? Terá que pagar!

Como todo console moderno que se preze, o Switch permitirá a disputa de partidas online utilizando redes wi-fi. Essa possibilidade, porém, será paga: a Nintendo foi rasa sobre esse tema, dizendo apenas que a rede do console precisará de uma assinatura e não divulgou o preço. Por outro lado, a haverá games de Nintendinho e Super Nintendo para serem baixados, mas, novamente, a empresa não disse se esses games estarão disponíveis gratuitamente para assinantes e por quanto tempo será possível jogá-los.

Próximo do lançamento, Resident Evil 7 tem tudo para mudar os rumos da franquia

GameStoria
há 9 meses2 visualizações
Próximo do lançamento, Resident Evil 7 tem tudo para mudar os rumos da franquia
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Já se passaram duas décadas desde o lançamento do primeiro Resident Evil, o que aconteceu em 22 de março de 1996. De lá para cá, a franquia ganhou 26 jogos, considerando games canônicos e também aventuras paralelas. Dentre todos esses, porém, Resident Evil 7 tem potencial para dividir com Resident Evil e Resident Evil 4 o posto de episódios que quebraram paradigmas da série e definiram avanços consideráveis para a franquia. 

O jogo, previsto para sair em 24 de janeiro para PC, PlayStation 4 e Xbox One, já representa, de cara, uma novidade: é o primeiro episódio canônico a ter sua jogabilidade totalmente em primeira pessoa. A decisão em utilizar esse tipo de visão dividiu os fãs de longa data, tradicionalmente avessos a mudanças no conceito da série. A boa notícia é que a última grande mudança da franquia - vista em Resident Evil 4, de 2005 - também gerou um "mimimi" dos tradicionalistas à época. E o resultado é que hoje ele é tido como o melhor episódio da série.

Ou seja: nem sempre os fãs têm razão.

Não basta assustar, tem que assustar bem

Próximo do lançamento, Resident Evil 7 tem tudo para mudar os rumos da franquia

A decisão pela troca do esquema de câmera, tradicionalmente em terceira pessoa, gera impactos imediatos. Quem jogou a versão de demonstração pode notar que o game abandonou o viés mais voltado para ação, algo visto especialmente em Resident Evil 5 e Resident Evil 6, para voltar as raízes e fazer algo que os primeiros games da série eram especialistas: assustar.

O novo ponto de vista cria um clima de tensão constante, remontando aos primórdios da série. Da mesma maneira, é de se esperar que os tiroteios se tornem mais raros. Baseando-se no que foi visto até o momento, isso não quer dizer que o confronto com inimigos tenham sido deixado de lado: eles estão lá e provavelmente irão te surpreender nas horas mais impróprias. 

Outro fator que parece claro é retorno da exigência de se gerenciar muito bem os itens carregados. O fato do protagonista não ser um militar treinado ou algum tipo de agente também contribui para a sensação de que a morte espreita em cada canto da mansão decrépita da família Baker.

E quem, ainda assim, achar que o jogo não assusta, poderá experimentá-lo em realidade virtual. Inicialmente, essa opção só vale para quem tem um PlayStation 4 e o acessório PlayStation VR. A opção deverá chegar ao PC futuramente. Quero ver dormir à noite...

Elementos tradicionais

Resident Evil 7 deverá romper com diversas tradições da série, mas alguns pontos clássicos serão mantidos. A cura do personagem, por exemplo, será feita por meio de ervas. Também existirão salas seguras, nas quais é possível ficar sem ser atacado por inimigos.

Abandonar o excesso de ação visto nos games mais recentes também abre espaço para o retorno de quebra-cabeças. Os games clássicos da série - em especial os três primeiros - envolviam idas e vindas pelo cenário para encontrar meios de abrir portas ou superar obstáculos. É algo que tende a agradar os fãs mais antigos e motivar a exploração e descoberta de segredos pelo cenário.

E a história?

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Esse é o ponto que permanece mais nebuloso. Pouco se sabe sobre a origem do protagonista ou da assustadora e nojenta família Baker, cujos integrantes têm uma espécie de poder obscuro que lhes garante resistência e força sobre-humanas. É de se esperar revelações bombásticas no meio da trama, portanto.

Haverá, claro, uma ligação com os demais acontecimentos da série e a presença de armas biológicas, personificadas por zumbis, ganados, majinis e outras criaturas no decorrer dos anos. Enquadrar os inimigos de Resident Evil 7 em uma dessas categorias ainda é um exercício de futurologia: a Capcom, produtora da série, tem mantido esse tipo de informação sobre total sigilo.

Valerá a pena?

Essa é a pergunta do milhão. Se juntarmos tudo que a Capcom mostrou até o momento, Resident Evil 7 é, no mínimo, promissor. O jogo certamente reunirá críticas, coisas como "Resident Evil morreu" ou o clássico "bom era na minha época" devido às novidades apresentadas, mas tem tudo para divertir - e assustar - quem estiver disposto a encará-lo. No final da conta, com o sucesso comercial ou não do jogo, há de se elogiar a ousadia da Capcom em trazer novidades para esse verdadeiro campo minado que é a série Resident Evil.

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