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Realidade virtual nos games empolga até você ver a conta

GameStoria
há 10 meses1 visualizações
Realidade virtual nos games empolga até você ver a conta
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Uma das grandes lembranças de 2016 entre os gamers será a aguardada chegada da realidade virtual (VR) para PCs e consoles. Após anos ensaiando esse passo, a indústria de games finalmente pode contar com dispositivos capazes de levar a imersão em um game até níveis nunca antes vistos. 

Seguindo o movimento feito pela Samsung no final de 2015 com o lançamento do Gear VR, um visor que utiliza celulares da marca para criar um ambiente em VR, a Oculus lançou seu Oculus Rift em 28 de março deste ano, poucos dias antes da HTC colocar no mercado o Vive, em 5 de abril. Ambos dividiriam a preferência dos usuários de PC interessados em experimentar a nova tecnologia. Posteriormente, em 13 de outubro, seria a vez do PlayStation 4 receber o PlayStation VR, sua versão de óculos de realidade virtual.  

Passados esses meses, restam algumas perguntas "A tecnologia vingou?" ou ainda "Há muitos games que se aproveitam dela?" são duas, mas a principal de todas é: "Vale a pena?".

Prepare o bolso

O primeiro aspecto que chama a atenção desses acessórios é o preço cobrado. No caso do Rift, ele sai por US$ 600 em seu pacote mais simples. O Vive é mais caro: US$ 800, sendo que o adicional é "culpa" de uma quantidade maior de sensores responsáveis por rastrear a posição do usuário.

Como se o preço cobrado pelos dois aparelhos já não fosse suficientemente alto, eles exigem uma máquina considerável para funcionar. Ou seja: qualquer coisa inferior a um PC com processador Intel Core i5, uma placa de vídeo Nvidia GTX 970 ou AMD 290 e uns bons 8 GB de RAM precisará passar por uma boa atualização. E essa configuração citada é a mínima.

Sim, quem quiser desfrutar da realidade virtual terá que ter um PC de ponta e isso, como sabemos, custa caro. Nesse sentido, o PlayStation VR é mais econômico: uma vez que o jogador tenha um PS4 convencional, os US$ 400 cobrados pelo visor de realidade virtual bastam para que ele seja usado. O PS4 Pro ainda oferece um desempenho melhor para esse tipo de uso, porém ele não é, necessariamente, obrigatório para o uso do PS VR.

Ah, e não podemos esquecer de outro ponto: espaço. O PS VR tende a funcionar bem mesmo em espaços reduzidos, mas essa situação se inverte totalmente com o Oculus Rift e, principalmente, o HTC Vive. Ambos exigem uma sala relativamente espaçosa - no caso do aparelho da HTC, é preciso espalhar sensores pelo local.

Resumindo: é uma brincadeira para poucos.

Ainda é limitado

Em um primeiro momento, a realidade virtual empolga pela já citada imersão. É preciso, porém, considerar a sua real utilidade.

Basicamente, jogos que não utilizem visão em primeira pessoa tendem a ter um benefício mínimo dessa tecnologia. Não faria muito sentido jogar um game como Super Mario em VR - a experiência da Nintendo como o portátil 3DS já mostrou que alterações do tipo não agradam a todos. Já games como Resident Evil VII, que terá suporte ao PS VR e, futuramente, ao Oculus Rift, se aproveitam muito melhor dessa imersão extra, fazendo com que o impacto da realidade virtual seja mais sentido.

Essa utilidade limitada acaba se refletindo na oferta de games, igualmente restrita no momento. Ainda não dá para dizer que há games imperdíveis, apesar de existir alguns bons jogos que merecem sua atenção. Abaixo estão listados alguns.

A realidade virtual demorou, mas chegou. O mercado já está cheio de boas opções para o usuário mergulhar nesse mundo. Desde o Oculus Rift até o HTC Vive, passando pelo Playstation VR e incluindo todos

Por ora, a resposta para a pergunta sobre valer ou não a pena investir nessa tecnologia é: depende. É improvável que ela se torne um fiasco, mas ainda encontra-se em um estágio um tanto incipiente e, como é padrão nestes casos, o preço a se pagar ainda é alto. Por ora, ela é indicada para quem é fanático por novidades tecnológicas e, principalmente, está com grana sobrando.

Pokémon GO ganha novos monstrinhos, mas isso ainda importa?

GameStoria
há 10 meses1 visualizações
Pokémon GO ganha novos monstrinhos, mas isso ainda importa?
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Não é exagero dizer que julho foi o mês mais importante do ano para os games. Goste ou não da franquia Pokémon, esse mês marcou o lançamento de Pokémon GO para celulares e tablets e o que se viu na sequência foi uma febre mundial: milhões de pessoas saíram às ruas para, finalmente, realizar o sonho de caçar monstrinhos no mundo real.

A empolgação inicial, porém, passou por um esperado esfriamento e o que temos hoje é a seguinte situação: mesmo com atualizações constantes da produtora Niantic, o jogo perdeu milhões de usuários diários. Estima-se, porém, que ele ainda renda algo entre US$ 1 e 2 milhões para a sua produtora diariamente, número longe de ser considerado fraco. 

Novidades insuficientes, mas há solução

Nesses seis meses, o game mudou consideravelmente, tendo ganhado novas funções e, agora em dezembro, os primeiros Pokémon de segunda geração. A expectativa é que esses monstrinhos, que apareceram inicialmente nos games Pokémon Gold & Silver, lançados para Game Boy em 1998, cheguem aos poucos ao jogo de celular. Por ora, apenas alguns deles apareceram no jogo e sempre como resultado de um ovo chocado. 

No último mês, por sua vez, o game passou a recompensar quem jogasse diariamente, dando bônus de experiência e outros itens para o primeiro monstro capturado durante o dia e também para quem pegasse um Pokémon por dia durante uma semana. Somam-se a isso pequenas mudanças no sistema de batalha em ginásios, assim como facilidade para capturar monstros de determinado tipo conforme o jogador obtém as - até então, inúteis - medalhas.

O ponto central de críticas em relação ao game, porém, ainda não foi resolvido. Trata-se da possibilidade de jogadores se enfrentarem sem, necessariamente, estarem em um ambiente de ginásio para tal. Além de capturar Pokémon, um dos pontos centrais da franquia são as batalhas - tão bem emuladas nos jogos da série para portáteis da Nintendo e elemento central do anime que ainda faz bastante sucesso.

A Niantic já afirmou, vez ou outra, que esse sistema de batalha direta entre jogadores - algo oposto do que ocorre no multiplayer assíncrono das lutas em ginásios - está nos planos da companhia para o game. A produtora, porém, não revelou datas, tampouco detalhes sobre esse sistema.

Pokémon GO ganha novos monstrinhos, mas isso ainda importa?

Uma vez confirmada e lançada, essa novidade parece ser a única capaz de fazer o grande público - afinal, é de se imaginar que fãs de carteirinha continuaram jogando o game - retomar seu interesse pelo jogo e voltar a circular por ruas e parques em busca de monstros mais fortes. Sem isso, ao que parece, a Niantic poderá lançar novos monstros, dar diversos bônus e introduzir dezenas de novidades que, mesmo assim, Pokémon GO dificilmente chegará próximo das suas (breves) semanas de glória. 

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