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Tem um Xbox One e não jogou Rise & Shine? Você não sabe o que está perdendo

GameStoria
há 7 meses14 visualizações
Tem um Xbox One e não jogou Rise & Shine? Você não sabe o que está perdendo
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O ano para os donos de Xbox One pode não ter começado da maneira mais agitada. Além de Halo Wars 2, game de estratégia baseado no universo da famosa franquia de jogos de tiro, há pouco em termos de novidades exclusivas ou games com nome de peso. Isso não quer dizer, porém, que não existam jogos bons que chegaram ao console nesse período.

Um deles praticamente passou despercebido. Trata-se de Rise & Shine, um game da Adult Swim Games que saiu no já distante 13 de janeiro deste ano, também com versão para PC. Nele, o jogador controla Rise, um garoto que vive em um lugar chamado Gamearth. Como o nome já deixa claro, trata-se de um planeta recheado de referências ao mundo dos games.

Tudo estaria bem se não fossem os alienígenas chamados Space Grunts, que invadiram e tocaram o terror no local. A esperança de Gamearth seria o Legendary Warrior, um guerreiro que lembra bastante Link da série Zelda, mas que acaba sendo morto em meio aos ataques alienígenas. O herói, porém, entrega para Rise um revólver lendário, chamado Shine. E dá uma missão ao garoto: derrotar os aliens. 

O lado bom é que Shine acaba ganhando um poder: vidas infinitas. Assim, é possível refazer determinadas porções das fases caso o jogador morra para determinados inimigos. E, acredite, você vai morrer. Muito.

Difícil na medida

A grande sacada de Rise & Shine é a sua dificuldade. O game, em si, não é difícil de maneira grosseira, cabendo ao jogador adotar estratégias para avançar. Com algumas tentativas, partes recheadas de inimigos e com tiros vindos de todos os lados acabam sendo superadas, eventualmente. 

Nesse quesito, as habilidades do revólver Shine são extremamente úteis. Há tipos diferentes de tiros, cada um com suas propriedades e utilidades. Eles podem ser mais efetivos contra determinados inimigos ou, então, usados para resolver quebra-cabeças, com soluções bem inteligentes e que vão exigir raciocínio lógico do jogador. 

O visual do game privilegia ambientes coloridos e um estilo cartunesco. Engana-se, porém, quem pensa que a aparência é a de um game infantil: sobra sangue e membros voando a cada inimigo atingido. É um contraste interessante entre uma estética colorida e supostamente infantil com uma abordagem bem adulta. 

Os comandos também funcionam bem e você vai utilizar a alavanca direita do direcional analógico para mirar os tiros de Shine, o que acaba sendo meio complicado de início, mas melhora com a prática. De maneira geral, não há comandos complicados e o game aposta bastante na simplicidade.

Há também um outro aspecto de Rise & Shine que merece destaque: seu preço. No Xbox One, ele sai por R$ 29. A versão para PC, por sua vez, pode ser adquirida no Steam por R$ 27,99.

Bem nas vendas, Nintendo Switch divide opiniões da crítica especializada

GameStoria
há 8 meses107 visualizações
Bem nas vendas, Nintendo Switch divide opiniões da crítica especializada
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Deve demorar ainda um bom tempo para que tenhamos o Switch à venda de forma oficial no Brasil. Com a Nintendo fora do país desde 2015, quem quiser o aparelho por aqui precisa recorrer a importadores independentes ou, ainda, aproveitar alguma viagem ao exterior e trazer o videogame - ou contar com a boa vontade de amigos ou parentes para isso. Ou seja: colocar as mãos na caixa da foto aqui em cima não é algo tão simples no momento.

Fato é que, em boa parte dos locais onde o Switch foi lançado oficialmente (casos de Estados Unidos, Japão e boa parte da Europa) em 3 de março, o console tem feito um sucesso estrondoso nesse primeira dia de vendas. No Japão, já é o recordista de vendas em um lançamento desde o Wii. Na Europa, é o maior lançamento da história da Nintendo. Nos EUA, ele superou o começo do Wii. 

Há diversas razões para a empolgação, em especial após o tropeço gigante que foi o Wii U. Com o acesso ainda restrito ao aparelho e o alto preço cobrado por ele no Brasil - algumas lojas chegam a pedir R$ 3 mil pelo console, valor muito superior à conversão para reais dos US$ 300 o que daria algo em torno de R$ 930 na data de publicação desse texto -, obter qualquer informação sobre o Switch é útil. E, por enquanto a mídia especializada estrangeira parece ser o melhor caminho para isso. 

De maneira geral, sites como Kotaku, Game Informer, Polygon, Destructoid e GameSpot elogiaram o fator inovação do aparelho - algo no qual a Nintendo é especialista, diga-se -, em especial a possibilidade de utilizá-lo como um portátil ou um console de mesa. 

Essa característica, segundo o Kotaku, abre possibilidades como a criação de redes para partidas multiplayer sem precisar de acesso a Internet para tal - uma vez que o Switch pode formar redes de até oito aparelhos conectados.

A qualidade da tela do aparelho e sua sensação de robustez também foram pontos praticamente unânimes a merecerem elogios pelos jornalistas do exterior.

Nem tudo é perfeito

Os jornalistas que avaliaram o aparelho, porém, não se limitaram a elogios. Entre as principais críticas, o tamanho dos comandos dos controles Joy-Con merece destaque à parte. Com botões próximos e tamanho pequeno, manejar o aparelho por muito tempo tende a ser tarefa cansativa, segundo os jornalistas.

A situação melhor com o suporte que vem junto com o Switch e permite tranformar os dois Joy-Cons em algo mais próximo de um controle padrão. A situação, porém, só é totalmente resolvida com a compra de um Pro-Controller, acessório vendido por salgados US$ 70.

Outro aspecto bastante criticado pelos avaliadores diz respeito à falta de informações sobre os serviços online do videogame e também a ausência, até o momento, de aplicativos como o Netflix, que poderiam dar outros usos ao Switch além dos games.

Por falar em games, ao menos por enquanto a lista do Switch é bastante restrita. Alguns dirão que The Legend of Zelda: Breath of the Wild por si só já basta - e com certa razão, já que o game é fantástico -, mas a falta de uma quantidade considerável de games, em especial de produtoras terceiras, preocupa. Basta lembrar que a falta de apoio das chamadas "third parties" foi uma das principais razões do fracasso do Wii U. 

Por ora, recomendar a compra de um Switch passa por um sonoro "depende". Comprar o aparelho no Brasil tende a sair bem caro neste primeiro momento, sendo que a tendência é que esse valor caia após o furor inicial passar. Por outro lado, quem é fã da Nintendo e está disposto a gastar um pouco mais tende a se divertir de montão com a novidade. Nesse segundo caso, o Switch é compra mais do que certa.

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