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Os vovôs: conheça 5 games que definiram estilos jogados até hoje

GameStoria
há 10 meses89 visualizações
Os vovôs: conheça 5 games que definiram estilos jogados até hoje
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Um dos pontos mais críticos dos games hoje em dia é a inovação. Criar algo novo é uma tarefa complicada quando envolve uma indústria de cerca de quatro décadas de existência e baseada na relação entre tecnologia e criatividade.

Mais complicado ainda é redefinir gêneros quando alguns games fizeram tão bem essa tarefa - seja criando uma categoria própria ou executando ideias já existentes de forma excelente. Abaixo listamos alguns casos de jogos que, lançados há 20 ou 30 anos, cumpriram sua função tão bem que influenciam produções até hoje. Confira!

1 - Super Mario Bros.

Presente inicialmente no game Donkey Kong, de 1981, e depois em Mario Bros., de 1983, o encanador bigodudo Mario foi fazer sucesso com Super Mario Bros., jogo lançado em 1985 para o Nintendinho. E mais do que isso: esse jogo definiu o gênero de aventura em plataforma, com elementos vistos em diversos games até os dias de hoje - como a mecânica de pular na cabeça dos inimigos para atingi-los, a progressão por fases, "chefões" no final de uma sequência de estágios etc. Um clássico, sem sombra de dúvida.

2 - Final Fantasy 

A série Final Fantasy debutou em 1987 e foi a principal franquia responsável pela popularização dos RPGs nos videogames. Longe de ser o primeiro game no estilo, ele trouxe novos elementos como a visualização dos personagens em batalhas (o primeiro game da série não usava uma visão em primeira pessoa, padrão para RPGs à época), evolução dos personagens por meio de atributos como força e vitalidade (introduzida em Final Fantasy II, em detrimento à aquisição de experiência de forma geral) e uma história focada no desenvolvimento dos personagens e com tons dramáticos. São itens importantes e que acabaram se espalhando para games que não são, necessariamente, RPGs.

3 - FIFA Soccer 95

Lançado em 1994 exclusivamente para Mega Drive, FIFA Soccer 95 foi o segundo jogo da série de games de futebol e marcou o gênero pela quantidade de times e a inclusão de clubes - inclusive brasileiros! Ele utiliza diversos elementos vistos em FIFA International Soccer, como a visão isométrica - algo inovador à época, quando games tinham ou visão lateral ou superior -, assim como uma jogabilidade precisa e que permitia a utilização de táticas bem definidas. Também foi o primeiro da série a ter o ano no título, o que virou tendência entre os games esportivos e abriu espaço para o lançamento de versões anuais.

4 - Street Fighter II

Até o lançamento de Street Fighter II, em 1991, games de luta eram um tanto obscuros e, quando o assunto era "descer a porrada" em adversários, perdiam bastante em popularidade para games beat'em up, como o famoso Final Fight. Foi com a chegada do segundo capítulo da série Street Fighter que isso mudou. Personagens carismáticos, apuro técnico - cenários, lutadores e efeitos sonoros eram revolucionários à época - e uma jogabilidade precisa e bem variada elevaram o nível das produções do gênero. O resultado foi uma avalanche de jogos do gênero, a criação de campeonatos e também a popularização de arcades em diversos lugares, como o Brasil, onde máquinas de jogos do gêneros eram encontradas nos locais mais diversos, de botecos sujos até shopping centers.

5 - Wolfenstein 3D

Lançado para computadores em 1992, Wolfenstein 3D é considerado o "pai" dos jogos de tiro em primeira pessoa (FPS). Apesar do nome, o jogo não usa exatamente gráficos 3D como estamos acostumados hoje, mas sim ambientes que utilizam uma variação de campos de visão para criar o efeito. Os inimigos, por sua vez, são em 2D. Apesar dessa limitação técnica, muito do que foi visto nesse game permanece nos FPS atuais (como parte da arma aparecendo na tela, por exemplo). Juntamente com Doom, de 1993, Wolfenstein 3D fundou aquele que é, provavelmente, o estilo de game mais popular do momento.

Novas edições de Nintendinho e Mega Drive são tentações (quase) irresistíveis

GameStoria
há 10 meses63 visualizações
Novas edições de Nintendinho e Mega Drive são tentações (quase) irresistíveis
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Primeiro foi a Nintendo com o anúncio do NES Classic. Depois, a brasileiríssima Tec Toy - que por anos foi sinônimo de Sega no país - veio a público divulgar planos para uma reedição do Mega Drive. Apesar de aparelhos de eras e capacidades distintas, ambos têm algo em comum: eles são muito tentadores para quem começou a vida de gamer entre os anos 1980 e 1990.

Em primeiro lugar, é bom deixar claro: tanto o NES Classic quanto o "novo" Mega Drive são compras puramente emocionais: os jogos continuarão com o aspecto datado e, em alguns casos, a impossibilidade de replicar componentes dos aparelhos feitos naquela época faz com que algumas características, como o som, fique pior do que o original. 

Posto isso, resta a dúvida: o que esses aparelhos são exatamente?

Começaremos a responder essa pergunta pelo NES Classic. Primeiramente, vale deixar claro que esse videogame, na verdade, funciona por meio de emulação. Ou seja: não há praticamente nada de hardware original nele. Obviamente que, por se tratar de um produto original, nenhum dos 30 jogos que acompanham o videogame terão problemas para funcionar.

Por falar em jogos, não há formas de ampliar a biblioteca do NES Classic. A lista, que pode ser vista no site oficial do aparelho (aqui em cima), tende a agradar gregos e troianos, mas considerando um console como o NES e sua vasta biblioteca, é natural que haja ausências. Os controles, por sua vez, são os mesmos - incluindo os conectores - do console original, que fez fama durante os anos 1980. Já a conexão com a TV é feita por meio de cabo HDMI, um dos pontos altos do aparelho.

Há, porém, um lado bem ruim: por ora, o NES Classic não é vendido no Brasil. Você até pode pensar em pedir para aquele conhecido ou parente firmeza que viaja direto para o exterior (em especial os Estados Unidos) trazer um para você, mas aí entra outra notícia ruim. Um misto de sucesso absurdo com poucas unidades disponíveis fizeram com que o aparelho se esgotasse até mesmo por lá. Quando ele voltar a ser vendido, porém, o preço é convidativo: US$ 60.

A volta do Mega Drive

Os gamers brasileiros, por sua vez, terão uma outra opção para relembrar sua infância. Trata-se da reedição do Mega Drive, prevista pela Tec Toy para junho do ano que vem. Ao contrário do NES Classic, esse videogame não funcionará como um emulador, adotando um hardware próprio que nada mais é do que uma versão simplificada do conteúdo do Mega Drive original - é de se esperar, porém, perda de qualidade em som, uma vez que o chip próprio para essa função é impossível de ser replicado e não está incluso no videogame. No momento, o aparelho encontra-se em pré-venda por R$ 400, preço um tanto salgado que ficará ainda maior uma vez que ele for lançado: R$ 450.

O novo Mega, porém, tem alguns trunfos: ele terá 20 jogos na memória - veja no site oficial da Tec Toy, acima -, além de aceitar cartuchos originais (coisa que o NES Classic não faz) e cartões SD. É uma boa oportunidade de achar aquela "fita" perdida no armário, dar uma boa assoprada e reviver os bons tempos. Além disso, ele também acompanha um controle de três botões original do aparelho.

Além do preço salgado, outro lado ruim é que ele não terá saída HDMI, o que melhoraria a qualidade de imagem em TVs modernas. O tradicional - e antiquado - cabo de vídeo composto fará a função de conectar o aparelho à TV.

Vale a pena?

Como dito, tanto NES Classic quanto o novo Mega Drive apelam para o saudosismo dos jogadores e, por mais que se aproximem dos aparelhos originais, tendem a ter uma qualidade um pouco inferior.

Hoje, as alternativas para quem quer jogar games antigos se resumem a duas: comprar um console original - e pagar caro por isso, dada a raridade desses aparelhos - ou utilizar emuladores, o que, via de regra, é ilegal. Basicamente, o que as duas novidades fazem é simplificar o acesso a games antigos e, considerando isso, sua chegada é mais do que bem-vinda.

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