Retrô é hype
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Retrô é hype
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Retrô é hype
ic-spinner
Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

Vídeo mostra como derrotar inimigos "imortais" de Super Mario World

GameStoria
há 9 meses104 visualizações
Vídeo mostra como derrotar inimigos "imortais" de Super Mario World
Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸

Lançado em 1990, Super Mario World foi uma espécie de carta de apresentação do Super Nintendo, o aguardado sucessor do Nintendinho. Tanto que o game foi um dos títulos disponíveis no lançamento do console e chegou a fazer parte do pacote do console.

De cara, o jogo representava um avanço absurdo em relação a "Super Mario Bros. 3", tanto em visual quanto em som e mecânicas de jogo. Enfim, a ideia aqui não é falar de um game que provavelmente você conhece bem. Mas sim de algo relacionado a ele que pouca gente sabe. 

Vídeo mostra como derrotar inimigos "imortais" de Super Mario World

Quem jogou Super Mario World certamente lembrará das Ghosts Houses. E há boas chances de elas serem as fases mais odiadas do jogo, capazes de traumatizar crianças com sua música assustadora ou deixar o pessoal mais velho de cabelo em pé com as diversas saídas possíveis.

Nelas, os inimigos são fantasmas imortais - ok, foi uma frase estranha. Mas, basicamente, ao encostar neles, Mario ou Luigi acabam sofrendo dano. Um dos maiores problemas é, justamente, a presença de um fantasma gigantesco, chamado Big Boo. Ele costuma ficar no meio do caminho, sempre avança quando você dá as costas para ele e é uma constante razão de mortes estúpidas. Tudo porque, assim como os fantasmas menores, ele é impossível de ser derrotado...

Na verdade, era. Para isso, basta que Mario ou Luigi acertem uma "bundada" no fantasma. Esse movimento ocorre quando os personagens estão descendo uma ladeira e o jogador aperta o direcional para baixo. O resultado pode ser visto no gif abaixo, originalmente publicado no site Super Mario Broth ( https://goo.gl/Qjuyjh ). 

Não demorou muito para que a "super bundada" de Mario fosse testada em outras situações.

E ideias similares fossem usadas em outros games da série, como em Super Mario Bros. 3.

Pelo visto os mais de 26 anos desde o lançamento do game não foram suficientes para que todos os seus segredos fossem revelados. Será que Super Mario World ainda reserva surpresas depois de todo esse tempo?

Um E.T. quase acabou com a indústria de videogames dos EUA

GameStoria
há 10 meses90 visualizações
Um E.T. quase acabou com a indústria de videogames dos EUA
Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸

Pode parecer estranho (e até certo ponto, é), mas a maior ameaça que a indústria norte-americana de videogames sofreu nessas mais de quatro décadas de existência não teve origem terrestre. Na verdade, ela veio de um planeta distante e só queria voltar para casa...

Brincadeiras à parte, a história que cerca o lançamento do jogo E.T. the Extra-Terrestrial para o saudoso Atari 2600 é bastante curiosa, apesar do fim trágico. 

A ideia, obviamente, era se valer do sucesso que vinha sendo alcançado pelo filme de Steven Spielberg, lançado nos Estados Unidos em junho de 1982. Uma rápida negociação foi feita para obter a licença de produção e, no final de julho daquele ano, a luz verde havia sido dada para o seu desenvolvimento.

Um E.T. quase acabou com a indústria de videogames dos EUA

Aí começou o inferno pessoal do programador Howard Scott Warshaw. Pressionado para fazer com que o jogo estivesse pronto e nas lojas durante o período de festas daquele ano, ele teve apenas cinco semanas e meia para sua produção. Ok, jogos de Atari eram relativamente simples, mas ainda assim, o prazo uma "um pouco" apertado além da conta, mesmo em uma época na qual o controle de qualidade dos jogos para a plataforma era algo quase que inexistente.

O resultado foi um jogo com mecânicas próximas do que se vê no filme. Basicamente, o jogador controla o inofensivo E.T. e tem a missão de explorar estágios em busca de peças de um telefone que permitirá ele entrar em contato com o seu planeta - e voltar para lá. Esse design, contudo, não agradou tanto Spielberg, que havia sugerido algo mais próximo do visto em jogos como Pac-Man.

Um E.T. quase acabou com a indústria de videogames dos EUA

A Atari investiu US$ 200 mil para a produção do jogo e, uma vez pronto, a empresa decidiu dispensar um teste de audiência devido ao prazo apertado.

O começo do fim

Os problemas do game começaram antes mesmo de ele ser lançado: varejistas, inicialmente, encomendaram um grande número de cópias. Boa parte desses pedidos, porém, foram cancelados, o que fez com que a companhia produzisse mais do que, efetivamente, venderia.

Inicialmente, o jogo até que vendeu bem, algo em torno de 1,5 milhão de cópias. Isso seria ótimo se a Atari não tivesse fabricado "um pouquinho" a mais do que deveria: com as grandes - e, posteriormente, canceladas - encomendas iniciais, a empresa tinha feito cerca de 4 milhões de cartuchos. Apesar do bom desempenho inicial, o jogo acabou encalhado nas lojas. Estas, por sua vez, precisaram vender as unidades que possuíam com descontos cada vez maiores e arcar com o consequente prejuízo.

Lembram daquele 1,5 milhão de cópias vendidas? Então, esse número, na verdade, caiu para cerca de 500 mil, uma vez que algo em torno de 1 milhão de cópias foram devolvidas pelos consumidores que não gostaram - com razão - do jogo. Esse fato, somado à crescente concorrência de empresas estrangeiras no mercado de games dos EUA, gerou um efeito cascata de prejuízos, envolvendo inicialmente a Atari, quem em 1984 acabou sendo dividida e vendida; a Warner, cujas ações caíram o suficiente para ela perder mais de US$ 1 bilhão em poucos dias; e empresas que produziam games, como a Activision.

Um E.T. quase acabou com a indústria de videogames dos EUA

Pouco menos de um ano após o lançamento do jogo, diversos caminhões foram vistos nas imediações de El Paso, onde a Atari tinha um galpão. Eles levavam cartuchos do game - e também de outros jogos para o videogame - que foram destruídos e enterrados em um aterro próximo à cidade. Essa história, inicialmente tida como lenda urbana, foi assunto de um documentário chamado Atari: Game Over, que está disponível para ser assistido por assinantes da Netflix.

Já a recuperação do mercado norte-americano de videogames foi ocorrer alguns anos depois, com a chegada do Nintendinho por lá. Com um lançamento um tanto "sorrateiro" em Nova York, no ano de 1985, o console japonês ficou extremamente popular no país em 1987 e ajudou a reerguer uma indústria tida como morta por lá. 

Você leu a pasta de história
Story cover
escrita por