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Cinco heroínas maravilhosas de ação antes de Jessica Jones

Sheila Vieira
há 2 anos93 visualizações
Cinco heroínas maravilhosas de ação antes de Jessica Jones
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Assinei o serviço da Netlflix há pouco mais de um mês, mas ainda não tinha conferido nenhuma das séries do catálogo. A escolhida para ser a primeira foi “Marvel – Jessica Jones”, pois ouvi falar de como o seriado usava o vilão manipulador de mentes como uma analogia a relacionamentos abusivos. Em um ano com muita discussão sobre a necessidade de a ficção ter mais heroínas (e vemos o esforço da Marvel nesta direção), Jessica Jones é uma versão lapidada de diversas protagonistas femininas de programas ação antigos da televisão. Vamos ver se você lembra das mesmas que eu:

Buffy Summers, de “Buffy – A Caça Vampiros”

Nem é preciso dizer o quanto “Buffy” foi um marco na cultura pop na virada do milênio (mais precisamente, entre 1997 e 2003). A personagem criada por Joss Whedon e interpretada por Sarah Michelle Gellar subverteu o clichê da garotinha loira do colegial: ao invés de vítima dos perseguidores nos filmes, Buffy era quem caçava as forças do mal!

Todas as clones, de “Orphan Black”

Único seriado da minha lista que ainda está no ar, “Orphan Black” conta a história de várias mulheres que são clones e não se conheciam, mas se unem para combater os cientistas que querem fazer experimentos em seus corpos. Afinal, já que eles as criaram, eles acham que têm direito sobre seus úteros. Não preciso desenhar a metáfora, certo? Ainda por cima, a Tatiana Maslany é uma atriz maravilhosa e todos que reclamam quando ela não é indicada a algum prêmio estão absolutamente CORRETOS.

Sydney Bristow, de “Alias”

Criada por J.J. Abrams, o diretor do novo Star Wars, “Alias” foi ao ar entre 2001 e 2006, e era uma mistura de "24 Horas" com "Buffy". Sydney Bristow é uma excelente agente de campo (uma James Bond feminina, eu diria) que tem o seu noivo assassinado por seu chefe e descobre que a unidade em que trabalha não é uma divisão da CIA, como ela e seus colegas acreditavam, mas sim uma célula de uma organização terrorista. Sydney também foi manipulada pelos homens de sua vida e teve um óvulo retirado de seu corpo sem sua permissão. O papel deu a Jennifer Garner o Globo de Ouro de Atriz Dramática em 2002 e a série nos deu este grande momento:

WHAT WAS WRONG WITH THE BLACK ONE?

Xena, de “Xena: A Princesa Guerreira”

A personagem de Lucy Lawless apareceu primeiramente na série “Hércules” como uma vilã, mas fez tanto sucesso com o público que acabou não só virando uma heroína, mas tendo seu próprio programa (de 1995 a 2001). A guerreira da Grécia Antiga decide fazer o bem para se redimir dos assassinatos que cometeu no passado, e conta com a ajuda da fiel amiga Gabrielle, uma das melhores amizades femininas da história da TV! Não negue, você sonhou em ser a Xena quando criança!

Mulher-Maravilha

Bem, eu não poderia fazer este texto sem citar a pioneira, certo? Criada por William Marstom para a DC Comics, a Mulher-Maravilha é o tipo de ícone que dispensa qualquer tipo de apresentação (e eu falharia eu qualquer uma delas, já que não sou geek o suficiente). A série de TV clássica foi ao ar entre 1975 e 1979 com a atriz Lynda Carter fazendo essas coisas maravilhosas:

Menção honrosa e “anti-imperialista”:

Então, quem já viu “Jessica Jones” consegue enxergar influências dessas personagens que eu citei? Alguma omissão da lista te deixou furioso? Você vê uma evolução das heroínas em relação a uma representação cada vez menos estereotipada das mulheres? Sinta-se livre para continuar a discussão!

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giucarpes
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