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Começaram as batalhas no The Voice! Relembre os duetos mais épicos.

Sheila Vieira
há 2 anos13 visualizações

A fase mais legal do The Voice começou nesta semana, com as batalhas! Os duetos, em que os candidatos cantam juntos, mas ao mesmo tempo brigam para mostrar quem tem a maior voz, acabam resultando nas apresentações mais épicas do programa da NBC. Vamos então relembrar as mais marcantes? Aumente o volume!

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Começaram as batalhas no The Voice! Relembre os duetos mais épicos.

Quando você junta uma música maravilhosa, como "Ain't No Mountain High Enough", com uma cantora incrível e um artista performático e carismático, não tem como errar. Pharrell acabou escolhendo Mark Hood (errado) e não havia mais "roubos" para Celeste ir para outro coach. A produção fez uma "boninhada" e a trouxe de volta nos shows ao vivo. 

Para quem acha que os cantores do The Voice gritam demais, um bom contraponto é este dueto de Christina Grimmie e Sam Behymer em "Counting Stars". Sam tenta berrar um pouco além do que a música pede e Adam Levine fez a escolha certa ao preferir a baixinha, que depois mostrou que também tinha uma voz potente e chegou à final.

Voltemos então à gritaria, de altíssimo nível. Sisaundra Lewis foi uma das vocalistas mais potentes que o programa já teve e alcançou uma série de notas impossíveis em "It's a Man's, Man's, Man's World", sem esquecer a elegância no palco. Porém, Biff Gore também cantou demais e encheu a apresentação de carisma. Blake Shelton ficou com a grande voz, mas nós podemos ouvir este dueto para sempre!

Agora temos dois cantores de soul pop interpretando a linda música "Signed, Sealed, Delivered, I'm Yours". Delvin Choice e Josh Kaufman deram uma aula de como tratar um clássico com respeito e carinho e até fizeram um "drop mic" no final. Adam Levine escolheu Delvin e acabou permitindo que Usher roubasse Josh, que acabou sendo o campeão da temporada.

Novamente, dois homens sem medo de serem vulneráveis. Luke Wade e Griffin cantaram "Maybe I'm Amazed" e obviamente o primeiro venceu, por ser um cantor muito superior. Por mais que uma versão só de Luke tivesse sido melhor, temos que reconhecer o esforço de Griffin com aqueles falsetes no final.

Jordan Smith praticamente não deu passos em falso na nona temporada, mas seu favoritismo quase ficou em risco após o dueto com Regina Love em "Like I Can". A cantora tinha mais alcance, mas Adam Levine apostou em Jordan e acertou, já que ele venceu o programa. Regina foi salva por Gwen Stefani, mas naufragou logo no começo dos shows ao vivo, desafinando incrivelmente com "Hello", da Adele.

Que tal uma apresentação sem notas absurdamente altas, mas extremamente afinada e divertida? Menlik Zergabachew e Troy Ritchie estavam mais preocupados em fazer um dueto legal do que chamar a atenção dos coaches e mandaram muito bem.

Toda temporada tem alguém cantando "If I Ain't Got You", da Alicia Keys, mas a apresentação mais legal foi de Mayia Sikes e Elyjuh René. Nenhum dos dois foi muito longe no time de Pharrell, no entanto.

"Stay" é outra figurinha carimbada no The Voice e a melhor versão é de India Carney e Clinton Washington, do time de Christina Aguilera. Muita nota alta, muito melisma e dramaticidade, assim como Xtina gosta. 

Eu não poderia fechar esta lista sem colocar minha cantora favorita de todas as edições de The Voice, Kimberly Nichole. Provocativa, como sempre, ela provou a cada fase que não era necessário fazer cara de choro para ser uma diva. Pharrell tomou mais uma decisão errada ao escolher o Lowell Oakley, porque sabia que alguém roubaria Kimberly e os dois permaneceriam no programa. Sorte de Christina Aguilera.

#thevoice #adamlevine #pharrell #christinaaguilera #battlerounds

Grande figura de “Breaking Bad” aparece no novo episódio de “Better Call Saul”

Sheila Vieira
há 2 anos26 visualizações

OBVIAMENTE, ALERTA DE SPOILER! ALERTA DE SPOILER! ALERTA DE SPOILER!

O episódio desta semana de “Better Call Saul” foi extremamente focado em Kim Wexler (diva!!!!) fazendo de tudo para sair da horrível revisão de arquivos, uma punição que ela recebeu por ser “cúmplice” de um deslize do Jimmy. Porém, a última cena do capítulo teve uma conversa interessante entre Mike e um personagem icônico de “Breaking Bad”.

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Posso falar quem é? Depois não vale reclamar…

Ok?

Ok mesmo?

Então lá vai:

TIO HECTOR SALAMANCA!!!!

Quando Mike estava comendo em um restaurante e uma figura fora de foco apareceu entrando no local, sentando na mesma mesa e pedindo café com sotaque latino, meu coração disparou, achando que se tratava de Gustavo Fring. Mas era o grande Tio do clã Salamanca, ainda sem cadeira de rodas e sua célebre campainha.

Hector fez uma proposta para que Mike alegue que a arma encontrada com Tuco era dele, assim diminuindo a pena do sobrinho de Salamanca na cadeia. O ex-policial não pareceu muito empolgado com a conversa, principalmente por começar a entender que está entrando em um problema sem volta.

Pode ser que a aparição de Hector Salamanca não se repita, mas a cena começa a desenhar o caminho da ligação entre Mike, o cartel mexicano e, enfim, Gustavo Fring, o maior vilão de “Breaking Bad”.

Assim como no episódio passado, Jimmy McGill foi mais coadjuvante desta vez. O futuro Saul Goodman ficou sendo vigiado por uma novata, após ter mais uma ideia para tirar Kim da revisão de arquivos. Uma das melhores cenas do capítulo é a advogada deixando claro para o seu (ex?) namorado que não precisa ser salva por ele.

Kim ligou para todos os seus contatos para tentar trazer um cliente grande para a HHM e recuperar seu prestígio e, após muita insistência, conseguiu. Porém, como de costume no universo de “Breaking Bad”, há uma decepção no final: Hamlin continuou punindo Kim, mesmo com a grande conquista dela.

Outra cena grande e relevante foi uma conversa entre Chuck e Kim, na qual o sócio da HHM revela a ela que Jimmy roubou milhares de dólares do caixa da lojinha de seu pai. Tudo indica que Kim está em uma encruzilhada: seguir o caminho correto e continuar sendo subestimada ou escolher seu amor por Jimmy, assumindo as consequências das atitudes questionáveis dele?

A verdade é que “Better Caul Saul” continua excelente e sendo um prazer para quem sente falta da direção, do roteiro e das atuações sensacionais de “Breaking Bad”.

#bettercallsaul #jimmymcgill #hectorsalamanca #breakingbad #netflix #kimwexler 

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giucarpes
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