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Microchip, a identificação animal

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Microchip, a identificação animal

Foi-se o tempo em que os animais não tinham identidade. Nada de RG ou CPF, o que identifica os cães e gatos são os microchips colocados neles, um registro bastante procurado pelos donos dos bichinhos.

O medo de perder seu animal de estimação – e, mesmo que o ache depois, não conseguir provar que ele é seu – é o principal motivo para que o pessoal procure a implantação do microchip. E quem busca esse procedimento também é quem viaja bastante com o animal, já que alguns países exigem que o cachorro ou gato tenha o microchip.

A implantação do minúsculo dispositivo eletrônico é fácil e deve ser feito por um médico veterinário. O animal nem precisa estar anestesiado. É como uma vacina, feita com um aplicador, injetado sobre a pele.

Uma coisa que todos precisam saber, e que muita gente se confunde, é que o microchip não funciona como GPS. Resumindo, não é possível saber onde seu cão ou gato está caso ele tenha se perdido. Seu funcionamento é mesmo como uma identificação. Se alguém encontrar seu cachorro, por exemplo, é só levar para uma clínica que contenha um leitor para identificar o número do animal. E, num banco de dados, se achará o dono.

No Brasil, são várias as empresas do mercado de chips. O preço para colocá-lo pode variar, mas está na média dos R$ 100,00. Na maioria dos chips, é possível colocar várias informações sobre o animal, como o histórico médico.

Em São Paulo, este procedimento é bastante comum e, desde 2007, uma lei municipal estipula que todos os animais comercializados por canis e pet shops tenham o chip na cidade.