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Como alimentar os animais silvestres

Guia.Pet
há 2 anos46 visualizações

Uma das preocupações mais comuns para os donos do pet, seja de qual espécie ele for, é em relação à alimentação: o que pode e não pode dar, qual ração é melhor, o que pode fazer mal a ele... Enfim, são várias as questões que vamos tentar resolver algumas delas.

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Antes de mais nada, é preciso conhecer bem o seu animal. Apenas no dia a dia você vai saber o quanto ele come e qual a sua preferência. “Temos sempre que dar a ração junto de alguma fruta, verdura ou legume”, diz a médica veterinária Vanessa de Marigny. Segundo ela, a falta desses ‘alimentos naturais’ pode prejudicar os animais. “A ausência de algumas vitaminas pode fazer com que aconteça o descascar dos bicos dos pássaros ou a queda de pelos nos roedores”, conta.

As frutas são bons alimentos recomendados para qualquer animal silvestre. Com os coelhos e porquinhos da índia temos que tomar muito cuidado com as folhas verdes claras: salsinha e alface, por exemplo, são bastante nocivos a eles. Dar sempre verduras de folhas escuras.

Aves geralmente gostam de sementes. Mas uma dieta única baseada apenas na semente também não fará bem a elas. É sempre bom lembrar que, por naturalmente viverem livres, os pássaros sempre se alimentam também do que encontram na natureza, como as frutas. E é sempre bom cuidar da gaiola de sua ave: às vezes no pote da comida o que encontramos são as cascas da semente, que devemos retirar e limpar, além de deixar sempre água fresca para eles.

“Podemos também dar ovo cozido para esses animais silvestres”, diz Vanessa, lembrando que qualquer alimento que a gente dê para eles deve ser sem tempero nenhum. “Tem animal que gosta de legume cru e outro que prefere legume cozido. Temos que testar para ver o que ele gosta ou não.”

As tartarugas aquáticas, de acordo com a veterinária, gostam bastante de pedacinhos pequenos de carne vermelha crua, além das rações específicas para elas. “E podemos jogar também camarão seco na água para as tartarugas.”

Para os coelhos, uma boa recomendação é dar aquele coco fresco de casca marrom. Além de ser um alimento saudável, o roer faz com que eles desgastem os dentes. Já o sagüi tem um paladar apurado e gosta da geléia de mocotó.

Para a dra. Vanessa, o mais importante mesmo é conhecer o paladar de seu animal e não dar para eles aquilo que normalmente comemos, dar apenas frutas, verduras e legumes. “Tem gente que dá café, pão e outros alimentos que devemos evitar.” Procurar um médico veterinário e se informar também é uma outra dica importante, que pode evitar muitos problemas no futuro.  

Microchip, a identificação animal

Guia.Pet
há 2 anos28 visualizações
Microchip, a identificação animal
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Foi-se o tempo em que os animais não tinham identidade. Nada de RG ou CPF, o que identifica os cães e gatos são os microchips colocados neles, um registro bastante procurado pelos donos dos bichinhos.

O medo de perder seu animal de estimação – e, mesmo que o ache depois, não conseguir provar que ele é seu – é o principal motivo para que o pessoal procure a implantação do microchip. E quem busca esse procedimento também é quem viaja bastante com o animal, já que alguns países exigem que o cachorro ou gato tenha o microchip.

A implantação do minúsculo dispositivo eletrônico é fácil e deve ser feito por um médico veterinário. O animal nem precisa estar anestesiado. É como uma vacina, feita com um aplicador, injetado sobre a pele.

Uma coisa que todos precisam saber, e que muita gente se confunde, é que o microchip não funciona como GPS. Resumindo, não é possível saber onde seu cão ou gato está caso ele tenha se perdido. Seu funcionamento é mesmo como uma identificação. Se alguém encontrar seu cachorro, por exemplo, é só levar para uma clínica que contenha um leitor para identificar o número do animal. E, num banco de dados, se achará o dono.

No Brasil, são várias as empresas do mercado de chips. O preço para colocá-lo pode variar, mas está na média dos R$ 100,00. Na maioria dos chips, é possível colocar várias informações sobre o animal, como o histórico médico.

Em São Paulo, este procedimento é bastante comum e, desde 2007, uma lei municipal estipula que todos os animais comercializados por canis e pet shops tenham o chip na cidade. 

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