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Microchip, a identificação animal

Guia.Pet
há 2 anos28 visualizações
Microchip, a identificação animal
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Foi-se o tempo em que os animais não tinham identidade. Nada de RG ou CPF, o que identifica os cães e gatos são os microchips colocados neles, um registro bastante procurado pelos donos dos bichinhos.

O medo de perder seu animal de estimação – e, mesmo que o ache depois, não conseguir provar que ele é seu – é o principal motivo para que o pessoal procure a implantação do microchip. E quem busca esse procedimento também é quem viaja bastante com o animal, já que alguns países exigem que o cachorro ou gato tenha o microchip.

A implantação do minúsculo dispositivo eletrônico é fácil e deve ser feito por um médico veterinário. O animal nem precisa estar anestesiado. É como uma vacina, feita com um aplicador, injetado sobre a pele.

Uma coisa que todos precisam saber, e que muita gente se confunde, é que o microchip não funciona como GPS. Resumindo, não é possível saber onde seu cão ou gato está caso ele tenha se perdido. Seu funcionamento é mesmo como uma identificação. Se alguém encontrar seu cachorro, por exemplo, é só levar para uma clínica que contenha um leitor para identificar o número do animal. E, num banco de dados, se achará o dono.

No Brasil, são várias as empresas do mercado de chips. O preço para colocá-lo pode variar, mas está na média dos R$ 100,00. Na maioria dos chips, é possível colocar várias informações sobre o animal, como o histórico médico.

Em São Paulo, este procedimento é bastante comum e, desde 2007, uma lei municipal estipula que todos os animais comercializados por canis e pet shops tenham o chip na cidade. 

Cuidado com a alimentação do seu pet neste final de ano

Guia.Pet
há 2 anos26 visualizações

Com a chegada do Natal e Réveillon, devemos ficar mais atentos com os animais de estimação, pois algumas comidas comuns nesta época podem provocar vários problemas a eles.

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Sempre é bom lembrar que aqueles alimentos com muito tempero ou gordura devem ser mantidos longe dos cães, pois pode ser o início de distúrbios de estômago (como vômitos) e intestinais (como diarreias, intoxicações alimentares e pancreatite).

Confiram as comidas que mais causam problemas aos cães nesta época do ano:

Cuidado com a alimentação do seu pet neste final de ano

Chocolate

Possui uma toxina bem perigosa ao animal. Às vezes basta apenas um pequeno pedaço para intoxicar seu cachorro, ainda mais se ele for de pequeno porte como Pinscher, Yorkshire Terrier, Shih Tzu e Maltês.

Uvas e uvas passas

Podem causar problemas renais.

Carne de porco e derivados (como presunto, mortadela, copa)

São produtos que podem causar processo alérgico, vômitos, problemas de pele e diarréia.

Além desses alimentos, também não deve ser fornecido aos animais panetone, chocotone nem bebidas alcoólicas nem o que normalmente seja de consumo humano. Procure sempre fornecer ração e petiscos específicos para animais e de preferência ao que ele já está acostumado a comer.

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