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Governo desfaz mais uma “mágica” da economista Dilma Rousseff

Gustavo Kahil
há 7 meses55 visualizações
Governo desfaz mais uma “mágica” da economista Dilma Rousseff
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O governo federal hoje se viu obrigado a desfazer as desonerações – quase R$ 5 bilhões ao ano - dadas aos baldes às empresas durante o governo Dilma Rousseff e que fizeram evaporar dezenas de bilhões de reais ao longo do mandato da ex-presidente economista.

A “bondade” de Dilma para 56 setores (!) não só foi desastrada, como não criou empregos e ajudou a afundar as contas públicas em uma penumbra que fez, além de outras coisas, tornar mais do que urgente a agora criticada reforma da Previdência.

O mais importante em todas essas medidas é o fato de o governo agora encarar a realidade dos fatos. As projeções fiscais durante a gestão de Guido Mantega na Fazenda eram motivo de chacota entre os jornalistas de tão descoladas da realidade.

Tudo era resolvido com uma puxada aqui ou outra ali, uma pedalada lá e outra acolá. Agora, Henrique Meirelles encara a dureza da depressão econômica brasileira com a mesma firmeza que encheu os cofres do Banco Central na era Lula para financiar a importante expansão social do Brasil.

Mais uma fatura chegou para você pagar. Ontem foi a dos correios, uns 100 reais por família, Hoje foi a da desoneração, cerca de mil reais por família brasileira

Cerveja e carne no Brasil: o consumidor não precisa da Polícia Federal

Gustavo Kahil
há 7 meses2 visualizações
Cerveja e carne no Brasil: o consumidor não precisa da Polícia Federal
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Há uma semelhança inconveniente entre as cervejas e carnes mais consumidas no Brasil. A qualidade de ambas é questionável. Não, não estou falando de alguma nova operação da Polícia Federal do tipo “Água na Cerveja” ou um desdobramento da “Carne Fraca”, mas da percepção do próprio cliente.

Pense nisso: quantas vezes, recentemente, você comprou uma carne que soltou muita água ou que não atendia a qualidade esperada? É culpa das irregularidades, você pode pensar. Apesar disso, sabe-se agora que a investigação da PF está concentrada em um pequeno grupo de frigoríficos, ou seja, os problemas provavelmente não justificam a carne de baixo aspecto e qualidade que temos visto nos supermercados.

Não é exatamente uma boa notícia, não é mesmo?

E a cerveja, por quantas vezes você já ouviu dizer por aí que aquela famosa marca já não é mais como era antigamente? Neste caso os dados dão suporte para essa percepção incômoda dos brejeiros brasileiros. Isso porque a AmBev sentiu na pele a queda da procura por seus rótulos e uma busca maior por cervejas do tipo “puro malte” e não abarrotadas de milho.

A empresa lançou garrafas de várias cores, pequenas e retornáveis, chamou a Budweiser de premium, mas nada disso foi capaz de compensar a crise. O resultado foi a perda de mercado, além de uma forte queda dos volumes. Isso abriu espaço para a chegada forte da Heineken, que comprou a Kirin Brasil, que já tinha levado a Schin Brasil há alguns anos.

Não há motivo para esperar um futuro diferente para as carnes. Em agosto do ano passado, o Brasil assinou com os Estados Unidos um tratado para abrir o mercado para a nossa carne. Em contrapartida, o país começaria a receber o produto americano por aqui. Coincidentemente, ou não, os primeiros cortes do tipo “prime rib, t-bone e top sirloin” estão começando a chegar por aqui e serão comuns nos supermercados já nas próximas semanas.

O consumidor agora terá uma comparação entre as carnes “premium” e, para isso, não é preciso nenhum delegado da PF no seu churrasco.

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