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La La Land - Cantando Estações | Crítica

Jornada Geek
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Jornada Geek

O cinema hollywoodiano passou por diversas transformações ao longo das suas décadas, com cada uma delas tendo uma grande importância para o seu desenvolvimento. Sejam os filmes ainda da sua época sem som, musicais, animações, terror, blockbusters, ou qualquer outro gênero, todos tiveram o seu espaço ao longo dos anos e uma época para chamar de sua. E agora, em um momento em que adaptações continuam em alta, perseguidas por perto de grandes projetos envolvendo de super-heróis, é sempre bom passar por um retorno clássico. E é isso o que La La Land: Cantando Estações chegou para oferecer.

La La Land - Cantando Estações | Crítica

Mostrando uma versão contemporânea do sonho de fazer sucesso em Los Angeles, a trama de La La Land: Cantando Estações foca desde o começo na jovem Mia (Emma Stone), uma aspirante à atriz, e em Sebastian (Ryan Gosling), um pianista que não está passando por seus melhores dias. Partindo então de dois pontos de vistas distintos através dos sonhos dos seus protagonistas, logo o mesmo vai convergindo de acordo com o relacionamento de ambos e as suas buscas inconstantes pela realização dos seus sonhos na cidade das estrelas.

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