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12 séries horríveis que você não vai conseguir parar de assistir

Júlia Korte
há um mês44.6k visualizações

Porque todo mundo tem seu prazer inconfessável da TV - mas a gente ama a diversão! 

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12 séries horríveis que você não vai conseguir parar de assistir

Foto: Shadowhunters (divulgação/Netflix) 

Falar de "Game of Thrones" ou admitir que você gosta de outras séries que metade da população também assiste é fácil. Agora eu quero ver mesmo é você falar em público que passou o último final de semana fazendo maratona de alguma produção clichê ou brega.  

Você nunca vai ver essa trama sendo premiada no Emmy Awards ou Globo de Ouro. Relaxa e desabafe, pois cada um tem o seu "prazer incofessável" da TV. Diversão garantida sempre! 

Os efeitos especiais podem ser péssimos, o roteiro cheio de furos, mas não é por isso que a gente vai deixar de amar essas séries da lista, não é mesmo? 

Então vamos lá: 

1. Scream. Inspirada nos filmes de terror da saga "Pânico", ela tem tudo que um terror trash maravilhoso precisa: sangue, suspense e romance. É realmente angustiante não saber quem é o assassino, mas ao mesmo tempo você está torcendo para dois adolescentes assumirem o namoro. RISOS. Ideal para uma sexta-feira de tédio em casa. 

2. Shadowhunters. Por onde começar? A trama, inspirada no livro “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare, acompanha a trajetória de Clary Fray, uma garota que testemunha um assassinato e descobre que, na verdade, o mundo não é exatamente como ela pensava. Temos demônios, vampiros, lobisomens, feiticeiros e até descendentes de anjos numa produção só. Tudo com atuações ruins e efeitos especiais duvidáveis. Por outro lado, é mais do que divertida e a ação te deixa empolgado. 

3. Vampire Diaries. Veja bem, particularmente, não tenho nada contra vampiros. Mas não sei como esse drama adolescente se manteve no ar por tanto tempo (e com tantos fãs!). Ainda assim, você não consegue parar de assistir. O fato é que juntaram um monte de homens e mulheres bonitas para interpretar jovens que encaram términos de relacionamento e a morte, enquanto lidam com amores platônicos vampirescos, e deu certo. 

4. Arrow. Não vale negar, todo mundo ama uma história de super-heróis. Essa série conta a história de Oliver Queen, um herdeiro playboy que ficou preso em uma ilha maluca por cinco anos e voltou mudado. É um roteiro fraco e tem acontecimentos que vão te tirar do sério. Só que eles usam um recurso de flashback que te deixa muito curioso. E apesar de tudo, você é capaz de devorar mais de 20 episódios numa tacada só. 

5. Teen Wolf. Depois de vampiros, chegou a vez dos lobisomens. Scott McCall (Tyler Posey), um garoto normal do ensino médio foi mordido por um lobisomem enquanto estava andando no meio da floresta com seu melhor amigo, Stiles Stilinski (Dylan O’Brien). Desde então, a cidade de Beacon Hills onde moram tem sido invadida por bizarrices. Uma produção estilo filme B com cenas cômicas e elenco bonito. Ou seja, a fórmula perfeita para o sucesso.

6. Pretty Little Liars. É uma espécie de "Big Little Lies" com adolescentes estilosas (e sim, tem mortes também). Pela sinopse, a líder de um grupo com cinco amigas inseparáveis desaparece e ninguém sabe se ela está viva. As outras jovens passam a receber mensagens assustadoras ameaçando expor os segredos. O que aconteceu? Quem tem culpa do que? A cereja do bolo para essa trama novelesca são os dramas pessoais de relacionamentos, família e futuro. Resultado? Aquele binge watching que você respeita.  

7. Gossip Girl. Essa série sobre o mundo dos jovens ricos do Upper East Side já é um clássico. Gosta de moda? Então é para você. Se diverte com intrigas adolescentes? Vai gostar também. Drama e romance definem cada episódio, e tudo isso no belo cenário de Nova York. Não é para te deixar boquiaberto com reviravoltas, mas você vai se apaixonar pelos personagens e torcer por eles - mesmo que eles estejam cercados de privilégio, espere muitos problemas. 

8. Once Upon a Time. Quem não ama um conto de fadas? É a oportunidade de ter aquele gostinho da infância ao ver os seus personagens favoritos na telinha; do Pinóquio e Capitão Gancho até Mulan e a Rainha Má. Embora o tema principal seja o bem x mal, a narrativa aborda bastante questões familiares e desenvolve bem os vilões. Os atores não decepcionam também. É bobinha, mas vale cada minuto da diversão. 

9. One Three Hill. Ou a "a mãe de todas séries adolescentes". O que é mais maravilhoso e vai te prender até o final é ver o quanto os personagens evoluem com o tempo. Eles cresceram na telinha e se tornaram pessoas complexas com dramas mais reais do que a maioria das produções dos gênero. Apesar de ter uma cara bem anos 1990, é delicioso de assistir. 

10. Glee. Tá, essa confesso que não é pra todo mundo, já que tem muita dança e cantoria. Porém, tente dar uma chance, é uma bela lição sobre aceitação das diferenças, bullying e desilusões de todos os tipos, enfim, coisas que são bem relacionáveis. E se você é apaixonado por música, não vai se decepcionar, independentemente do gênero. De brinde, ainda pode ver uma porrada de atores e artistas convidados mostrando todo seu talento, como Sarah Jéssica Parker, Britney Spears, Demi Lovato, Glória Stefan, Idina Menzel, Olivia Newton-John, Gwyneth Paltrow, Ricky Martin e Whoopi Goldberg. 

11. True Blood. Essa série de vampiros não tem nada de juvenil. Espero muito sexo, violência, drogas e perversão, num padrão bem HBO de ser. É meio trash, mas os personagens são maravilhosos e também crescem com a série. A trama, apesar de meio trash e com criaturas fantásticas de todos os tipos, traz críticas à sociedade, englobando temas como feminismo, diversidade e causas raciais. 

12. Quantico. Estrelado pela linda atriz indiana Priyanka Chopra, a série conta a história de Alex Parrish, uma recruta do FBI que se torna suspeita de ter planejado um atentado terrorista em Nova York. Enquanto ela tenta provar essa inocência, acompanhamos sua trajetória na academia como recruta em flashbacks. É literalmente a escolinha do FBI. Para fãs de "Criminal Minds", imagine como seria o começo dos personagens até chegarem onde estão na carreira. Interessante, vai? Muita ação nesse thriller garantem tirar o fôlego e em algum momento você até se pega torcendo pelo romance entre protagonistas. Ao mesmo tempo, não é nada elaborado, então não espere muito.  

7 razões para assistir a “Big Little Lies”, a grande vencedora do Emmy

Júlia Korte
há um mês57.1k visualizações

Porque essa série da HBO merece os prêmios e a sua atenção

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7 razões para assistir a “Big Little Lies”, a grande vencedora do Emmy

Foto: reprodução/ HBO

Mesmo com tantas produções novas surgindo a cada dia, não é sempre que encontramos uma série tão digna de uma maratona quando “Big Little Lies” (HBO). Além de uma trama cheia de reviravoltas emocionantes, drama e suspense na medida, somos agraciados por atuações de alto nível.

Se você já viu as sinopses, talvez ela não tenha te chamado atenção, pois geralmente resumem a algo como: mães, mulheres ricas, crianças e assassinato. Contudo, não é nada disso e seria pedante tratar a série assim.

Confira o trailer:

Animou? Então já digo de antemão: cuidado com spoilers ou ao dar um Google sobre antes. A história é incrível e o final - que vai te deixar boquiaberto! - não merece ser arruinado antes.

A série é uma adaptação do livro homônimo de Liane Moriarty. Vencedora de 8 Emmys, o que mais chama atenção é como a obra conseguiu abordar personagens mulheres complexas - algo que, acredite ou não, ainda é raro na indústria cinematográfica e televisiva.

São apenas sete episódios e um elenco de grandes estrelas, que inclui Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Zoë Kravitz, Shailene Woodley e Laura Dern.

Mas sem mais delongas, aí vão as razões para gastar seu próximo dia de folga ou final de semana nisso: 

1. A abordagem sobre as mulheres. As personagens não são clichês, estereótipos e também não têm a personalidade traçada por um olhar tipicamente masculino, o que traz uma nova luz à representatividade de gênero. O que é até meio patético dizer já que, na verdade, simplesmente traz mulheres (não, não somos perfeitas, não somos rasas e nem dependemos emocionalmente de uma figura do sexo masculino). Porém, há uma complexidade e profundidade ao trazer a personalidade e problemas realistas; seja pelo relacionamentos, desejo, medos a questão de sucesso e carreira, a opressão, imperfeições e por aí vai. 

2. É uma lição de sororidade. Elas não estão umas contras as outras, não é sobre rivalidade. Além do perdão e em aceitar quem nós somos, sem julgar com facilidade, de certa forma, nos diz quase como: “em um mundo de preconceitos, as mulheres devem se apoiar umas nas outras”. É também, assim, sobre encontrar conforto.    

7 razões para assistir a “Big Little Lies”, a grande vencedora do Emmy

Foto: reprodução/ HBO

3. Não tem temáticas levianas. A série traz à tona, entre outras questões, a violência doméstica de uma forma como raramente vemos na telinha. No caso, é interessante e doloroso acompanhar a personagem de Nicole Kidman, Celeste Wright, que é uma advogada que abandonou a carreira para cuidar dos filhos. Pelas aparências, ela possui uma vida invejável em sua mansão, ao lado do seu marido bonito, Perry (Alexander Skarsgård). Na realidade, ela é abusada física e sexualmente por ele. Ou seja, para quem negava esse fato, passa a mensagem clara de que a violência pode acontecer com qualquer mulher. E quanto mais conhecemos a fundo essa tóxica relação e o comportamento dele, mais temos um retrato sobre o ciclo de violência doméstica e todas as questões e implicações disso na vida da mulher e da família como um todo. Mesmo que ela seja privilegiada na ficção, essa é uma triste realidade que existe na nossa sociedade em todas as classes. 

7 razões para assistir a “Big Little Lies”, a grande vencedora do Emmy

Foto: reprodução/ HBO

4. A trama prova que o julgamento da sociedade não reflete a realidade dos indivíduos. A narrativa tem muitos flashbacks após um assassinato (isso não é spoiler!). Muitas pessoas são interrogadas sobre a vida desse grupo de mulheres, mas a verdade é que ninguém sabia realmente como era a vida delas. Nem os conflitos, intrigas ou sentimentos. Isso é curioso porque desperta cada mais interesse e demonstra que aparências enganam. 

5. O elenco de peso e impecável, incluindo as crianças. Todas as protagonistas femininas ganhando o reconhecimento foi um espetáculo à parte. Além do “time Oscar” que está no elenco, as crianças são fofas e talentosas. Tanto é que Iain Armitage, que faz um dos personagens, irá interpretar agora no spin-off de “The Big Bang Theory”, “Young Sheldon”. 

7 razões para assistir a “Big Little Lies”, a grande vencedora do Emmy

Foto: reprodução/ HBO

6. A duração na medida. São apenas 7 episódios, não aquela coisa cansativa e que se prolonga muito, como vemos em algumas séries que tem 24 episódios por temporada. É uma história com começo, meio e fim. Você até fica com vontade de ver mais (e rolam negociações para isso), mas você sabe o que aconteceu, como num livro.

7. Uma trilha sonora para colocar no repeat depois. De clássicos de Elvis Presley até Alabama Shakes, é impossível não se emocionar ou reparar o quanto a melodia faz parte. É uma curadoria sensível. Curiosamente, no programa, uma das crianças, Chlor Mackenzie (Darby Camp) é uma menina de gosto musical impecável, algo que até define sua personagem, já que está sempre com telefone na mão para criar playlists do momento. Em sua homenagem, fizeram até playlist no Spotify. Você pode conferir aqui

Não perca mais tempo e corre lá! A série está disponível para assinantes HBO nos serviços on demand do canal e no Now da NET. 

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escrita por
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julia.korte
Jornalista e geek de coração. Praticante de binge-watching. Vive a base de cafeína e boa música. Um crush eterno em cinema e seriados.