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Rogue One: 10 motivos para ficar (ainda) mais ansioso pela estreia

Júlia Korte
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Júlia Korte
Rogue One: 10 motivos para ficar (ainda) mais ansioso pela estreia

Antes de tudo, vamos esclarecer de cara uma coisa: você não precisa ser o maior fã de Star Wars para aproveitar esse filme (ou o post!). Apenas não julgue quem é; tudo bem se você nunca soube por onde começar e viu, aleatoriamente, alguns episódios ou se nunca curtiu o tal do Jar Jar Binks. Ou até se prefere mais o lado sombrio da Força. “Rogue One: Uma História Star Wars” é para você também. Dito isso, vamos ao que realmente interessa: aproveitar o que promete ser um dos melhores longas desse ano.

O novo filme trata dos personagens e eventos da famosa saga “Star Wars”, mas não é (propriamente) parte da sequência. Logo, “Rogue One: Uma História Star Wars” não é o Episódio VIII. Com lançamento mundial nessa quinta-feira, 15, o filme é o único da franquia que será o diferentão.

Cronologicamente, o enredo acontece entre o Episódio III ("A Vingança dos Sith", de 2005) e o Episódio IV (“Uma nova esperança", 1977 – o primeiro episódio a passar nos cinemas). A narrativa mostra como as forças do Império construíram a Estrela da Morte e, como essa arma (sim, Estrela da Morte é uma das mais poderosas), chegou às mãos da Princesa Leia. Em suma, o filme aborda a personagem Jyn Erso, uma criminosa desajustada e com planos ambiciosos para a Rebelião.

Mas depois de mais de um ano de espera, os ansiosos podem comemorar (só os que amam muito sabem o que era o medinho de, talvez, arruinarem tudo): as primeiras impressões dos espectadores nos Estados Unidos foram bem positivas. Ao que tudo indica, portanto, esse será mais um sucesso que agradará os fãs de carteirinha até os recém-chegados.

Aliás, essa é uma coisa muito legal que só Star Wars faz por nós: unir as gerações mais antigas, com os fãs fervorosos, levar ao público fã de games e livros, além de conquistar jovens e crianças.

Assim, sem mais demora, vamos ao que interessa. Trouxemos para vocês alguns motivos que só vão te deixar mais ansioso. Se você é um entendedor, talvez se divirta um pouco mais. Caso não, talvez essa lista te convença a finalmente se render aos encantos do universo. Então, por que assistir?

1. Atores. Apesar de não ter os personagens consagrados, como Han Solo (aquele icônico personagem de Harrison Ford ainda como galã) e Chewie (o peludão que sempre andava com ele), o elenco tem muitos bons atores. Entre eles, Felicity Jones, Donnie Yen, Diego Luna, Jian Wen, Forest Whitaker, Alan Tudyk, Riz Ahmed, Mads Mikkelsen e Ben Mendelsohn. 

Rogue One: 10 motivos para ficar (ainda) mais ansioso pela estreia

2. Direção. O estilo do novo diretor de pouco tem a ver com o resto da franquia, o que talvez traga um frescor à produção. Até a abertura foge daquela clássica que todos conhecem. Gareth Edwards, responsável pelo novo Godzilla, prometeu que tinha filmes como Apocalypse Now, de 1979, para inspiração — obra essa que, aliás, curiosamente quase foi dirigida por George Lucas, antes de Francis Coppola

3. Darth Vader e o lado sombrio da força. O maior e melhor vilão de todos os tempos, que faz parte da mitologia Star Wars, está de volta. E o que mais importa: James Earl Jones, ator que emprestou a voz icônica aos clássicos, retorna ao seu papel. Além disso, como o filme se passa logo após o que se acreditava ser o fim dos Jedis (vulgo o “lado do bem” com suas espadas de luz), provavelmente vamos ver tempos sombrios.

Rogue One: 10 motivos para ficar (ainda) mais ansioso pela estreia

4. Trilha sonora. Pela primeira vez na história, a franquia não terá a trilha sonora assinada por John Williams, mas sim por Alexandre Desplat, que já trabalhou com o diretor em “Godzilla” (2014) e ganhou o Oscar em 2015 por “O Grande Hotel Budapeste”.

5. Novo droide. Depois do sucesso estrondoso de BB-8, droide do último filme da saga, que foi considerado até a nova alma da franquia, é hora de dar a chance para K-2SO. Segundo fontes oficiais, ele será o oposto do queridinho C-3PO. Quem irá interpretar é o ator americano Alan Tudyk, que ficou conhecido por papeis cômicos e por já ter feito um robô em “Eu, Robô”.

Rogue One: 10 motivos para ficar (ainda) mais ansioso pela estreia

6. As câmeras. Para quem se interessa na parte mais técnica e cinematográfica da coisa, parte das filmagens foi feita com a “Panavision APO Panatar”, que é uma lente restaurada a pedido de Quentin Tarantino em “Os Oito Odiados”. O resultado final é o formato chamado de “Ultra Panavision 70”. Em termos práticos, isso significa que o spin-off vai ganhar uma extensão de campo que, por enquanto, só tecnologias analógicas das antigas conseguem. Ou seja, mais qualidade, uma vez que os personagens e criaturas estão mais focados em figurino, do que efeitos especiais. 

7. Vai ter treta. A obra já foi descrita como um “filme de Segunda Guerra" na tal galáxia muito, muito distante. A promessa é que esse seja um filme de fantasia com lado mais pesado, muitos conflitos, emocionante e intenso. Sem alívios cômicos, teremos mais questões sobre consequência da guerra e opressão.

8. Disney. As produções dos estúdios têm sido na medida certa pelos últimos lançamentos. Não costumam decepcionar o público e as verbas estão muito além de outros filmes. Difícil errarem a mão, por assim dizer. 

9. Empoderamento feminino. Machistas já choraram quando saiu o primeiro teaser do filme, que é uma amostra de muito #girlpower no cinema. O personagem principal é uma mulher, que não segue padrões típicos de heróis no cinema. Além disso, teremos Mon Mothma, personagem de Genevieve O’Reilly, a líder dos rebeldes. 

Rogue One: 10 motivos para ficar (ainda) mais ansioso pela estreia

10. Mistério. No fim, não tivemos muito spoiler do que está por vir, nem por jornalistas que já assistiram à cabine, nem pelos trailers e divulgações até então. O que é legal e lembra um pouco a expectativa gerada pela série antigamente. Não sabemos muita coisa e tudo bem.

Se você ainda não viu, confira o trailer: