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BRASIL NO PRATO – PÃO DE QUEIJO - Quem não ama? Receita da boa

Por: Raio Goumetizador

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BRASIL NO PRATO – PÃO DE QUEIJO - Quem não ama? Receita da boa

Ardidinho, rascante, nada fresco. É o queijo do pão ideal. O queijo Minas meia cura já meio ardidinho, amarelado e quase duro é o segredo para um pão de queijo autêntico. O fresco não serve porque não tem esse caráter rascante.

Sucesso em todas as cidades brasileiras e nas lanchonetes de aeroportos, ganhou fama quase planetária e é praticamente uma unanimidade, sozinho com café ou recheado com linguiça ou algum embutido. E é fácil de fazer.

A BOA RECEITA

Para a massa, use polvilho azedo e doce meio a meio, 250 g de cada um. Numa panelinha, misture e esquente uma xícara de leite e outra de óleo.

Coloque o polvilho em uma vasilha (bowl) e jogue nele o leite e óleo quentes. Com a mão ou na batedeira, misture bem, tempere com um pouco de sal, acrescente 2 ovos e 2 a 2½ xícaras do queijo já ralado.

Faça as bolinhas do tamanho desejado (que podem ser assadas na hora ou congeladas).

Leva de 15 a 20 minutos para ficar douradinho, deixando no ar aquele cheirinho arrebatador.

PAPO DE BAR: CACHAÇA - Você prefere a macia ou a irada?

Por: Raio Gourmetizador

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PAPO DE BAR: CACHAÇA - Você prefere a macia ou a irada?

Carnaval chegando e as águas vão rolando. Não só da chuva, dos alambiques também. Tem muita gente que gosta mais da cachaça branquinha, tipo rascante, que é destilada e logo em seguida engarrafada. Queima a garganta? Quase sempre, seus 40 graus definidos por lei não é para brincadeira mesmo. A moda atual é usar a madeira para “amaciar” essa água bem ardente, diminuindo sua acidez e lhe dando ares mais nobres no aroma e no gosto.

A madeira mais chique é o carvalho, que não tem no Brasil, por isso esse Raio Gourmetizador acha uma bobagem seu uso, já que nosso tropical país tem pau para toda obra. E, além disso, ela fica com um jeito ainda mais brasileiro (olha só: em 2013 deixou oficialmente de ser chamada de “rum” nos Estados Unidos – salve Barack! – e desde então orgulhosamente se apresenta lá como cachaça que é). Cada vez mais livre de preconceitos, a mais brasileira das bebidas é aprimorada com o uso de madeiras nativas como umburana, bálsamo, jequitibá, castanheira, amendoim, ipê, sassafrás, vinhático, louro freijó, louro canela, angelim, jatobá, ariribá e grápia. Elas são transformadas em dornas e barricas por talentosos artesãos em cidades do interior.

Para encerrar esse capítulo (vem mais cachaça depois), vamos à origem da palavra, mas sem nenhuma unanimidade por partes dos pesquisadores: ela viria do castelhano cachaza, vinho antigamente feito com borra de uva; poderia vir também da aguardente usada para amaciar a carne de porco (chamado de cachaço na roça) ou então da pinga azedada que restava nos tanques de fermentação e que era tomada pelos escravos aqui no Brasil, não sem razão chamada por eles de cagaça.

Vai uma pinguinha aí?

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juliana.saad
Jornalista especializada em Viagem, Estilo de Vida e Luxo. Percorre o mundo em busca dos destinos, pessoas e experiências mais interessantes do planeta.