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DRINQUE DA SEMANA

DE AL CAPONE, MARILYN E MUITOS DE NÓS: IMORTAL MANHATTAN

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DRINQUE DA SEMANA

Por: Raio Gourmetizador

Era o drinque favorito de Marilyn Monroe, mas antes dela a boca bem menos sensual do bandidaço Al Capone bicava a mistura e ajudou a empurrar sua fama. Criado no Manhattan Club, de Nova York, por volta de 1.800, atravessou o século passado e ainda hoje continua como um dos drinques mais célebres e desejados no mundo inteiro. Uma combinação simples e genial que ao longo desse tempo ganhou variações, seja com o emprego de uísque tipo escocês ou de outros destilados, mas o bourbon, feito com milho, está na certidão de batismo dele.

Jeitão de fazer

2 partes de bourbon

1 parte de vermute tinto

Gotas de angostura

Coloque pedras de gelo num copo alto ou coqueteleira e logo a seguir junte o bourbon, o vermute e mexa bem. Coe e sirva em uma taça, juntando uma lâmina de casca de laranja e duas ou três gotas de angostura. Pode haver ainda uma frescura (este Raio não gosta): uma cereja ao maraschino, muitas feitas de chuchu, boiando no drinque.

PAPO DE BAR

BEBER E SER MAIS INTELIGENTE QUE OS ABSTÊMIOS

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PAPO DE BAR

Por: Raio Gourmetizador

Beber moderadamente deixa o cérebro mais esperto, garantem estudos em três países na vanguarda da pesquisa científica. Nos Estados Unidos, o Estudo Nacional Longitudinal de Saúde do Adolescente (Add Health) acompanhou jovens de 14 a 16 anos, em cinco categorias cognitivas: "muito chato", "chato", "normal", "brilhante" e "muito brilhante". O estudo foi retomado sete anos depois e a conclusão foi “clara”, segundo os pesquisadores: os jovens melhor avaliados anteriormente pela capacidade de aprender, agora maiores de idade e com desempenho escolar bom, bebiam mais, socialmente, que os menos inteligentes.

E no Reino Unido, o Estudo Nacional de Desenvolvimento Infantil até chegou a um dado concreto, talvez por repetir a pesquisa aos 20, 30 e 40 anos dos voluntários: os "muito brilhantes" cresceram consumindo oito décimos de uma medida padrão de álcool a mais que os "muito chatos”.

No Japão, os pesquisadores do Instituto Nacional de Ciências da Longevidade em Aichi, perto de Tóquio, testaram o QI de 2.000 pessoas entre 40 e 79 anos de idade e chegaram à conclusão de que homens que bebiam até 540 mililitros de saquê por dia tinham um QI 3,3 pontos maior do que os abstêmios ou dos que não bebiam regularmente. Nas mulheres bebedoras, o índice marcou 2,5 pontos a mais.

O álcool sempre esteve presente na vida da humanidade e, segundo a revista americana Psychology Today, há uma abordagem evolutiva para explicar isso. Segundo ela, há 10.000 anos nossos ancestrais teriam recebido sua cota de álcool ao comer frutas podres, em estado de fermentação. Daí para imaginar que a humanidade evoluiu por causa disso não custa nada. Afinal, beber entre amigos e família, com bom senso, só aumenta o bem-estar e, principalmente, o bom humor. Tim tim!

PAPO DE BAR
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juliana.saad
Jornalista especializada em Viagem, Estilo de Vida e Luxo. Percorre o mundo em busca dos destinos, pessoas e experiências mais interessantes do planeta.