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NA CHAPA

O BURGUER CAMPEÃO DE 2017 NA FRANÇA. IMITE!

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NA CHAPA

Por: Raio Gourmetizador

O campeão da nova edição da Coupe de France du Burger by Socopa (empresa de carne), realizada agora em março em Paris durante a feira Sandwich & Snack Show, na Porte de Versailles, é o chef Vincent Boccara com seu Black OG. Ele tem dois restaurantes de comida asiática em Paris (já trilhou por Singapura, Tailândia e Japão) e, por isso, seu hambúrguer tem essa pegada, com maionese de yuzu (tipo de limão daquelas bandas).

Mas Boccara surpreendeu mesmo foi com o pão feito com carvão vegetal, daí o nome Black OG, além do molho barbecue aromatizado com Jack Daniel’s e um belo bacon envolvendo o disco de carne. Ganhou 2.500 euros de prêmio. Foram 170 concorrentes de toda a França, um país conhecido por sua comida refinada mas que adora cada vez mais o universal sanduíche: em 2016, mais de 1 bilhão de hambúrgueres foram comidos por lá.

Quem for a Paris e quiser experimentar o campeão, os dois endereços de Boccara são o Goku Asian Canteen (27, boulevard du Temple) e o W for Wok (12, Rue des Petites Écuries).

TOP 5 BOLINHO DE BACALHAU

CROCANTE E SABOROSO: OS MELHORES EM SAMPA

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TOP 5 BOLINHO DE BACALHAU

Por: Raio Gourmetizador

Ele pode descer ao inferno do gosto com bacalhau barato, óleo vagabundo e velho na fritura ou subir ao paraíso do sabor com bacalhau de primeira dourado em bom azeite. Antes das indicações, aulinha de bacalhau do Raio: os dois principais tipos são o Gadus Morhua, normalmente identificado como “do Porto” e o Gadus Macrocephalus, com aquela baita espessura branca. Depois vêem as espécies menos caras e justamente muito usadas nos bolinhos: Saithe, meio escuro e de gosto forte; Zarbo, menorzinho e de carne branca e lá na rabeira o Ling (não confundir com Xing Ling...), mais fino e também branco.

Mistura de lascas ou fiapos do peixe salgado com batata amassada, ovos, salsinha e sal na receita básica, esse bolinho é coisa séria, obviamente popular em Portugal e assimilado por nós com prazer. São Paulo, com sua forte presença lusa, tem bons endereços para saboreá-lo, assim como o Rio (o Raio também vai apontar os melhores de lá). Está presente sobretudo nos bares, mas também em restaurantes finos, mas aí já é outra história: ele só costuma dar as caras em versões pequeninas no couvert.

Bons lugares para apreciar este suculento companheiro da cerveja (em ordem alfabética):

Bar do Luiz Fernandes – É bolinho que não acaba mais servido nesse bar clássico da Zona Norte. Está na foto. Rua Augusto Tolle, 610, Mandaqui

Dona Felicidade – Tradicional, se destaca pela constância da qualidade de sua comida. Rua Tito, 21, Vila Romana

Espírito Santo – Com pegada lusitana, esse boteco-restaurante tem um bolinho prestigiado no cardápio. Avenida Horácio Lafer, 634, Itaim Bibi

Pirajá – Tem nome firmado no universo dos bares paulistanos. Bolinho legal. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 64, Pinheiros e outros três endereços na cidade.

Tiro Liro – Filhote do Dona Felicidade, tem ambiente gostoso e bolinhos idem. Rua Cotoxó, 1185, Vila Pompéia

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juliana.saad
Jornalista especializada em Viagem, Estilo de Vida e Luxo. Percorre o mundo em busca dos destinos, pessoas e experiências mais interessantes do planeta.