Cinema, séries e livros
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Laís Siqueira
lais.siqueirabir yıl önce

Cinema, séries e livros

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Será esse o suicídio do Esquadrão?

Era uma vez, duas editoras de quadrinhos, cujos produtos se tornaram a maior tendência cinematográfica do século XXI. De um lado, a Marvel. Do outro, a DC Comics.

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De um lado, muito humor, boas sequências de ação, e fotografia clara e colorida: filme pipocão família. Do outro, um tom mais sério, cenas de ação épicas, e fotografia mais escura: filme "muito adulto".

Em 2014, a Marvel Studios lançou "Guardiões da Galáxia", uma equipe de anti-heróis, reunidos numa comédia galhofa, no estilo "ópera espacial". A aposta era arriscada, porém rendeu-lhe muitos frutos, caindo nas graças do público e da crítica.

Nesse momento, a DC Comics resolveu investir pesado na sua equipe de anti-heróis: o famigerado Esquadrão Suicida.

Junte os "piores dos piores" vilões, coloque um dispositivo explosivo dentro de suas cabeças, dê a eles uma missão que não querem cumprir. Se eles tiverem sucesso, receberão algumas regalias. Se falharem ou tentarem fugir, cabum.

Será esse o suicídio do Esquadrão?

O diretor e roteirista David Ayer recebeu a missão de nos apresentar a equipe, que em tela, teria um potencial astronômico, porém, ele foi atingido por dois cifrões gigantes, que teoricamente, nada tinham a ver com o seu trabalho no Esquadrão:

O sucesso bilheteria de Deadpool... o anti-herói bem humorado.

Será esse o suicídio do Esquadrão?

E o fracasso de crítica de Batman v Superman, que afetou a sua bilheteria...

Será esse o suicídio do Esquadrão?

Os alarmes soaram na Warner, e Ayer foi convocado. Diziam as más línguas, que mudar o tom era necessário, e inserir piadas era a solução.

Esquadrão Suicida não se assemelha à Marvel, parece-me aqui que a Warner tentou fazer sua própria versão de filme humorado, mas mantendo uma seriedade. É... talvez não tenha dado tão certo. Não interprete mal, é demasiadamente bom que os filmes de ambas as produtoras não se pareçam. Os diferentes tons são aquilo o que nos mantém indo ao cinema, ninguém quer mais do mesmo.

A grande questão é que independente da presença ou ausência do humor, o roteiro deve ser bom e convincente, o que infelizmente não é o caso Esquadrão Suicida.

O primeiro ato do filme é o mais rico de informações, pois nele somos apresentados aos personagens num ritmo acelerado, humorado, e musical. Aqui a equipe é montada, e as cartas são jogadas. Já os atos seguintes não conseguem manter a perspicácia do primeiro.

O tempo de tela dos membros da equipe são completamente díspares. Enquanto a Arlequina de Margot Robbie e o Pistoleiro de Will Smith são trabalhados a todo tempo, os demais colegas de equipe nada fazem para se tornarem notáveis ou indispensáveis, com exceção do El Diablo de Jay Hernandez.

Será esse o suicídio do Esquadrão?

Viola Davis destoa como Amanda Waller, se mostrando forte e cruel, lembrando muito sua personagem de How To Get Away With Murder, porém um pouco mais séria. Annalise Keating is in the house!

Será esse o suicídio do Esquadrão?

Jared Leto não teve tempo de tela o suficiente para nos convencer com seu Coringa, mas foi o suficiente para reconhecer o tom do personagem. Meio louco, meio gangster, meio apaixonadinho.

Será esse o suicídio do Esquadrão?

Quando o vilão é estabelecido, na metade do filme, os maiores problemas aparecem. Uma sucessão de clichês são introduzidos, e não causam empolgações ou cenas de ação memoráveis. As motivações são questionáveis, e os planos não são tão convincentes.

O filme, no entanto, não é essa bomba horrorosa que muitos pintam, mas também não é ótimo.

O maior problema talvez tenha sido o marketing, que nos vendeu com seus trailers impecáveis, um filme tão incrível quanto, o que nos dá uma pequena sensação de falsa propaganda. A última vez que me senti enganada assim, foi assistindo Vingadores: A Era de Ultron, que prometeu algo grave, mas não chegou nem perto disso.

Apesar das polêmicas, Esquadrão Suicida vale sim um ingresso de cinema. Ainda que tenha problemas de roteiro, ele diverte, e no final das contas, é pra isso que ele serve.

Stranger Things, sua linda!

Há cerca de 10 anos, quando entrei para o submundo das séries, eu assistia da forma mais tradicional. UM episódio por semana. VINTE E DOIS episódios por temporada.

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Na época, era ok, porque eu dispunha que algo que na fase adulta, é mais raro do que ter as 5 cartas do Exódia: TEMPO.

É por isso que hoje, eu dou valor e preferência às séries de até 13 episódios, e prefiro assisti-las depois que acabam as temporadas (exceto Game Of Thrones, porque né...), e dessa forma, eu posso ser a garota nerd reclusa, que passa o dia na frente do notebook que eu sempre quis ser. Quem liga pras Olimpíadas? A verdadeira maratona é a de séries.

Stranger Things, sua linda!

E é assim, que chegamos ao fato do porque eu acho a Netflix tão maravilhosa: as suas séries originais. E também é assim que chegamos a mais nova série genial da Netflix:

Stranger Things, sua linda!

Stranger Things é um abraço no coraçãozinho dos nerds e dos saudosistas.

É o tipo de série que você já viu antes mesmo de ter assistido. Não pensem que isso é negativo, na verdade, é o maior trunfo dela.

A série contém 8 episódios apenas (OBRIGADA, NETFLIX), e faz você se sentir como se estivesse realmente assistindo a um filme longo, com todas as referências que podem existir. Steve Rogers ficaria orgulhoso.

Stranger Things, sua linda!

Agora vamos ao plot: A série nos conta a história de 4 amigos deslocados, que acabam tendo contato com o sobrenatural: um dos meninos, Will Byers (tem um dedo enorme apontando pra ele na foto), some misteriosamente, e enquanto tentam encontrar o amigo, os garotos acabam encontrando Eleven (ou Onze), uma garota que tem superpoderes.

Stranger Things, sua linda!

O toque mais charmoso da série é justamente ter crianças como protagonistas, nos lembrando de filmes como Goonies e Super 8, em que os pequenos podem sair a qualquer hora da noite para caçar monstros, sem que os seus pais se preocupem, e sempre estão 2 passos a frente de qualquer adulto.

Perfeitamente ambientada nos anos 80, e com uma fotografia impecável,  a série traz uma nostalgia e parece o resultado de um apanhado de coisas que os produtores gostavam na infância. É uma obra feita por fãs, para fãs.

A atmosfera vai nos fazer lembrar de diversas obras de Steven Spielberg e Stephen King, e há referências diretas a Star Wars, Dungeons and Dragons, Enigma de Outro Mundo, Senhor dos Anéis, O Hobbit, Marvel, DC e por aí vai...

A série também é agraciada com um elenco coeso, que entrega boas atuações, com destaque para Millie Bobby Brown, a Eleven.

Stranger Things, sua linda!

Ela quase não fala, mas você consegue saber exatamente o que ela sente somente de olhar pra ela. Atua 10 vezes melhor que a Emilia Clarke, deem um dragão pra essa garota.

As interações entre os meninos não ficam por baixo, são sempre muito divertidas e bem humoradas, e passam a seriedade nos momentos de conflitos internos.

Isso também acontece com os demais personagens da série. Cada núcleo com um conflito muito bem construído, e com um clima de suspense ótimo, que consegue arrancar uns mini-ataques cardíacos.

Como disse anteriormente, quando você termina de assistir, vai ter a impressão de que já viu tudo aquilo antes, mas não vai ficar com a sensação de estar sendo enganado. É uma homenagem bem feita e bem arquitetada, que vai te deixar ansioso pela próxima temporada, que já está encomendada.

Só sei que depois de 8 horas assistindo a essa belezinha, descobri que preciso de bicicletas, amigos, lanternas, um estilingue, pudim de chocolate e waffles.

A quem quiser um divertimento no fim de semana, vale muito a pena.

;)

Hikayeyi okudun
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tarafından yazıldı
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lais.siqueira
23 anos, amante de cinema, séries, livros, pets, festivais de música, sapatos, e que não tem absolutamente ideia nenhuma do que está fazendo.