Cinema, séries e livros
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Stranger Things, sua linda!

Laís Siqueira
год назад6 просмотров

Há cerca de 10 anos, quando entrei para o submundo das séries, eu assistia da forma mais tradicional. UM episódio por semana. VINTE E DOIS episódios por temporada.

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Na época, era ok, porque eu dispunha que algo que na fase adulta, é mais raro do que ter as 5 cartas do Exódia: TEMPO.

É por isso que hoje, eu dou valor e preferência às séries de até 13 episódios, e prefiro assisti-las depois que acabam as temporadas (exceto Game Of Thrones, porque né...), e dessa forma, eu posso ser a garota nerd reclusa, que passa o dia na frente do notebook que eu sempre quis ser. Quem liga pras Olimpíadas? A verdadeira maratona é a de séries.

Stranger Things, sua linda!

E é assim, que chegamos ao fato do porque eu acho a Netflix tão maravilhosa: as suas séries originais. E também é assim que chegamos a mais nova série genial da Netflix:

Stranger Things, sua linda!

Stranger Things é um abraço no coraçãozinho dos nerds e dos saudosistas.

É o tipo de série que você já viu antes mesmo de ter assistido. Não pensem que isso é negativo, na verdade, é o maior trunfo dela.

A série contém 8 episódios apenas (OBRIGADA, NETFLIX), e faz você se sentir como se estivesse realmente assistindo a um filme longo, com todas as referências que podem existir. Steve Rogers ficaria orgulhoso.

Stranger Things, sua linda!

Agora vamos ao plot: A série nos conta a história de 4 amigos deslocados, que acabam tendo contato com o sobrenatural: um dos meninos, Will Byers (tem um dedo enorme apontando pra ele na foto), some misteriosamente, e enquanto tentam encontrar o amigo, os garotos acabam encontrando Eleven (ou Onze), uma garota que tem superpoderes.

Stranger Things, sua linda!

O toque mais charmoso da série é justamente ter crianças como protagonistas, nos lembrando de filmes como Goonies e Super 8, em que os pequenos podem sair a qualquer hora da noite para caçar monstros, sem que os seus pais se preocupem, e sempre estão 2 passos a frente de qualquer adulto.

Perfeitamente ambientada nos anos 80, e com uma fotografia impecável,  a série traz uma nostalgia e parece o resultado de um apanhado de coisas que os produtores gostavam na infância. É uma obra feita por fãs, para fãs.

A atmosfera vai nos fazer lembrar de diversas obras de Steven Spielberg e Stephen King, e há referências diretas a Star Wars, Dungeons and Dragons, Enigma de Outro Mundo, Senhor dos Anéis, O Hobbit, Marvel, DC e por aí vai...

A série também é agraciada com um elenco coeso, que entrega boas atuações, com destaque para Millie Bobby Brown, a Eleven.

Stranger Things, sua linda!

Ela quase não fala, mas você consegue saber exatamente o que ela sente somente de olhar pra ela. Atua 10 vezes melhor que a Emilia Clarke, deem um dragão pra essa garota.

As interações entre os meninos não ficam por baixo, são sempre muito divertidas e bem humoradas, e passam a seriedade nos momentos de conflitos internos.

Isso também acontece com os demais personagens da série. Cada núcleo com um conflito muito bem construído, e com um clima de suspense ótimo, que consegue arrancar uns mini-ataques cardíacos.

Como disse anteriormente, quando você termina de assistir, vai ter a impressão de que já viu tudo aquilo antes, mas não vai ficar com a sensação de estar sendo enganado. É uma homenagem bem feita e bem arquitetada, que vai te deixar ansioso pela próxima temporada, que já está encomendada.

Só sei que depois de 8 horas assistindo a essa belezinha, descobri que preciso de bicicletas, amigos, lanternas, um estilingue, pudim de chocolate e waffles.

A quem quiser um divertimento no fim de semana, vale muito a pena.

;)

Como me encontrei procurando a tal da Dory

Laís Siqueira
год назад2 просмотров

De início, me encontrei desesperada.

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Cá estou eu, aos 23 anos de idade, levando as crianças ao cinema. Veja bem, não são exatamente criancinhas, mas também não estão perto dos 23 anos.

Não faço a menor ideia da última vez que tinha ido ao cinema numa quarta-feira a tarde para assistir uma animação, então tinha esquecido do que eram 10.827 crianças no mesmo ambiente, acompanhadas de seus pais/avós ou "tias" da escolinha, correndo por todos os lados.

Percebi então, que havia 3 filmes para crianças em cartaz:

Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina (... que eu não sabia que tinha sido produzido)

Como me encontrei procurando a tal da Dory

A Era do Gelo: Big Bang (... que eu calculo que seja o 189º da franquia, desculpa gente, parei no primeiro)

Como me encontrei procurando a tal da Dory

E finalmente, Procurando Dory (... o culpado):

Como me encontrei procurando a tal da Dory

Lembro de ter pensado que as crianças deveriam estar ali para assistir aos outros filmes, afinal faziam 2 semanas que o desenho da Pixar estava em cartaz...

Errei feio, errei feio, errei rude.

Aparentemente, todas as 10.827 crianças estavam ali para apreciar o mesmo filme que eu, e por ter chegado somente 15 minutos antes da sessão, fui obrigada a sentar praticamente embaixo da tela, ao extremo canto esquerdo da sala. AWESOME.

Nem tudo estava perdido, no entanto. Apesar do barulho provocado pelos pequenos, consegui absorver o filme da forma mais aconchegante possível (talvez nem tanto, tinha esquecido o casaco, e estava morrendo de frio).

Procurando Dory tinha a difícil missão de superar ou se equiparar ao seu antecessor da franquia, o aclamado Procurando Nemo. E consegue, à sua própria maneira, tornar-se tão memorável quanto. A personagem de Dory, tão adorada no primeiro filme, ganha aqui seu merecido destaque e profundidade, contando o que aconteceu com ela antes de conhecer Marlin e seguir na empreitada de resgatar Nemo, e inicia sua jornada de ir atrás de sua própria família, lutando sempre contra a sua doença que a tornou, ironicamente, memorável a todos nós: a perda de memória recente.

E é através desse artifício, que Procurando Dory encontra sua própria identidade, e nos entrega uma nova aventura. Sim, eu sei não há nada de realmente inovador no longa, e sim, eu também sei que ele segue a mesma fórmula de Procurando Nemo, porém, eu gosto da forma como os papéis se invertem aqui. No primeiro, era o pai que procurava o filho, e nesse é a filha que busca os pais, mas com uma profundidade diferente.

Antigos personagens são encontrados, com destaque é claro, para Marlin e Nemo, mas somos introduzidos também à novas carinhas tão incríveis quanto, com destaque para: GERALDO.

Como me encontrei procurando a tal da Dory

NÓS TE AMAMOS, GERALDO.

Como me encontrei procurando a tal da Dory

O desenho, TALVEZ, não seja tão engraçado quanto o primeiro filme, devido ao drama vivido pela Dory que constantemente sofre as consequências de sua doença, mas ao mesmo tempo, não deixa de ser divertido.

É o tipico desenho da Pixar que faz você se sentir com o coração aquecido, e que consegue mais uma vez, arrancar gargalhadas e fazer um cisco entrar no seu olho.

O mais legal, foi perceber as diferentes reações que ele causa nas crianças e nos adultos, SÓ AMOR.

Por fim, saí do cinema com a incrível sensação de que preciso ir mais às sessões vespertinas das quartas-feiras, seja pelas criancinhas com sapatos que acendem luzinhas subindo e descendo as escadas, seja pelas vovós que não sabem em qual fila ficar, seja pelas mães que claramente só levaram os bebês de 1 ano e meio ao cinema como desculpa para ver o desenho, ou seja pelas lindas da Pixar, Disney ou Dreamworks.

Deixo então o convite para assistirem essa belezura ;)

PS: O curta metragem apresentado antes, Piper: Descobrindo o Mundo, é MARAVILHOSO.

Termino aqui, com a imagem mais fofa do mundo:

Como me encontrei procurando a tal da Dory
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lais.siqueira
23 anos, amante de cinema, séries, livros, pets, festivais de música, sapatos, e que não tem absolutamente ideia nenhuma do que está fazendo.