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Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Lilis Sobral
há 2 meses26.9k visualizações

Que tal usar a tecnologia como companheira nesta que deve ser a maior aventura de sua vida?

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Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Uma série de apps pode ajudar a controlar o período fértil, a saúde do feto, a hora do sono e até o álbum de fotos do seu bebê. Conheça dez sugestões:

1- Clue

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Esse aplicativo não é o primeiro da lista por acaso. O Clue serve para acompanhar todo o ciclo menstrual e indicar cada uma das etapas, inclusive o período fértil – muito útil para quem está tentando engravidar.

No início, o sistema usa configurações padrões e média global para calcular cada uma das etapas do ciclo. Porém, conforme o tempo passa, ele vai aprendendo sobre a usuária e ficando cada vez mais preciso.

O bacana é que dá para outra pessoa baixar o app e acompanhar o ciclo de quem está usando. Assim, o casal pode monitorar junto a janela de fertilidade.

iTunes: Gratuito, cinco estrelas
Google Play: Gratuito, 4,7 estrelas

2 - Gravidez+

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

O app pode ser usado desde a descoberta da gravidez e serve para acompanhar semana a semana o desenvolvimento do bebê e a saúde da mãe.

Alguns recursos interessantes são as imagens estimadas do tamanho da criança, o diário pessoal e o diário de visita ao médico, que permite anotações detalhadas e ajudam na hora de fornecer ricos detalhes a cada consulta.

Uma das ferramentas mais divertidas é o guia de nomes. O aplicativo traz diversas sugestões para meninos e meninas em pastas separadas por nacionalidade. Você pode marcar seus nomes preferidos e revisitar quantas vezes quiser, além de poder ordenar por nomes mais utilizados ou ordem alfabética.

iTunes: Gratuito, cinco estrelas
Google Play: Gratuito, 4,5 estrelas

3 - Sprout

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

O Sprout também tem alguns recursos similares, como as imagens de acordo com o período de gestação. Um dos diferenciais mais interessantes são os recursos para consultas médicas. O app permite que você prepare uma lista de perguntas antes de cada consulta para ir anotando as dúvidas na hora que elas surgem. Também permite gravar as respostas do seu médico e consultar quando for preciso, de maneira organizada ali dentro do app.

iTunes: Gratuito, 4,5 estrelas
Google Play: Gratuito, 4,5 estrelas

4 - Canguru gravidez

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

O aplicativo é recheado de informações sobre gravidez, parto e primeiros meses do bebê. A maior vantagem é que ele tem conteúdo validado por profissionais. Ou seja: nada de mitos ou opiniões sem base por ali.

O Canguru também tem fóruns que conectam as gestantes com profissionais de saúde, permitindo que você tire dúvidas em conversas descontraídas. Atenção: nada substitui a consulta cara a cara com seu médico. Mas que é uma mão na roda, isso é!

iTunes: Gratuito, cinco estrelas
Google Play: Gratuito, 3,8 estrelas

5 – Minha gravidez e meu bebê hoje

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Esse é mais um app para monitorar as etapas da gestação. O diferencial dele é o foco em conteúdo. Ou seja: a cada fase, traz dicas bem apuradas sobre o que está acontecendo com mamãe e bebê naquele momento.

iTunes: Gratuito, cinco estrelas
Google Play: Gratuito, 4,7 estrelas

6 -Mommacise

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Cuidar da saúde da mãe é cuidar também da saúde do bebê e o Mommacise dá uma força nessa missão.

O aplicativo tem uma série de exercícios que podem ser praticados por gestantes. Ensina os movimentos em detalhes, sugere peso e repetições e ajuda a montar diferentes treinos.

Por enquanto, o Mommacise está disponível apenas em inglês. Os desenhos dos exercícios, porém, são simples de entender.

iTunes: US$ 2,99
Google Play: Não disponível

7 – Count the kicks

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

O contador de chutes tem uma história linda. Ele foi criado por cinco mães americanas que, depois de sofrerem a dor de perder um bebê, decidiram inventar um sistema que ajude outras gestantes a monitorar a saúde do feto e perceber com antecedência se algo não vai bem. Elas criaram uma instituição e o app é uma das ferramentas.

O contador de chutes é um diário para você anotar tudo o que sente a partir de 28 semanas e monitorar a saúde do bebê. O app avisa se alguma anotação não está dentro do comum para o período e te ajuda a consultar o médico na hora certa.

Por enquanto, não está disponível em português.

iTunes: Gratuito, três estrelas
Google Play: Gratuito, três estrelas

8 - Contração temporizador

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Bom para todas as mamães e quase indispensável para as que vão ter parto normal. O app ajuda a monitorar as contrações com dados de duração e intervalo. Baseado em dados globais, ele emite um alerta sobre a hora de ir para o hospital. Uma ideia bacana é que outra pessoa possa baixar e auxiliar a mãe a fazer a contagem. Além disso, tem uma função que toca música clássica para ajudar a passar pelo momento com mais tranquilidade.

Google Play: Gratuito, 4,4 estrelas

9 - Canções de ninar para os bebês

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

Nasceu! E não quer dormir de jeito nenhum.... Que tal um app para tocar músicas de ninar para seu bebê?

Pois é, basicamente o Spotify dos recém-nascidos. O app para Android é todo em português e fácil de usar. O iTunes tem outras opções similares para iOS.

Google Play: Gratuito, 4,4 estrelas

10 - Baby pics

Da gravidez ao primeiro ano: 10 aplicativos para as mães

O app traz temas e ferramentas de edição para as fotos do seu bebê. Um dos recursos mais bacanas são os adesivos que marcam as etapas da vida: “meu primeiro Natal”, “meu primeiro corte de cabelo”, “meu primeiro dente”.... tem de tudo para digitalizar o álbum do bebê!

iTunes: US$ 2,99, 4,5 estrelas
Google Play: R$ 10,99, 4,6 estrelas

Como (e por que) montar uma creche parental

Lilis Sobral
há 2 meses8.0k visualizações

Está difícil cuidar das crianças sozinha? Conheça o modelo de cuidado compartilhado que é novidade no Brasil

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Como (e por que) montar uma creche parental

Quantos adultos são necessários para cuidar de uma criança? Com certeza mais do que dois. Além da mãe e do pai, é preciso toda uma rede de apoio para garantir que o ser humaninho esteja (quase) sempre limpo, alimentado, educado, entretido e respirando.

Em muitos casos, essa rede envolve avós, tios e opções pagas, como babá e escola. Mas e se a família não for disponível e a grana estiver curta? Hora de montar uma creche parental.

Calma, não estamos falando em criar uma comunidade hippie (embora essa também seja uma opção). O modelo de cuidado compartilhado é novidade no Brasil, mas existe na França e na Alemanha há anos, inclusive com apoio dos respectivos governos.

Por aqui, o esquema é bem informal. São grupos de pais que se organizam para cuidar juntos dos filhos, normalmente quando eles têm até 4 anos. Depois dessa idade, é obrigatório por lei que a criança esteja na escola.

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Aqui vão 3 motivos para começar uma creche parental agora mesmo:

É muito mais barato

Esqueça as mensalidades caríssimas das creches particulares. Na creche parental, os pais decidem se vão contratar cuidadores, alugar um espaço e que materiais serão comprados. Os custos são divididos entre todos os participantes. A creche pode ser itinerante, ou seja, cada dia na casa de um ou em espaços públicos. Desse jeito fica ainda mais econômico.

O cuidado é pessoal e personalizado

Ser cuidado por outros pais é muito diferente de estar em uma creche ou escola. Além de ser um ambiente familiar e acolhedor, na creche parental as regras são definidas pelo grupo, de forma democrática e horizontal. Também é uma oportunidade de acompanhar de perto o dia a dia do filho e tomar decisões mais diretas sobre essa rotina.

Dá para discutir formas de educar

Cada família tem um jeito de criar as crianças. Poder conversar sobre diferentes tipos de educação, trocar experiências e testar modelos é uma das vantagens de estar em um grupo de pais que cuida junto dos filhos. Conviver com outras famílias também aumenta o leque de valores e referências das crianças.

Parece uma ótima ideia, não? Tudo certo e nada resolvido. A parte mais complicada, como sempre, é aplicar a teoria à prática. Segue então um breve roteiro para dar vida a uma creche parental:

1) Leia tudo o que encontrar na internet sobre creches parentais

O grupo Cuidados coletivos Crianças pode ser um bom ponto de partida.

2) Tenha amigos pais

Mais do que isso: tenha amigos pais que gostem da ideia de compartilhar os cuidados dos filhos e não achem isso coisa de louco. Talvez seja preciso fazer novos amigos.

3) Organize a rotina de trabalho

O ideal é que cada pai cuide das crianças em pelo menos um período de um dia da semana. Como nem todo mundo tem horários flexíveis, o jeito é apresentar uma proposta para a empresa. Mostre sua pesquisa e explique que a iniciativa é inovadora. Se eles forem espertos, vão dar valor ao seu espírito criativo empreendedor.

4) Não desista tão rápido

É um grande desafio construir regras, rotinas e formas de educar em conjunto. Só com muita conversa e paciência, além de mais conversa e mais paciência. A boa notícia é que vai ter uma galera para dividir tudo, das trocas de fralda às discussões existenciais. Melhor do que tentar dar conta de tudo sozinha, né?

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lilis.sobral
Jornalista que gosta de escrever textos como conversa na mesa de um bar.