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10 cuidados necessários para tomar com crianças no sol (não só na praia)

10 cuidados necessários para tomar com crianças no sol (não só na praia)
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Verão, férias escolares, as crianças têm que brincar no sol. O sol é fundamental para o crescimento e para a vida não só das crianças, mas dos seres humanos – inclusive, renegar o poder disso pode provocar deficiências em vitamina D – a vitamina controla 270 genes, alguns deles relacionados ao sistema cardiovascular.

Tudo bem, mas o sol também pode provocar queimaduras, desidratação e outros problemas sérios. Existe um tempo de exposição correto para o sol? Só usar protetor solar basta? Quais são os melhores horários?

Essas 10 dicas, baseadas no Consenso Brasileiro de Fotoproteção da Sociedade Brasileira de Dermatologia, vão ajudar você e as crianças a terem uma relação mais saudável com o sol. Compartilhe e comente com os amigos! :-)

1. Passe o protetor solar pelo menos 15 minutos ANTES das crianças saírem ao sol

Esse é o tempo ideal para absorção do protetor solar pela pele. A aplicação deve ser feita sem roupa ou com a menor quantidade possível.

2. Vai para a praia ou para a piscina? Aplique a cada duas horas.

De acordo com o mesmo documento, esse é o intervalo ideal para reaplicação. Porém, se a criança ficar mais de uma hora sob a água, ela deve também aplicar novamente o protetor.

3. Use a “regra da colher de chá”

10 cuidados necessários para tomar com crianças no sol (não só na praia)

Não há problema em aplicar em duas camadas consecutivas. A recomendação dada é 2 mg por centímetro cúbico.

4. Bebês com menos de seis meses não devem ter longa exposição ao sol

Não se recomenda o uso de protetor solar para crianças com menos de seis meses de idade – logo, a longa exposição ao sol para elas não é recomendada. Quando no sol, essas crianças devem usar camisetas e chapéus. Existem camisetas para bebês com tecidos que evitam as radiações ultravioleta.

5. Use a “regra da sombra” para a criança entender que não deve ficar exposta ao sol

O período das 10h às 15h não é recomendável para exposição da criança ao sol. Porém, como ela pode entender isso, se a brincadeira está tão divertida na praia, na piscina ou no parque? Use a “regra da sombra”: se a sombra do corpo no chão for menor que a altura, é melhor sair do sol. Mesmo com protetor solar bem mais forte.

6. Em qualquer pele, use no mínimo FPS 30

Mesmo na pele negra ou na pele parda, o FPS 30 deve ser usado no mínimo – de preferência em produtos indicados para a população infantil.

7. O tipo de protetor não é o mesmo para crianças antes e depois dos 2 anos

Para crianças entre 6 meses e 2 anos, a preferência deve ser por produtos compostos especialmente por filtros físicos, ou inorgânicos. Produtos em creme e bastões são recomendáveis. A partir de 2 anos, a preferência é por produtos com resistência à água, fácil aplicação e melhor capacidade de espalhar na pele. Loções cremosas e aerosol são bem aceitos.

8. Não basta usar apenas protetor – é necessário se hidratar

O uso do protetor solar é tão necessário quanto a hidratação das crianças. Tomar muita água durante as atividades na praia, na piscina ou no parque é fundamental para que a criança sofra menos com os efeitos do sol.

9. A prática de esportes ao ar livre exige protetor solar

Parece óbvio, mas não é: as crianças que vão andar de bicicleta, correr, patinar, andar de skate, entre outras atividades, também precisam de proteção solar, de preferência com muita resistência à água. E o intervalo de aplicação é o mesmo para a atividade na praia ou na piscina: duas horas, ou menos se a transpiração for muito intensa.

10. O céu não está azul? Use o protetor solar da mesma forma

A exposição aos raios ultravioleta independe da claridade do céu: as crianças podem se queimar mesmo em dias nublados ou chuvosos. Mesmo com o céu escuro, não esqueça do protetor solar.

Saudar o “esforço” das crianças pode ser prejudicial, diz psicóloga

Saudar o “esforço” das crianças pode ser prejudicial, diz psicóloga
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A psicóloga da Universidade de Stanford Carol Dweck escreveu em 2007 um livro chamado Mindset: A Atitude Mental Para o Sucesso, que se tornou um best seller. O livro traz a ideia de que existem dois padrões mentais: aquele que considera que o talento é inato e aquele que leva para o sucesso, na qual a habilidade aumenta com o esforço ao longo dos anos.

Entretanto, nove anos depois da publicação do seu best seller, Dweck faz uma alteração na sua teoria: para ela, dizer para as crianças que “está tudo bem falhar em uma tarefa se o esforço foi muito grande” pode prejudicar o crescimento. À revista “Education Week”, Dweck disse: “Recentemente, alguém me fez uma pergunta que me deixou sem dormir. É sobre o medo de que os conceitos de padrões mentais, que cresceram para contar o movimento de baixa auto-estima, não poderiam perpetuar a baixa auto-estima.”

Isso, diz Dweck, aconteceria por um motivo: o “esforço” que não leva a lugar nenhum dá uma sensação de fracasso muito superior ao “esforço” que faz sentido. Parece uma lógica normal para adultos, mas para crianças, saudar o esforço que não leva a lugar nenhum pode fazer com que a criança pense que não tem capacidade de superar aquele erro. “Não é apenas esforço pelo esforço, como abstração. Alguns educadores usam o 'você se esforçou' como um prêmio de consolação, e isso nem sempre leva ao crescimento.

Porém, qual seria a solução? Segundo Dweck, não é dizer para as crianças não esforçarem ou condenarem suas falhas. Existe uma palavra que cria um atalho para o desenvolvimento.

“Nós percebemos que em certas frases, o “ainda não” ou “ainda” tem um poder enorme na motivação. Se um estudante diz “eu não sou bom em matemática – ainda” ou “eu não consigo fazer isso – ainda”, isso quer dizer que, com a sua orientação, ele vai continuar sua trajetória de aprendizado e chegar lá. Sai da ideia fixa e vai para uma ideia de crescimento, de aprender usando o tempo”.

O que você acha disso? Compartilhe o texto e dê sua opinião.

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