Luis Felipe dos Santos's story
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Mattel muda as bonecas Barbie para sobreviver

Em 2014, durante uma teleconferência sobre os resultados da Mattel, executivos mostraram um dado preocupante e outro positivo. O preocupante: as vendas da Barbie estavam caindo muito. O positivo: essas vendas foram “canibalizadas” por uma outra franquia da Mattel, a Monster High. Formada em 2010, a franquia Monster High tem como mote bonecas que são filhas de monstros (como Drácula, Frankenstein, Medusa, Múmia) e estão na mesma “high school”.

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“A Monster High celebra as diferenças”, disseram executivos, “por isso ela tem apelo para crianças pequenas e também maiores”. O CEO da Mattel, Bryan Stockton, não parecia muito interessado no que os executivos disseram. “Na verdade, a Barbie precisa de uma repaginada”. O investimento da Mattel foi em fazer Barbies com cabelos melhores, mais brilhantes e olhos maiores. Nenhuma mudança prevista sobre os corpos das garotas. No máximo, buscar o padrão Monster: maior cabeça, menor corpo.

Não funcionou. No dia 25 de janeiro, Stockton se demitiu como CEO, entregando resultados de vendas bem ruins. Embora a Barbie continue sendo a boneca mais vendida do mundo, as vendas caíram 21% no último quarto de 2015. A Mattel perdeu impressionantes 59% em lucros no último quarto do último ano, mesmo com as vendas de Natal. Pela primeira vez na história a empresa perdeu o primeiro lugar na produção de brinquedos – agora, a líder é a Lego. As ações da Mattel caíram 20% nos últimos 6 meses.

Ao sair, Stockton disse ao Washington Post que a empresa precisava ser mais inovadora – não só na produção de brinquedos, mas no marketing e nos anúncios. Foi implantada uma divisão chamada Toy Box, ao estilo de uma startup, para funcionar como um hub de criatividade e alimentar as parcerias de entretenimento.

Nesta quinta-feira, na revista Time, surge o grande anúncio: as Barbies terão corpos um pouco mais parecidos com os das meninas “reais”. “Agora podemos parar de falar sobre o meu corpo?” diz, em letras garrafais, a imagem de uma menina loira com curvas mais acentuadas, na capa da revista.

“Odiadores vão odiar. Nós queremos é deixar claro que as pessoas que amam a Barbie amem ainda mais – e talvez mudar os sentimentos negativos para neutros”, disse Richard Dickson, presidente da Mattel, à “Time”.

Não é apenas uma adaptação aos novos tempos: é uma tentativa de salvação. Nunca ser real esteve tão na moda.

10 cuidados necessários para tomar com crianças no sol (não só na praia)

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Verão, férias escolares, as crianças têm que brincar no sol. O sol é fundamental para o crescimento e para a vida não só das crianças, mas dos seres humanos – inclusive, renegar o poder disso pode provocar deficiências em vitamina D – a vitamina controla 270 genes, alguns deles relacionados ao sistema cardiovascular.

Tudo bem, mas o sol também pode provocar queimaduras, desidratação e outros problemas sérios. Existe um tempo de exposição correto para o sol? Só usar protetor solar basta? Quais são os melhores horários?

Essas 10 dicas, baseadas no Consenso Brasileiro de Fotoproteção da Sociedade Brasileira de Dermatologia, vão ajudar você e as crianças a terem uma relação mais saudável com o sol. Compartilhe e comente com os amigos! :-)

1. Passe o protetor solar pelo menos 15 minutos ANTES das crianças saírem ao sol

Esse é o tempo ideal para absorção do protetor solar pela pele. A aplicação deve ser feita sem roupa ou com a menor quantidade possível.

2. Vai para a praia ou para a piscina? Aplique a cada duas horas.

De acordo com o mesmo documento, esse é o intervalo ideal para reaplicação. Porém, se a criança ficar mais de uma hora sob a água, ela deve também aplicar novamente o protetor.

3. Use a “regra da colher de chá”

10 cuidados necessários para tomar com crianças no sol (não só na praia)

Não há problema em aplicar em duas camadas consecutivas. A recomendação dada é 2 mg por centímetro cúbico.

4. Bebês com menos de seis meses não devem ter longa exposição ao sol

Não se recomenda o uso de protetor solar para crianças com menos de seis meses de idade – logo, a longa exposição ao sol para elas não é recomendada. Quando no sol, essas crianças devem usar camisetas e chapéus. Existem camisetas para bebês com tecidos que evitam as radiações ultravioleta.

5. Use a “regra da sombra” para a criança entender que não deve ficar exposta ao sol

O período das 10h às 15h não é recomendável para exposição da criança ao sol. Porém, como ela pode entender isso, se a brincadeira está tão divertida na praia, na piscina ou no parque? Use a “regra da sombra”: se a sombra do corpo no chão for menor que a altura, é melhor sair do sol. Mesmo com protetor solar bem mais forte.

6. Em qualquer pele, use no mínimo FPS 30

Mesmo na pele negra ou na pele parda, o FPS 30 deve ser usado no mínimo – de preferência em produtos indicados para a população infantil.

7. O tipo de protetor não é o mesmo para crianças antes e depois dos 2 anos

Para crianças entre 6 meses e 2 anos, a preferência deve ser por produtos compostos especialmente por filtros físicos, ou inorgânicos. Produtos em creme e bastões são recomendáveis. A partir de 2 anos, a preferência é por produtos com resistência à água, fácil aplicação e melhor capacidade de espalhar na pele. Loções cremosas e aerosol são bem aceitos.

8. Não basta usar apenas protetor – é necessário se hidratar

O uso do protetor solar é tão necessário quanto a hidratação das crianças. Tomar muita água durante as atividades na praia, na piscina ou no parque é fundamental para que a criança sofra menos com os efeitos do sol.

9. A prática de esportes ao ar livre exige protetor solar

Parece óbvio, mas não é: as crianças que vão andar de bicicleta, correr, patinar, andar de skate, entre outras atividades, também precisam de proteção solar, de preferência com muita resistência à água. E o intervalo de aplicação é o mesmo para a atividade na praia ou na piscina: duas horas, ou menos se a transpiração for muito intensa.

10. O céu não está azul? Use o protetor solar da mesma forma

A exposição aos raios ultravioleta independe da claridade do céu: as crianças podem se queimar mesmo em dias nublados ou chuvosos. Mesmo com o céu escuro, não esqueça do protetor solar.

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