O Big Bang
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
O Big Bang
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
O Big Bang
ic-spinner
Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

As superbactérias estão com os dias contados: conheça os “pontos quantum”

As superbactérias estão com os dias contados: conheça os “pontos quantum”
Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸

Pesquisadores da Universidade Colorado Boulder, nos Estados Unidos, desenvolveram um método que aniquila bactérias resistentes a antibióticos, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Materials. Em um teste de laboratório, nanopartículas mataram 92% das células das bactérias resistentes a remédios, enquanto 8% ficaram intactas.

Os “pontos quantum” - nome dado pelos pesquisadores às nanopartículas – simulam os semicondutores utilizados na eletrônica, e são cerca de 20 mil vezes menores que um fio de cabelo. Quando ativados pela luz, eles mostram ser mortais para as células das superbactérias.

“Diminuindo esses semicondutores até a nanoescala, nós conseguimos criar interações altamente específicas no ambiente celular, que apenas miram na infecção”, afirma o autor do estudo, Prashant Nagpal. Não é a primeira vez que nanopartículas são usadas para combater bactérias: outras pesquisas afirmaram que nanopartículas de metal são efetivas contra infecções que não são curadas por antibióticos. O problema é que o efeito colateral, em relação ao metal, é extremamente danoso ao organismo saudável, o que não acontece com os pontos quantum.

O material celular infectado tem maior propensão a ser ativado pela luz. Dessa forma, as nanopartículas ficam inativas na escuridão, mas se tornam ativas em determinados comprimentos de onda de luz – os mesmos que ativam o material celular infectado.

“Antibióticos não são apenas a base do tratamento de infecções bacterianas, mas de aids e câncer também. Falhar em proporcionar tratamentos efetivos contra bactérias resistentes não é uma opção, e agora a tecnologia está mais próxima de solucionar isso”, afirmou um dos pesquisadores, Anushree Chatterjee.

Você leu a pasta de história
Story cover
escrita por