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Este vídeo mostra como os vegetais mudaram desde o início da humanidade

O vídeo acima, da Business Insider, mostra como eram as frutas antes da humanidade aprender a cultivá-las.

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A cenoura selvagem, por exemplo: era branca ou púrpura, muito fina, tinha um sabor forte e uma aparência que se assemelha ao aipim - bem diferente da cenoura brilhante, laranja e suculenta de hoje.

A berinjela antiga tinha espinhos e várias cores, do amarelo ao azul, e algumas eram inclusive redondas; os espinhos desapareceram com o cultivo seletivo. 

O milho selvagem era pequeno (19 milímetros) e seco como uma batata - as mudanças ocorreram principalmente perto do século 15. Só era encontrado na América Central. 

A melancia selvagem parecia uma romã - as sementes ficavam revestidas pela parte branca, bem diferente do suculento interior vermelho de hoje, e precisava ser aberta com um martelo. Só era encontrada na África, onde hoje ficam a Namíbia e Botswana.

 A banana selvagem, cultivada pela primeira vez há 7 mil anos na Papua Nova Guiné, tinha um interior forte e duro, com sementes grandes.

Não aparece no vídeo, mas outra fruta que mudou bastante foi o pêssego - tinha 25 milímetros e a semente ocupava 36% do conteúdo da fruta. Só era encontrada na China. Tinha "gosto de terra".

Mais algumas fontes interessantes sobre o tema:

EUA: todos os adultos devem fazer terapia para identificar depressão

EUA: todos os adultos devem fazer terapia para identificar depressão
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A Força-Tarefa de Serviços Preventivos em Saúde dos Estados Unidos afirma que todos os adultos, incluindo idosos e mulheres grávidas, devem fazer terapia de comportamento cognitivo para identificar possíveis casos de depressão. A recomendação foi publicada no Jornal da Associação Médica Americana nesta terça-feira.

A recomendação se aplica para todas as pessoas acima de 18 anos, atualizando uma orientação anterior de 2009. De acordo com a Força-Tarefa, a terapia de comportamento cognitiva foca em mudar padrões negativos de pensamento.

O órgão é um grupo de especialistas independentes que orienta o governo federal norte-americano para prevenir doenças e complicações. Cerca de 7% dos norte-americanos (16 milhões de adultos) tiveram “pelo menos uma crise depressiva” no último ano, segundo a Aliança Nacional de Saúde Mental dos EUA. 41 mil americanos cometeram suicídio por ano, um índice maior que o de acidentes de carro no país, e 90% desses casos têm alguma ligação com problemas de saúde mental.

"A depressão está entre as principais causas de doenças entre pessoas acima dos 15 anos de idade. Afeta as pessoas doentes, as famílias, o mercado e a sociedade em geral. A identificação e o tratamento com antidepressivos ou psicoterapia melhoram significativamente a morbidade clínica dos pacientes", afirmam os especialistas.

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