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EUA: todos os adultos devem fazer terapia para identificar depressão

EUA: todos os adultos devem fazer terapia para identificar depressão
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A Força-Tarefa de Serviços Preventivos em Saúde dos Estados Unidos afirma que todos os adultos, incluindo idosos e mulheres grávidas, devem fazer terapia de comportamento cognitivo para identificar possíveis casos de depressão. A recomendação foi publicada no Jornal da Associação Médica Americana nesta terça-feira.

A recomendação se aplica para todas as pessoas acima de 18 anos, atualizando uma orientação anterior de 2009. De acordo com a Força-Tarefa, a terapia de comportamento cognitiva foca em mudar padrões negativos de pensamento.

O órgão é um grupo de especialistas independentes que orienta o governo federal norte-americano para prevenir doenças e complicações. Cerca de 7% dos norte-americanos (16 milhões de adultos) tiveram “pelo menos uma crise depressiva” no último ano, segundo a Aliança Nacional de Saúde Mental dos EUA. 41 mil americanos cometeram suicídio por ano, um índice maior que o de acidentes de carro no país, e 90% desses casos têm alguma ligação com problemas de saúde mental.

"A depressão está entre as principais causas de doenças entre pessoas acima dos 15 anos de idade. Afeta as pessoas doentes, as famílias, o mercado e a sociedade em geral. A identificação e o tratamento com antidepressivos ou psicoterapia melhoram significativamente a morbidade clínica dos pacientes", afirmam os especialistas.

Lojistas que facilitam a devolução de produtos vendem mais e...devolvem menos

Lojistas que facilitam a devolução de produtos vendem mais e...devolvem menos
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Uma pesquisa da Universidade Texas-Dallas mostra que lojistas que facilitam as condições para devolução de produtos têm mais retornos nas vendas, e o índice de devolução dos produtos é menor quando o prazo é estendido. De acordo com o estudo, um tempo maior para devolver o produto e um percentual significativo de reembolso são os principais fatores que fazem os consumidores comprarem mais nas lojas.

“Quanto mais o consumidor tem o produto em mãos, mais ligado ele fica”, afirma o pesquisador Ryan Freling. “Sem a pressão de devolver rapidamente para a loja, maior é a chance do consumidor pensar que o produto 'não é tão ruim'”, afirma.

A possibilidade de devolução “sem fazer perguntas” faz com que o consumidor volte a comprar na loja. Segundo o estudo, o impacto do aumento nas vendas é maior que o impacto econômico das devoluções.

Foram analisadas 11.662 operações de compra em 21 estudos diferentes sobre consumo. As características das condições de devolução observadas foram tempo, dinheiro (reembolso), esforço (o que é preciso para devolver o produto), escopo (se o produto permanecia em estoque) e troca (quando a loja oferece créditos ao invés de reembolso ou um novo produto).

Nos EUA, a taxa de devolução de produtos no varejo fica em torno de 8%, índice que está em crescimento devido ao aumento das vendas online. Segundo a empresa Forrester, para vendas online o índice fica em 12% nos EUA, contra 4% no Brasil.

Foto: William Murphy/https://www.flickr.com/photos/infomatique/7319625050

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