Luz, câmera, figurinos.
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Todo mundo tem uma história para contar
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O Grande Hotel Budapeste

A figurinista da vez é nascida em Turim, na Itália em 1946. Ela assinou os figurinos dos filmes "Laranja Mecânica", "Barry Lyndon", "Carruagens de Fogo" e "Maria Antonieta" .  Além de ter sido responsável pelos trajes de "O Iluminado", "Entre dois amores", "O Poderoso Chefão - Parte 3" e "Deus da Carnificina". Já sabe de quem estamos falando?  Estamos falando de Milena Canonero.

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O Grande Hotel Budapeste

O filme de Wes Anderson conta a história de Gustave H, o lendário concierge em um famoso hotel europeu entre o período de guerra. Ele conhece um jovem empregado, Zero Moustafa, o mensageiro e os dois vivem aventuras e uma bela amizade. Vivem também as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.

Falando em transformações históricas, o filme se passa em um país fictício e foi todo filmado na Alemanha. Um dos grandes acertos do filme é sua paleta de cores. Como a história se passa num período de guerra, alguns figurinos até mesmo o cenário do hotel apresentam tons cinzas e frios.  Mas a mistura do tons pastéis e o colorido vibrante trazem alegria e sofisticação no ambiente.

O Grande Hotel Budapeste
O Grande Hotel Budapeste
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Já o figurino do filme se destaca principalmente pelas vestimentas masculinas, que contextualiza uma época em que o "confortável porém chic" era uma das regras sociais. Milena assinou toda a produção das peças mas teve ajuda de duas grandes maisons Padra, Fendi e Louis Vuitton.

O Grande Hotel Budapeste
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Outro figurino em destaque é de Tilda Swinton, com uma beleza diferenciada dos padrões hollywoodianos, ela aparece transformadíssima no filme.  O seu personagem, uma mulher de 90 anos, muito rica e excêntrica era também uma colecionadora de arte e a sua profissão estava presente nas suas roupas, tanto que uma de suas peças tem inspiração no famoso  quadro Retrato de Adele Blovh-bauer I de Gustave Klimt.

O Grande Hotel Budapeste
O Grande Hotel Budapeste
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O filme tem um eixo temporal bem contextualizado, com peças da década de 20 a 40. A história é muito bem contada e você não consegue tirar os olhos de um cenário tão envolvente.  Aquela dica, se não viu poem na lista Wes Anderson vai te deixar apaixonado.

 

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Sim, aqui tem muito amor envolvido. Eu vi esse filme inúmeras vezes e todas as vezes que eu o vejo novamente, fico babando nos figurinos lindíssimos.

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A gente está falando sobre o The Great Gatsby de 2013, o remake do filme de 1974. O filme dirigido por Baz Luhrmann, é baseado na obra do escritor americano F. Scott Fitzgerald e se passa em 1922, década de 20, para mim,  uma das décadas mais lindas da história. (Onde acontece a libertação da mulher e o nascimento de grandes marcas como a Chanel que estava  reinventando o sportswear e fazendo roupas femininas inspiradas nas masculinas.) Mas falamos disso em outro momento ;)

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O figurino foi comandado por Catherine Martin e teve a colaboração de Miuccia Prada. Essa parceria rendeu 40 modelos e foram feitos a partir do dos arquivos das maisons italianas de Prada e Miu Miu.  

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Os anos 20 foi uma década carregada de expressão e luxo, as mulheres recém-libertas do espartilho usavam vestidos com a silhueta tubular, deixando braços e pernas a mostra. As peças foram confeccionadas em diversos tecidos, como veludo e variações de seda, trazendo aplicações de cristais, paetês, canutilhos e franjas, além de peles.  A maquiagem era o batom carmim nos lábios e olhos marcados por rímel, sombra escura e sobrancelhas finas e pintadas. Cabelos curtos com as pontas saindo das orelhas até a maçã do rosto.

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 Um mundo cheio de excessos, reflete o real momento de riqueza pela qual passava a sociedade americana, enriquecida após a Primeira Guerra Mundial, mas que se acaba em 29 com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York.  Esse mundo paralelo de glamour é permeada pelo Jazz, cheio de luxo e poder era apresentada nas grandes festas dadas por Jay Gatsby.  

Falando nele, as peças masculinas eram sofisticadas e caminhavam entre terno, smoking, flores e lenços nas lapelas.

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O figurino é lindo e hipnotizante, assim como a história de amor que é contada no filme. Nada passou em branco, os cenários meticulosamente montados te tele-transportam para um mundo que te traz uma outra realidade. Todas as jóias do filme foram desenvolvidas com a parceria da Tiffany & Co, que contavam com a inspiração na art déco, movimento da época.

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Se você ainda não viu é um ótimo filme para se por na lista, caia no mundo mágico e luxuoso de Jay Gatsby.

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