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Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

Jogo mistura os personagens da série Mario, da Nintendo, com os Rabbids da desenvolvedora francesa Ubisoft. É uma boa ideia? Ele é um bom exclusivo do Nintendo Switch? E como foi a apresentação explosiva dele na E3?

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft
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(Fotos: Pedro Zambarda/Drops de Jogos)

Um destaque inesperado da maior feira de games do mundo, o jogo que mistura personagens conhecidos da cena internacional de games é focado tanto no público casual quanto para quem gosta de RPGs de tabuleiro.

O título Mario + Rabbids Kingdom Battle chegou exclusivamente para o console Nintendo Switch no dia 29 de agosto de 2017 e o site Drops de Jogos pôde testar o game antes, na E3. O jogo, anunciado no palco da feira por Shigeru Miyamoto (criador do Mario) e Yves Guillemot (presidente da Ubisoft), traz os principais mascotes das duas empresas para um único mundo.

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

Elencamos aqui cinco motivos para apreciar este título que oscila entre o público casual e os fãs de longa data de Mario.

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

1. Tem uma história maluca e legal

Numa realidade paralela, o Reino do Cogumelo tem personagens duplicados. Mario, Luigi, Peach e Toad tem versões Rabbids e o encanador italiano precisa reencontrar seus amigos. Para isso, ele precisam resolver puzzles e vencer batalhas. O enredo envolve uma menina fã da franquia Mario e sua inteligência artificial o Beep-O.

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

O desenvolvimento ficou a cabo da Ubisoft em suas filiais em Paris e em Milão, mas o projeto todo teve aprovação de Miyamoto.

2. É um bom RPG por turnos com boas referências

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

O jogo é tipo Role-Playing Game (RPG) com turnos de ataque e defesa diante dos inimigos. Os cenários de quebra-cabeça e avanço nas áreas são distintos dos embates.

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

Você deve avançar no cenário e atirar, de acordo com o ângulo e os obstáculos no cenário. Para facilitar combos e o combate em si, é permitido andar na direção de um personagem aliado e utilizá-lo como "trampolim" para acertar inimigos e chefes pelas costas ou pela lateral.

O jogo foi inspirado no título de aliens XCOM, mas lembra também Final Fantasy Tactics graças a evolução dos personagens, que recebem armas mais fortes para enfrentar os coelhos.

3. Personagens Rabbids diferente dos originais da Nintendo

A Peach dos Rabbids é viciada em tirar selfies com seu celular cor-de-rosa. O Luigi dos Rabbids é ainda mais medroso. É legal ver estes novos personagens, que podem fazer parte ou não do seu grupo com versões distorcidas de figuras que já conhecemos.

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

Há também inimigos gigantescos do lado dos Rabbids, como um que imita o macacão Donkey Kong. Então prepare-se para entrar em apuros no reino.

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

4. O jogo foi ridicularizado no anúncio, mas conquistou a E3

Anunciado em maio de 2017, Mario + Rabbids virou meme em redes sociais como o Twitter e muitos gamers ridicularizaram a iniciativa da Ubisoft, que é uma desenvolvedora conhecida por jogos bugados. O projeto, apresentado pela unidade de Milão em 2014, no entanto, conquistou os visitantes da E3 por sua qualidade. Não é a toa que foi um dos títulos mais disputados da feira.

5. Diversão que entretêm por horas de forma casual

Cinco bons motivos para jogar Mario + Rabbids, da Ubisoft

A primeira uma hora  de Mario + Rabbids transcorre sem que o jogador sinta. Numa curva de dificuldade que lembra os games tradicionais de Mario, a modalidade de tiros com obstáculos por turno deixa tudo muito divertido. Trata-se de um jogo, portanto, que não tem vergonha de ser para "todas as idades". 

A relação entre o game Hellblade: Senua's Sacrifice e a depressão

Saiba mais detalhes do jogo "indie triple AAA" que está chamando atenção em agosto. É uma viagem que vale a pena para os gamers.

A relação entre o game Hellblade: Senua's Sacrifice e a depressão
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(Fotos: Divulgação)

[O TEXTO CONTÉM SPOILERS SOBRE O GAME. JOGUE PARA SABER MAIS]

Um jogo que mistura fantasia com um problema psicológico real é uma boa jornada para quem está ou esteve enfrentando um momento difícil na vida. Conheça também a história de um estúdio independente que fez de fato um projeto muito interessante para a cena internacional de games.

A relação entre o game Hellblade: Senua's Sacrifice e a depressão

Hellblade é um jogo cinemático, curto e foi lançado no dia 8 de agosto. O game foi anunciado na Gamescom de 2014 pela Sony e foi desenvolvido pela Ninja Theory, empresa que fez Heavenly Sword, Enslaved: Odyssey to the West e DmC: Devil May Cry. Apesar dos grandes títulos criados por eles, o estúdio tem cerca de 20 desenvolvedores, ou seja, é independente. É uma pequena empresa.

A relação entre o game Hellblade: Senua's Sacrifice e a depressão

O jogo lida com cultura celta e viking, além de ter o apoio de neurocientistas em seu desenvolvimento. A grande indústria de games é chamada convencionalmente de "triple AAA". Hellblade quer ser um "indie triple AAA".

E eles atingiram o objetivo.

A viagem depressiva de Senua

A relação entre o game Hellblade: Senua's Sacrifice e a depressão

Com rock industrial de trilha sonora, feita por grupos como Combichrist e VNV Nation, o jogo brinca com ruídos e alucinações o tempo todo. A história principal é a viagem da protagonista Senua até o Hel, no inferno nórdico.

A depressão é um distúrbio psíquico que não se caracteriza somente pela tristeza, mas sim uma profunda angústia de raízes sociais e afetivas. E é este o sentimento que acompanha a protagonista em sua jornada.

Mesmo com uma equipe reduzida, o time da Ninja Theory criou efeitos visuais baseados na captação de movimentos faciais que dão vida aos sentimentos de Senua.

O jogador precisa fazê-la superar a perda de seu amado na sua jornada de caída até às sombras. A jornada da depressão da personagem foi permeada por boatos de que a morte dela seria permanente no título.

O game brinca com este conceito e amplia, gerando empatia com o sofrimento da personagem.

A atriz Melina Juergens deu vida ao sofrimento de Senua, que é permeado por combates que misturam Dark Souls e God of War. Desta forma, o jogo atrai tanto por sua carga sentimental quanto pelo capricho nos aspectos técnicos.

É, portanto, um indie game de gente grande. Um grande título de 2017 ao tratar de um distúrbio que normalmente é pouco abordado nos jogos.

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pedrozambarda
Escreve desde os 8 anos. É editor do Geração Gamer e Drops de Jogos, além de ser repórter do Diário do Centro do Mundo.