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Cinco vantagens do novo Destiny 2 em relação ao seu antecessor

O MOBA e jogo de tiro da Bungie com a Activision chegou com tudo no segundo semestre de 2017, prometendo e entregando mais coisas do que seu antecessor direto.

Cinco vantagens do novo Destiny 2 em relação ao seu antecessor
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(Fotos: Divulgação/Bungie)

O primeiro Destiny chegou em 9 de setembro de 2014 sendo o primeiro título da Bungie depois da franquia Halo. E ele faz parte de um novo contrato de 10 anos entre a Activision e a Bungie. Ou seja, teremos muito jogos à frente.

Cinco vantagens do novo Destiny 2 em relação ao seu antecessor

Destiny 2 chegou no dia 6 de setembro de 2017 para os consoles PlayStation 4 e Xbox One. O jogo traz as boas características de tiro do original de 2014, mas com detalhes mais consistentes que prendem melhor o gamer.

Cinco vantagens do novo Destiny 2 em relação ao seu antecessor

Tudo isso torna Destiny 2 bem menos superficial do que o primeiro.

Cinco vantagens do novo Destiny 2 em relação ao seu antecessor

Seguem então cinco características que mostram que o segundo game superou bastante o primeiro.

1. Campanha mais densa

O jogo de 2014 era superficial sobretudo neste aspecto. Destiny 2 parece ter corrigido isso. Você começa com todos os Guardians em decadência, queimando sob a Red Legion, uma nova ameaça.

O singleplayer dura apenas 10 horas e é consideravelmente fácil, o que não chama a atenção. Mas a dramaticidade dos eventos aliados a uma trilha sonora de tirar o fôlego compensam  a aventura.

2. Classes interessantes para o multiplayer

Assim como o primeiro, as classes dos Guardians chamadas de Titan, Hunter e Warlock, estão presentes e repensadas, pois evoluem de novas formas. Oss golpes especiais foram substituídos, com upgrades bonitos visualmente.

Este é o elemento mais MOBA do game, funcionando como um jogo de batalha em arena. Com habilidades distintas, cada classe pode ajudar no trabalho em equipe.

3. Sidequests mais recompensadoras

As missões além da principal eram muito desgastantes no primeiro Destiny, sobretudo antes do DLC The Taken King. Agora elas rendem itens úteis para o seu personagem.

Isso ajuda e torna a curva de aprendizagem dentro do game mais interessante.

4. Conexão entre os dois games

Apesar de muitas mudanças desconectadas, Destiny 2 permite começar com o save do game anterior. A mudança, no entanto, não permanece em habilidades que você conquistou, mas na memória de alguns NPCs que se recordam do que você fez no verão passado.

5. Mundo aberto não tão aberto assim

O novo Destiny permite a exploração de planetas. Mas não confunda isso com mundo aberto. Tratam-se de espaços para matar novas criaturas e acumular experiência.

Cinco vantagens do novo Destiny 2 em relação ao seu antecessor

Se interessou pelo novo lançamento? Confira dois vídeos de gameplay do Drops de Jogos.

Cinco influências vivas de Castlevania: Symphony of the Night em seus 20 anos

Drácula voltou à moda em 2017, duas décadas depois do lançamento de um de seus jogos mais famosos para PlayStation. Confira curiosidades sobre Symphony of the Night.

Cinco influências vivas de Castlevania: Symphony of the Night em seus 20 anos
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(Fotos: Divulgação/Konami/Kickstarter/Netflix)

Os anos 90 nos videogames estão atuais como nunca, com o retorno expressivo de consoles antigos como Mega Drive e SNES além do aniversário de décadas de aniversários de inúmeros títulos. 1997 foi um grande ano nos jogos eletrônicos e este título evidencia isso.

Cinco influências vivas de Castlevania: Symphony of the Night em seus 20 anos

Castlevania: Symphony of the Night foi lançado no dia 20 de março de 1997 e fez história nos videogames, entre tantos jogos da saga de vampiros. Ambientado em 2D, o game foi inovador em inúmeros aspectos naquele ano, o que o torna um título querido até os dias atuais.

Em uma franquia com mais de 30 games, é difícil de se destacar. Mas Symphony of the Night se tornou um clássico "cult" da série, sendo um fracasso no PlayStation dentro dos Estados Unidos e resgatado em 2006 numa nova versão para Xbox 360.

Confira cinco fatos que mostram que Castlevania: Symphony of the Night continua atual como nunca.

1. Um herói vampiro

Diferente dos jogos anteriores desde 1986, Symphony of the Night trouxe um protagonista direto do universo dos chupadores de sangue. Alucard é um vampiro que surge após a queda do caçador Richter Belmont e o ressurgimento de seu pai Drácula.

A motivação dele é justamente acabar com os delírios de seu progenitor. Originalmente, Alucard era um inimigo no jogo Castlevania III: Dracula's Curse de 1989. No entanto, naquele título ele parece um vampiro comum, enquanto a releitura de Castlevania: Symphony of the Night o transformou num jovem de cabelos loiros quase pálidos e belo, praticamente andrógino.

2. Primeiros traços femininos na série

Hoje muito mais comum, a indústria de jogos eletrônicos tinha poucas artistas femininas. Mas Symphony of the Night trouxe o trabalho de uma delas para os holofotes.

Ayami Kojima se destacou na produção do game por dar os traços principais para Alucard, Drácula e todos os personagens. Seu primeiro trabalho em Castlevania seria tão marcante e que repercutiria em games posteriores. 

A artista e designer japonesa depois trabalhou em Castlevania Chronicles (2001), Castlevania: Harmony of Dissonance (2002), Castlevania: Aria of Sorrow (2003), Castlevania: Lament of Innocence (2003), Castlevania: Curse of Darkness (2005), Castlevania: The Dracula X Chronicles (2007) e Castlevania: Harmony of Despair (2010).

3. Mundo aberto como parâmetro

Embora a série Metroid já tenha feito isso na Nintendo, foi em Symphony of the Night que consolidou a mecânica de "mundo aberto em 2D". O que isso significou? Você não precisava deslocar apenas o herói do ponto A até o ponto B, de maneira linear. É possível entrar e sair das mesmas salas e desvendar mistérios diferentes.

Metroid e Castlevania consolidaram tão bem essas mecânicas que hoje elas são conhecidas como "metroidvania". A desenvolvedora brasileira JoyMasher, que fez os games Oniken e Odallus: The Dark Call, utilizam o mundo aberto em seus games retrô.

Grandes títulos em 3D também utilizam. GTA V, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain e outros são alguns exemplos de 2015 para cá do mundo aberto em três dimensões, ainda mais amplo do que o 2D.

4. Ele fez um sucessor espiritual

Cinco influências vivas de Castlevania: Symphony of the Night em seus 20 anos

O produtor e programador Koji Igarashi abriu uma campanha de financiamento coletivo no Kickstarter para um novo game independente chamado Bloodstained: Ritual of the Night. A meta da vaquinha era de apenas US$ 500 mil, mas ele conseguiu US$ 5,5 milhões.

Bloodstained será em 2,5D, ou seja, em 2D com gráficos 3D. O título está sendo desenvolvido com o motor gráfico Unreal 4 e está previsto para 2018.

O nome é inspirado numa maldição de um cristal que mina a vida dos protagonistas. Embora o título do jogo faça uma referência a sangue, Igarashi já disse em entrevistas que a história não tem nada a ver com o Drácula de Castlevania.

5. Influências na série da Netflix

Cinco influências vivas de Castlevania: Symphony of the Night em seus 20 anos

Embora seja uma adaptação do jogo Castlevania III: Dracula's Curse (1989), a série da Netflix baseada em Castlevania traz elementos de Symphony of the Night. Em apenas quatro episódios, ela aprofunda a história de Trevor Belmont e Drácula em Wallachia, na Romênia.

A animação, no entanto, apresenta Adrian Tepes, o filho de Drácula e Lisa, com o mesmo design de Castlevania: Symphony of the Night. O vampiro, cujo codinome é Alucard (Drácula ao contrário), é mostrado com o desenho de Ayami Kojima: Pálido, com semblante bastante feminino e munido de uma espada.

O game de 97 está mais vivo do que nunca. Gostou de saber as curiosidades? Ouça então o programa da Rádio Geek, parceira do Drops de Jogos, especial sobre Symphony of the Night.

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pedrozambarda
Escreve desde os 8 anos. É editor do Geração Gamer e Drops de Jogos, além de ser repórter do Diário do Centro do Mundo.