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Conheça a história de Star Fox 2, jogo interrompido que retorna em 2017

Anunciado com o Super Nintendo mini neste ano, jogo era pra ter sido lançado nos anos 90 e retorna somente agora.

Conheça a história de Star Fox 2, jogo interrompido que retorna em 2017
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Grata surpresa no anúncio do relançamento do Super Nintendo para 29 de setembro de 2017, Star Fox 2 foi planejado para 1995, na era do SNES original. Abandonado, o jogo foi retomado agora com o lançamento do console mini junto com outros 21 títulos que já foram lançados.

 Por isso, é importante que você saiba a história deste título que tinha tudo para ficar na gaveta da Nintendo. Entenda como ele estava e por qual motivo ele voltou agora.

Conheça a história de Star Fox 2, jogo interrompido que retorna em 2017

Quase terminado e interrompido

O desenvolvimento de Star Fox 2 foi coberto pela mídia internacional e ele estava praticamente terminado quando foi engavetado. Uma demo foi disponibilizada na CES de inverno (mesma época que depois teríamos a E3) de 95. A versão alpha trazia Fara Phoenix com o nome de "Lady" e um símio chamado "Saru" que era na verdade o vilão Andross.

O produtor Shigeru Miyamoto pessoalmente pediu pelo cancelamento do projeto porque ele possuía gráficos 3D avançados para o Super Nintendo na época, mas inferiores ao PlayStation (Sony) e ao Saturn (SEGA). A Nintendo também queria liberar espaço para que todos os projetos tridimensionais fossem para o N64.

Foi assim que nasceu, também em 3D, Star Fox 64 em 1997.

Miyamoto estava pessoalmente envolvido com Star Fox 2. Ele era produtor direto do projeto, que pertencia à Argonaut Games, criadora do primeiro Star Fox. A iniciativa estava com 95% dos trabalhos concluídos, em testes na Mario Club.

Conheça a história de Star Fox 2, jogo interrompido que retorna em 2017

Imagens do projeto vazaram e fãs na internet traduziram diálogos do japonês para o inglês. No gameplay, era possível ver screens de mapas, como em Star Fox Command (Nintendo 3DS), além de Airwings transformadas em robôs bípedes chamados "Walkers" como os que estavam presentes em Star Fox Zero (Nintendo WiiU).

E a história?

O enredo do jogo começa com uma visão de cima do sistema Lylat, com naves inimigas pelo caminho e os gigantes mísseis de Andross, vilão do primeiro, em rota de colisão com Corneria. O jogador precisa traçar uma rota para as naves do esquadrão Star Fox para assim interceptar os mísseis, naves inimigas e eventualmente chegar até a nave-mãe do vilão para derrotá-lo, muitas vezes em missões de invasão.

De acordo com um dos programadores que trabalhou no projeto, Dylan Cuthbert, há ainda mais elementos que nunca foram revelados como o modo "Rogue" que permitiriam que fatores aleatórios tornassem cada partida um pouco mais única. Ainda não é possível saber se eles estarão na versão do jogo do SNES Classic que sai em 2017. Muitos destes detalhes vazaram na internet.

Agora é esperar pra ver como será, certo?

Um ano de Pokémon GO: O que ele acertou e o que errou?

O jogo que colocou realidade aumentada no mapa também teve os seus vacilos. Entenda o que ele significou

Um ano de Pokémon GO: O que ele acertou e o que errou?
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No dia 22 de julho, comemorando o aniversário de um ano de Pokémon GO, o presidente da Niantic e criador do jogo, John Hanke, foi vaiado num evento de US$ 20 em homenagem ao título. Na ocasião, sua empresa americana com parceria dos bichos da Nintendo havia liberado lendários e eles estariam no local. A rede de internet móvel do festival caiu e não voltou a funcionar. Por isso ocorreram as vaias.

Apesar dos inúmeros problemas do game com conexão 3G e bugs com localidades que possuem poucos monstrinhos, Pokémon GO alcançou alguns números significativos com seu um ano de vida. Ele foi baseado no jogo Ingress, que formava quests de disputas por localidades, assim como os grupos em ginásios de Pokémon.

Um ano de Pokémon GO: O que ele acertou e o que errou?

Saiba alguns fatos deste primeiro ano de Pokémon GO.

O que ele acertou?

  • Poucos meses depois do lançamento, Pokémon gerou pelo menos US$ 7 bilhões em especulação no mercado financeiro, justamente por reviver a tecnologia da realidade aumentada.
  • As ações da Nintendo, em 2016, com o lançamento de Pokémon GO, chegaram a disparar 93%. A alta acumulada chegou a 120%.
  • Em 2017, depois de liberar os 151 monstrinhos de Kanto (Pokémon Red/Blue/Yellow), os 100 Pokémon de Johto apareceram no jogo.
  • Já há lendários como Articuno e Lugia dentro do título.
  • O app continua gratuito, gerando verba principalmente na venda de itens.

No que Pokémon GO errou?

Um ano de Pokémon GO: O que ele acertou e o que errou?
  • A geolocalização do game virou um verdadeiro mapa de desigualdade social no mundo todo, deixando menos monstrinhos nas periferias de grandes cidades ou mesmo em municípios no interior.
  • O jogo demorou muito para ter um sistema de trocar de Pokémon eficiente.
  • O gameplay em si é repetitivo: você precisa aumentar o level, capturar mais monstros e ter os candies necessários para fazer as evoluções.
  • Todos os fatores combinados tornaram o jogo menos atraente com o tempo, perdendo 80% de seus jogadores em cinco meses.
Um ano de Pokémon GO: O que ele acertou e o que errou?

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pedrozambarda
Escreve desde os 8 anos. É editor do Geração Gamer e Drops de Jogos, além de ser repórter do Diário do Centro do Mundo.