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O que sabemos de Death Stranding, o novo projeto de Hideo Kojima

Revelado em alguns trailers a partir de 2016, o projeto pode ser a investida mais ousada do homem que criou as franquias Metal Gear, Policenauts, Zone of Enders e outras.

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(Fotos: Divulgação/Kojima Productions)

Uma criança num mar com manchas de petróleo? Militares semelhantes a nazistas com feições cadavéricas? Um jogo dentro de um jogo? Qual será a nova mensagem de Hideo Kojima neste título?

Anunciado na E3 2016 depois de sua saída da Konami, após mais de 20 anos de trabalho, Death Stranding é o novo game de Hideo Kojima. O título parece se voltar para um gosto passado do desenvolvedor das séries Metal Gear, Policenauts e Zone of Enders: misturar games e cinema.

O que sabemos de Death Stranding, o novo projeto de Hideo Kojima

E isso se manifesta claramente na seleção de atores para o jogo. Para quem não sabe, Hideo Kojima foi o primeiro desenvolvem responsável, em 1998, por colocar atores profissionais para dublar personagens num game. Metal Gear Solid vendeu, graças a essa iniciativa, mais de sete milhões de cópias.

Em Death Stranding, Kojimão parece elevar o profissionalismo das atuações a outro patamar. Escalou Norman Reedus (o ator que faz Daryl Dixon no seriado Walking Dead), Guillermo Del Toro (diretor de Labirinto do Fauno, Blade II e Hellboy) e Mads Mikkelsen (o ator que fez o seriado Hannibal) para o título. São artistas top de linha.

O que estaria Kojima aprontando desta vez?

Paixão pelo cinema

O que sabemos de Death Stranding, o novo projeto de Hideo Kojima

Em seu painel na E3 2017, Hideo Kojima discutiu suas origens nos games com Jordan Vogt-Roberts, diretor Kong: A Ilha da Caveira. Numa comparação com a preparação de um sushi, o desenvolvedor da série Metal Gear diz que jogos eletrônicos são únicos em sua criação.

Mesmo assim, confessou que, se não fosse dev, provavelmente teria enveredado para o cinema, uma de suas paixões. Isso se explica nos aspectos técnicos de Death Stranding.

E quais são as teorias que envolvem o jogo?

Todo game de Kojima possui teorias que rodam a internet até o lançamento do game. Confira algumas:

  • No Reddit, um usuário afirma que, de acordo com os trailers da E3 e da TGA (The Game Awards), os personagens de Norman Reedus e Mads Mikkelsen tem um relacionamento e se conhecem. Norman, por aparecer nu num dos vídeos e sem umbigo, seria um cientista que descobriu como viajar no tempo;
  • A Eurogamer lançou como melhor teoria que linka com a demo de terror PT (Playable Teaser), lançada por Kojima em 2014 com Norman Reedus. Death Stranding, numa oposição ao conceito de Live Stranding, seria uma brincadeira com a morte;
  • Há outra teoria na rede social NeoGAF de que o gameplay de DS será dependente da ajuda de players, sendo necessariamente cooperativo. Algumas pessoas especulam que ele terá o estilo furtivo da série Metal Gear misturado com horror;
  • O próprio Kojima diz que o jogo será muito grande, disse à IGN. O criador do jogo afasta a ideia de que ele terá horror, embora os materiais de divulgação apostem num atmosfera obscura. Haverá, como em todos os seus games, uma dose de humor e referências. Hideo Kojima soa como o Quentin Tarantino dos jogos, muitas vezes;
  • Ainda no Reddit, há usuários que afirmam que o gameplay de Death Stranding não será regular. Vai misturar espionagem, ficção científica e gêneros que geralmente não dialogam. As falas de Hideo Kojima em público dão força para esta teoria.

O que podemos concluir?

O que sabemos de Death Stranding, o novo projeto de Hideo Kojima

Death Stranding não tem data de lançamento e considerando Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, o jogo promete ser grande. Hideo Kojima estará pela primeira vez no Brasil em outubro, durante a Brasil Game Show para uma premiação.

Talvez seja o caso da gente perguntar em pessoa ao mestre sobre seu game. 

Como Dragonball Fighter Z já é uma grande promessa para jogos em 2018

Um destaque inesperado da E3 2017 da Bandai Namco, Fighter Z já uma grande promessa. O que será que ele nos entrega no ano que vem?

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(Fotos: Divulgação/Bandai Namco)

Anunciado num surpreendente trailer durante a conferência da Microsoft na E3 em junho de 2017, Dragonball Fighter Z é um jogo de luta simples e empolgante. Premiado por sites como IGN e UOL Jogos, a produtora Bandai Namco o trouxe para o Brasil durante o Anime Friends e ele foi exibido na Gamescom.

Dragonball Fighter Z chegará em fevereiro de 2018 para PC, PlayStation 4 e Xbox One. O jogo de luta foi disponibilizado na E3 2017, maior feira de games do mundo, com os lutadores Goku, Vegeta, Gohan (jovem), Cell (forma final), Freeza (forma final) e Majin Boo (forma inicial). os comandos do game se desenvolvem com meia lua pra frente e para trás, em comandos simples para elevar o ki ou soltar os poderes.

O jogo está em desenvolvimento pela Arc System Works, a mesma de Double Dragon e Gulty Gear, e traz gráficos 2,5D, ou seja, são gráficos 3D com performance bidimensional. Na prática, é um game de luta simples bem estilizado, graças aos gráficos produzidos Unreal Engine.

Como Dragonball Fighter Z já é uma grande promessa para jogos em 2018

Depois da E3, vários personagens foram revelados para o título. Piccollo, Kuririn eTrunks (do futuro) foram revelados em anúncios isolados da Bandai Namco.

Na Gamescom, maior feira de jogos da Europa que ocorreu em agosto, foram revelados os Androides 17 e 18, além do 16. Com mecânicas parecidas com Marvel vs Capcom, o título performa muito melhor do que a série Xenoverse, iniciada em 2015, que apostava mais em combates 3D - o que resultava numa jogabilidade lenta burocrática.

Nos combates, os personagens se transformam. Goku pode ser tornar Super Sayajin e Super Sayajin 3, as evoluções da sua raça alienígena - aumentando o cabelão que muda do preto para o loiro - que estavam presentes no anime (desenho japonês) bem-sucedido nos anos 90. E há novidades modernas dentro deste game.

Como Dragonball Fighter Z já é uma grande promessa para jogos em 2018

Novidades do desenho novo

O game é baseado em Dragon Ball Z, produção feita pelo desenhista Akira Toriyama e lançado pela Toei em 1989, com exibição no Brasil na década seguinte. Dentro do título, no entanto, há novidades de Dragon Ball Super, nova série de animes lançada em 2015.

Novos lutadores revelados em agosto são Goku e Vegeta na forma Super Sayajin Blue, o equivalente a um deus dentro do universo do desenho japonês.

Menos é mais

Como Dragonball Fighter Z já é uma grande promessa para jogos em 2018

(Foto: Pedro Zambarda/Drops de Jogos)

Jogar FighterZ na E3 foi uma experiência prazerosa em junho de 2017. O game atrai tanto os fãs casuais de jogos de luta quanto quem já está acostumado com o gênero.

E há um tempero adicional: quem viveu os anos 90 vai se sentir assistindo um episódio de DBZ e efetivamente vivendo seus dilemas no anime.

Não por acaso o Drops de Jogos elegeu este game como o melhor da E3 2017, exatamente por provar que menos é mais.

Pode esperar sem medo, porque promete ser um jogão.

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pedrozambarda
Escreve desde os 8 anos. É editor do Geração Gamer e Drops de Jogos, além de ser repórter do Diário do Centro do Mundo.