Bem-estar
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Bem-estar
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
Bem-estar
ic-spinner
Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

Álcool 3 ou 4 vezes por semana pode reduzir risco de diabete

PrincessButtercup
há 2 meses1.6k visualizações

Sim, álcool faz bem. Apenas de vez em quando e em doses moderadas, é verdade, mas uns drinks têm lá seus benefícios. Agora, um estudo observou que beber três ou quatro vezes por semana pode proteger você de forma considerável contra a diabete.

Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸
Álcool 3 ou 4 vezes por semana pode reduzir risco de diabete

A pesquisa, conduzida por cientistas de Universidade do Sul da Dinamarca e publicada no jornal especializado Diabetologia, constatou que o ato de beber em casa na maioria dos dias estava associado a um risco reduzido de 27% em homens e 32% em mulheres - em comparação com pessoas que não bebem.

O estudo avaliou números de 70.551 homens e mulheres que participaram de uma grande pesquisa de saúde e responderam perguntas sobre seus hábitos de bebida e foram monitorados durante cinco anos. Pesquisas anteriores já relacionavam o consumo moderado de álcool à redução no risco de diabete, mas a nova pesquisa é a primeira a se concentrar na frequência com que se bebe.

O vinho foi a bebida que teve o maior efeito contra a doença. Segundo os pesquisadores, porque contém substâncias que melhoram o equilíbrio do açúcar no sangue. Tanto para homens quanto para mulheres, sete ou mais taças de vinho por semana são suficientes para diminuir o risco de diabete em 25-30% em comparação com a ingestão de até uma taça de vinho no mesmo período.

No caso de cervejas, beber de um a seis copos reduzem 21% a chance de diabete em homens. Em mulheres, não foi observada diferença alguma. 

Tomar antibiótico 'até o fim da receita' é mito perigoso, sugere pesquisa

PrincessButtercup
há 3 meses1.4k visualizações

Você sabe bem como funciona essa rotina, né? Garganta inflamada, você vai no médico, e ele te manda tomar uma semana de antibiótico. E não é só isso. Na maioria dos casos, a receita vem acompanhada do seguinte conselho: “é pra tomar até o fim!” Você melhora em três dias, mas continua no antibiótico por uma semana. Mas será que isso faz mesmo sentido?

Colaborar com amigos em assuntos que você ama
Pedir coautoria ▸
Tomar antibiótico 'até o fim da receita' é mito perigoso, sugere pesquisa

A justificativa comum é que se você parar de tomar a medicação antes do fim, as bactérias podem se tornar mais resistentes. Só que agora um grupo de cientistas argumenta que tomar antibiótico “até o fim” é um grande mito. E tem mais: um mito que pode prejudicar sua saúde.

Segundo a pesquisa, publicada no British Medical Journal e liderada pelo professor Martin Llewelyn, da Brighton and Sussex Medical School, em 85% dos casos, o mais indicado é parar a ingestão de antibióticos assim que os sintomas desaparecerem. O estudo afirma que “completar o tratamento” é contra uma das crenças mais fundamentais da medicina, que é a pessoa se medicar o mínimo possível.

Ainda segundo os pesquisadores, a exposição mais longa aos antibióticos pode - ao contrário do que se pensa - tornar as bactérias mais resistentes à medicação. Logo, não faz sentido prolongar o tratamento após o fim dos sintomas, já que coloca os pacientes sob riscos desnecessários.

O estudo também levanta a discussão sobre a melhor “mensagem simples” a ser passada aos pacientes - e ao público em geral. Afinal, recomendar a interrupção do tratamento “assim que você se sentir melhor” pode não ser o mais indicado. Nem sempre o desaparecimento (ou a redução) de um sintoma significa que uma infecção foi eliminada. Ou seja, todo cuidado é pouco. 

Você leu a pasta de história
Story cover
escrita por
Writer avatar
pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.