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Experiências trazem mais felicidade do que objetos, diz a ciência

Pilar Magnavita
há 2 anos6 visualizações
Experiências trazem mais felicidade do que objetos, diz a ciência
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No século VI a.C., um camarada já dizia: a felicidade não está naquilo que temos, mas naquilo que somos. Esse cara foi Buda e depois dele ainda vieram inúmeros outros para acrescentar e corroborar esse pensamento. Ainda somos muito materialistas, mas certamente já começamos a despertar um cadinho mais para o valor das experiências. E a ciência vem nos ajudar a esclarecer que comprar algo pode ser muito legal naquele momento, mas viver algo bacana é alegria pra se levar ao túmulo.

Uma porção de estudos tem revelado que até mesmo experiências desagradáveis, como ficar perdido num lugar estranho ou férias desastrosas chegam a ser são mais valorizados do que bens materiais, passados alguns anos.

Thomas Gilovich, professor de psicologia na Universidade de Cornell, na cidade americana de Ithaca (NY) que as coisas novas são apenas emocionante e legais no momento da aquisição. Com o tempo, a gente perde o barato em todas elas. Já aprender uma nova habilidade ou viajar é muito mais gratificante. É o que se conhece como o paradoxo de Easterlin. Ou seja, um objeto que dura mais que uma situação não traz tanta felicidade quanto um momento vivido. É que nem sempre (quase nunca) a felicidade é instantânea, mas quando ela vem, ela dura.

É importante ressaltar o seguinte: prazer não é felicidade. A sensação química de bem-estar do corpo pode acontecer na hora, mas felicidade é sentimento mais pleno e duradouro. Felicidade é algo que se vive e não se experimenta com os sentidos.

Deixar de gastar com roupas, por exemplo, para viajar é muito mais gratificante, segundo os pesquisadores. Concordam? Eu concordo demais! Falou em viajar e minhas malinhas já estão prontinhas, na porta de casa.

Experiências trazem mais felicidade do que objetos, diz a ciência

Em um experimento, as pessoas tiveram que contar se ficavam felizes depois de comprar novos produtos ou terem tido experiências peculiares ou interessantes. Nenhum objeto bateu o nível de alegria da galera que realmente viveu alguma coisa.

Os especialistas ainda descobriram que as experiências que fizeram as pessoas infelizes no momento, como perrengues de viagem ou aniversários conturbados, se solidificavam na memória como situações realmente felizes, porque valeu, no fim das contas, como uma vivência real, com prós e contras. As experiências estressantes, desagradáveis ​​ou assustadoras podem ser transformados em histórias engraçadas com o tempo ou podem ser revistas no quadro mental como experiências valiosas de aprendizagem.

Ah! E as experiências compartilhadas foram muito melhor avaliadas do que as experiências mais solitárias. Isso significa que gostamos de estar com a galera. Nem que essa galera seja só a família repenica da gente.

Sabem porque as experiências são tão mais legais?

1) Experiências não podem ser quantificadas.

2) Experiências nos ajudam a definir nossos propósitos de vida e paixões que adotamos

3) Experiências fazem a gente entender melhor certas coisas porque amplia nossos horizontes. Com isso não ficamos muito perdidinhos na vida sem entender como as coisas no mundo realmente funcionam. Até ajudam a gente a se entender!

4) Experiências ensinam lições de vida. Afinal, o que é a vida senão uma sucessão delas?

5) Experiências te acompanham até o último instante da vida

Por isso viver é mais importante. ;o)

Experiências trazem mais felicidade do que objetos, diz a ciência

#gente #vida #experiências #materialismo #ciência

Estudo conclui que vídeo-games despertam emoções profundas

Pilar Magnavita
há 2 anos20 visualizações
Estudo conclui que vídeo-games despertam emoções profundas
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Sabe a máxima: "em um relacionamento sério com meu vídeo-game"? Nunca foi tão verdadeira. É sério, gente! Não sou eu que estou dizendo. É a ciência!

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Penn State e da Universidade West Virginia sugere que muitos jogos podem trazer experiências bem profundas para o jogador. Como em um romance! Os cientistas convidaram 512 fãs de videogame para relembrar jogos que foram particularmente divertidos e outros bem marcantes. Em seguida, os participantes avaliaram as próprias percepções sobre cada jogo. Eles contaram que se divertiram muito em todos os games, mas tinham prazer maior em alguns títulos com narrativas e personagens. Revelaram que foram capazes de sentirem culpa, tristeza ou felicidade por alguma decisão tomada. Como em livros, uma peça de teatro, filme, música e um bom jogo de RPG.

O que fazia a diferença na hora de tocar o coraçãozinho do jogador eram os detalhes da história e uma certa visão da espiritualidade humana na narrativa.

Estudo conclui que vídeo-games despertam emoções profundas

Mesmo quando o herói da história é um bandido (GTA, por exemplo), a narrativa cada vez mais elaborada tem trazido um toque bem real sentimentos ao jogador, não é verdade?! Até o próprio e famosíssimo FIFA, que coloca o jogador como manager de um time inteiro além do controle dos jogadores em campo, é envolvente o suficiente para viciar todo mundo. Ou vai me dizer que você fica de boa quando teu jogador preferido, que você investiu tempo e dinheiro, pede para sair do teu time? Ou pior: os dirigentes passam por cima de você e negociam o camarada? Fala a verdade...

Estudo conclui que vídeo-games despertam emoções profundas

Pois é! Essa descoberta é o game over para os críticos que afirmam que vídeo-games não são nada mais do que uma mera diversão.

#videogames #jogoseletrônicos #diversão #ciência #pesquisa

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.