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As 4 espiãs mais famosas da história

PrincessButtercup
há um ano64 visualizações

Hoje em dia, o preconceito quase acabou. Todo mundo já sabe que homens e mulheres podem exercer qualquer função com a mesma competência. Infelizmente, nem sempre foi assim. Por muito tempo, acreditou-se que mulheres não tinham a mesma capacidade que os homens. A não ser na espionagem.

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Pois é. Em tempos de guerra (fria ou de fato), obter informação sobre o inimigo era valioso, e o sexo feminino era essencial nessa função. Quatro nomes que ficaram para a história ajudaram a abrir caminho para mulheres em todo mundo. Quer saber quem foram elas? É só rolar a página…

1. Mata Hari 

As 4 espiãs mais famosas da história

É provavelmente a espiã mais conhecida da história, sendo citada em centenas de livros, filmes e games. Hoje em dia, o personagem de Mata Hari, interpretado por Greta Garbo no cinema, é um ícone da história da sétima arte. Diz a lenda que no dia que Mata Hari foi fuzilada, ela jogou um beijo no ar. Há quem siga que foi para seus assassinos. Outros dizem que foi para seu advogado e último amante, presente durante a execução.

A história mais difundida diz que Hari era uma espiã alemã, mas ninguém sabe nem como nem quando ela teria sido recrutada pelo país. Sob o codinome H-21, ela obteve muitas informações para Berlim. Em 1916, a inteligência francesa capturou a espiã e a convenceu a realizar uma missão na Espanha. No entanto, Hari seguiu trabalhando para a Alemanha e por isso foi condenada ao fuzilamento.

2. Nadezhda Plevitskaya 

As 4 espiãs mais famosas da história

Plevitskaya era uma cantora de Kursk que foi levada a São Petersburgo por um cantor de ópera. Nos anos 30, se mudou para Paris e foi recrutada pelo Diretório Político Unificado do Estado Soviético (OGPU). Enquanto cantava por toda Europa, ela e seu marido colhiam informações nos círculos re russos morando no estrangeiro.

Plevitskaya e seu marido foram descobertos em 1937 pela União Militar Russa, uma organização de emigrantes. Ela foi condenada a 20 anos de prisão e morreu sem voltar à liberdade.

3. Mochizuki Chiyome 

A precursora: mais conhecida como Lady Chiyome, Mochizuki treinava mulheres para serem espiãs no Japão do século XVI. Começou em 1561, depois da morte de seu marido samurai. Então fundou um orfanato para ajudar meninas órfãs. Lá, as meninas ganhavam educação básica, mas também eram treinadas para realizar tarefas de espionagem e aprendiam diferentes métodos para obter informação.

4. Josephine Baker 

As 4 espiãs mais famosas da história

Mais uma bailarina que dedicou a vida à espionagem. A americana virou celebridade como artista na França e, na época da II Guerra Mundial, começou a trabalhar para a inteligência francesa. Com seu charme, extraía informação de militares alemães, japoneses e italianos que haviam invadido a França. Ela fazia relatos com tinta invisível que eram levados a seus superiores.

O que você leu sobre millennials e trabalho é lenda

Tapa Da Pantera
há um ano97 visualizações
O que você leu sobre millennials e trabalho é lenda
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O millennial típico (Geração Y) parece que não foi feito para o trabalho em grandes empresas, é viciado em gadgets e só se interessa em si próprio. Pelo menos foi assim que os primeiros autores que descreveram essa geração acabaram por contribuir para esse estereótipo nada bacana. As evidências, no entanto, sugerem que os jovens adultos não têm nada de preguiçosos. Um estudo da Universidade de Radford, no estado americano da Virgínia, concluiu que a ideia de que as gerações mais velhas trabalham mais que os mais novos hoje é um mito, com nenhuma diferença entre profissionalismo entre elas.

A ideia de que os baby boomers (geração do pós-guerra) herdou uma noção de trabalho pesado e frugal ficou tão arraigado na sociedade que os mais jovens tem sido severamente criticados pela visão de vida que trazem para o novo milênio. Apesar da pesada carga horária, maior dependência da tecnologia e conectividade com as questões que envolvem o trabalho quase que 24 horas por dia, discute-se muito se as gerações mais novas como a X (nascidos entre 65 e 80) e os millennials (nascidos de 81 a 2000) têm as mesmas aspirações e afinidades para o trabalho como os mais velhos.

O que você leu sobre millennials e trabalho é lenda

Ao analisar as conclusões de uma variedade de estudos sobre profissionalismo e ética no trabalho, os pesquisadores puderam sintetizar que a diferença entre os baby boomers e as outras gerações é que os primeiros possuem uma visão de que o trabalho representa quase tudo na vida. Os mais novos acreditam que é parte importante, mas apenas uma parte. A explicação é de que, como os mais velhos nasceram após a Segunda Guerra Mundial, em uma época de plena expansão econômica, eles tendem a ver a vida como fundamentalmente a produção econômica.

A Geração X, em contrapartida, nasceu em período turbulentos economicamente e socialmente, o que os trouxe para uma visão de vida um pouco mais diversificada. O profissionalismo está tão presente quanto nas outras gerações, porém, de modo mais abrangente para outras áreas e outras formas.

Os millennials foram considerados preguiçosos e egocêntricos. São pessoas nascidas em mundo com mais três vezes mais pessoas do que os baby boomers, menos ofertas de emprego e muita tecnologia. As famílias mudaram, as horas trabalhadas também e o tipo de trabalho nem se fala. São pessoas que levam para casa, estão exercendo as funções no celular ou computador, de onde estiverem. No entanto, questionam mais e avaliam de maneira mais objetivas processos e ganhos (para si próprio e para a empresa).

No Journal of Business Psychology, os autores desse estudo explicam: “as conclusões de que as diferenças entre gerações não existem quanto ao profissionalismo e a ética de trabalho sugere que as habilidade do século XXI não foram afetadas por nenhuma diferença entre os grupos. As organizações deveriam se concentrar mais nas habilidades de cada um.”

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.