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Chez Assange: museu de Paris recria moradia do fundador do WikiLeaks

Julian Assange ficou famoso em 2010, quando seu site, o WikiLeaks, divulgou uma série de vídeos e documentos envolvendo as forças armadas americanas e suas operações de guerra em locais como Afeganistão e Iraque. Assange, australiano de 45 anos, foi preso, solto e desde 2012 mora na embaixada do Equador em Londres, onde recebeu asilo. Só que desde então ele não pode sair de lá, o que leva o mundo a imaginar como é a vida dentro de um quarto há mais de quatro anos. Pois um museu parisiense resolveu tirar essa dúvida.

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Chez Assange: museu de Paris recria moradia do fundador do WikiLeaks

A mostra sobre Assange se chama “Whistleblower” e está exposta no Gaité Lyrique durante este mês de janeiro de 2017. O trabalho é de um grupo suíço chamado !Mediengruppe Bitnik. Eles conseguiram reproduzir o quarto de Assange na embaixada do Equador aos mínimos detalhes.

O quarto tem uma esteira de exercício, uma dezena de celulares diferentes, várias xícaras de chá, uma cópia de “Arte da Guerra”, de Sun Tzu, a máscara do grupo Anonymous e mais um monte de pastas cheias de documentos com rótulos de todos os tipos. Até o WiFi no museu, quando conectado, “engana” o visitante e mostra um mapa de Londres.

Segundo os produtores, o objetivo da exibição é dar aos visitantes a noção do contraste entre a supervisão rígida da embaixada e os 20 metros quadrados onde as atividades do WikiLeaks continuam com liberdade.

Nova mania mórbida na internet: conheça o #deadpose challenge

Já teve #IceBucketChallenge (aquele do balde de gelo, lembra?), já teve #MannequinChallenge (aquele que todo mundo fica parado enquanto alguém filma o lugar inteiro) e agora eis que surge na internet um desafio um tanto… mórbido. É o #Deadpose Challenge. Nele, as pessoas têm que se fingir de mortas. E o povo já mostra muita criatividade, viu?

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#deadpose

A photo posted by Lisa (@elisa_malebo) on

Esse desafio “teatral” começou na África do Sul e supostamente (“supostamente” porque é realmente difícil tem certeza dessas coisas de internet hoje em dia) foi criado pelo estudante Karabo Mnisi, de 19 anos, um morador da cidade de Pretória. Ele disse que se inspirou em uma famosa cena da época do apartheid - a imagem de Hector Pieterson, morto no Soweto em 1976.

Nova mania mórbida na internet: conheça o #deadpose challenge

Mnisi espera que a mania continue a crescer. Seu objetivo, contudo, é modesto. Ele quer ter 40 mil seguidores no Facebook. Isso significaria que ele seria a “celebridade de Facebook” mais seguida na África do Sul.

A questão toda é que o #Deadpose Challenge não anda tão popular assim. Embora muita gente tenha abraçado o desafio, há também quem diga que é uma brincadeira de mau gosto e que traz má sorte.

#DeadPose for 2017😂😂😂😂😂😂😂

A photo posted by future mfana (@future___mfana) on

Será mesmo que dá azar? Você vai se arriscar?

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.