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Dicas para conhecer gente bacana

Pilar Magnavita
há 2 anos6 visualizações

Vamos falar a verdade: lugar bacana para conhecer alguém bacana nunca foi e nem nunca será na balada, né?! Ao menos não na nossa idade, miguxas e miguxos, e nem para nosso o naipe. Poucos são os casos que dão em namoro, que dirá casamento.

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Afinal, o que você vai encontrar lá?

Tem sempre um gostosão...

...ou uma gostosona...

...para roubar a pessoa que você está a fim.

Tem sempre o caçador (sempre chato!)

As que se acham muito...

... as gasolinas...

... os doidaaaaaços...

... o ricaço carente sangue bom que paga pra geral...

Chega, né, amiga? Né, amigo?

Vou então te dar uma dica legal para encontrar alguém bacana. Porque não vai dar para ser tiozão nem tiazona a vida inteira.

1) Planeje o fim de semana com antecedência

Dicas para conhecer gente bacana

Mantenha um grupo de amigos solteiros disposto a curtir o fim de semana (com um casal ou outro), além de planejar os eventos com antecedência. Estar em grupo em lugares normais como parques, hotéis e eventos te faz muito mais interessante aos olhos dos outros. Mostra que você deve ser uma pessoa muito legal por estar com a galera.

2) Faça cursos

Dicas para conhecer gente bacana

Por incrível que pareça, conhecer gente nova bacana acontece muito nos lugares de ensino. Incrível como esse ambiente é propício para novos romances. As pessoas se conhecem sem o intuito de se “conhecerem” e, papo vai, papo volta... acabam se interessando um pelo outro. E, para puxar papo, sempre tem a desculpa de trocar uma figurinha sobre a aula.

3) Vá à academia

Dicas para conhecer gente bacana

Não é só para ficar marombado ou com a barriga negativa. É para fazer grupo, conhecer gente nova que tope sair de vez em quando na amizade ou não. Assim, você também pode conhecer a amiga da amiga. Ou o amigo do amigo. Entende?

4) Bom humor

Dicas para conhecer gente bacana

Boas histórias, bom temperamento, sorriso sempre. Nada de sair por aí no braço porque se zangou ou de reclamar de tudo. Relacionamentos exigem leveza, espírito esportivo e muitas gargalhadas. Lembre-se de que ninguém gosta de gente chata reclamona, homem briguento ou de nenhum bebê chorão.

5) Apresente-se

Dicas para conhecer gente bacana

Linguagem corporal, galera! Troca de olhares, ombros para trás, sorriso, braços soltos. Mostre-se confiante com muita tranquilidade, porque nada é tão ruim do que fazer gestos calculados. Todo mundo percebe que você não está sendo natural. E puxe um assunto. NATURALMETE! Não vai ficar falando sobre coisas que não tem nada a ver. Em geral, conversem sobre o que se passa ao redor ou faça um comentário irônico de alguém que está com você. O ideal é mostrar para a outra pessoa que você está só afim de conversar com alguém. Se rolar, rolou. Se essa parte é difícil para você, saiba que só a prática ajuda.

6) Invista em redes sociais e sites de namoro

Dicas para conhecer gente bacana

Por que não? As redes sociais são interessantes para saber de festas, shows e eventos variados. E os sites de namoro também são uma opção bem válida, viu?! Sem preconceitos quando o negócio é ser feliz.

7) Seja prestativo(a)

Dicas para conhecer gente bacana

É claro que oferecer o banco do ônibus para uma senhora ou segurar a porta para alguém carregando muitos pacotes não significa que vai conseguir um(a) namorado(a). No entanto, as vezes você fisga o olhar de alguém nos gestos mais singelos, especialmente com as mulheres (que sempre ficam mais atentas a isso). Nessa de ajudar as pessoas, o Universo te ajuda de volta. Pode ter certeza!

8) Lute por uma causa ou abrace uma religião

Dicas para conhecer gente bacana

Encontre algo que realmente goste de fazer, como voluntariado ou lutar por uma boa causa. Começar a frequentar igrejas ou casas religiosas com as quais você tem alguma afinidade também é uma opção muito interessante, não só para você conhecer pessoas bacanas como também buscar aquele conforto a mais que a espiritualidade proporciona. E toda essa ansiedade de conhecer alguém acaba até reduzindo. Pode acreditar!

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Pilar Magnavita
há 2 anos9 visualizações
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Numa manhã, Mariazinha saiu de casa e, a caminho do trabalho, parou no café que gosta e resolveu comer um cookie, aquele biscoito (ou bolacha, vai...) com gotas de chocolate, para começar bem o dia. Mariazinha não tem hábito de comer esse docinho de manhã, mas com aquele café com leite e açúcar, o lanchinho caía muito bem. O que Mariazinha não sabia era que (além dos três quilos que ela ganhou) ela tinha mesmo o hábito de comer o tal cookie. Como, se ela não parava ali todos os dias?

A neurociência já comprovou que a maior parte das nossas ações são reflexos inconscientes (ou irracionais) de situações que nosso cérebro já se treinou para executar. A informação de que Mariazinha se recompensa com um biscoitinho ou com um docinho pela manhã nem fica registrada na memória dela. Esta é até capaz de identificar os alimentos que "costuma" comer, mas não processa facilmente informações como a frequência ou o comidas similiares. Se a nutricionista de Mariazinha perguntar a ela o que costuma comer, ela não conseguirá dizer a verdade. Aliás, é por isso que muitos se utilizam de diários para ter melhor noção daquilo que come.

Doido, né?

Isso é normal! E foi essa capacidade do cérebro de dizer para a gente "fica alerta aí que a gente cuida do trivial" é que fez a humanidade sobreviver as intempéries do inóspito planeta Terra. Serviu para que ficássemos de olho nos eventos que quebrassem certo padrão (o perigo!), enquanto a mente se voltava sozinha para aquilo que não representava risco à vida: ou seja, o hábito.

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, responderam que 40% do que você faz no dia a dia é por força do costume. Todo esse percentual é processado no inconsciente neurológico, como automatismo. O que faz a gente pensar: o quanto, de fato, eu me conheço?

Ah! É aí que aparece o enigma da Esfinge.

A gente não se conhece. E é por isso que a quimera nos devora todos os dias. Talvez até o Alzheimer também, com o tempo. Pois já se sabe que o automatismo também pode desencadear males da cabeça.

Quem quiser melhor esse processo automático da mente, recomendo a leitura do livro do Nobel em Economia, Daniel Kahneman, "Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar", da Objetiva.

É no automatismo que mora o hábito. Bons ou ruins, eles são resultados da irracionalidade. São criados a partir de algum tipo de recompensa. Assim nascem vícios, escolhas erradas de alimentação e até mesmo sua comunicação com outras pessoas. Em geral, levamos dois meses para transformar uma ação rotineira em um hábito.

O assunto chamou atenção de Charles Duhigg, jornalista do New York Times formado em história e pós-graduado em Negócios. Para entender melhor sobre o mundo corporativo que escrevia, começou a estudar melhor o tema "hábitos". A princípio foi apenas para compreender o sistema produtivo de um funcionário e de uma empresa. Depois, com o avançar das pesquisas do MIT às quais teve acesso, trouxe ao público a obra "O Poder do Hábito", também da editora Objetiva, com os resultados dos 30 anos de pesquisa do instituto de tecnologia.

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Segundo o esquema que Duhigg fez no livro, hábitos são criados a partir de uma ação que tem como parceiro outro elemento. Tipo: ao sair de casa de manhã para o trabalho, tenho hábito de comprar o jornal. Eu estipulei um horário, um determinado tipo de roupa e o local onde compro o jornal é no caminho do trabalho. São três condicionantes. Meu hábito já terá elementos para se tornar automático, mas isso só vai acontecer se esse hábito me der uma recompensa. Ao ler o o jornal, consigo chegar no meu trabalho e conversar com as pessoas sobre o que está acontecendo. E com isso me sinto muito bem. Por isso que se viciar em exercício físico só acontece depois de alguns meses, quando os resultados da prática já são visíveis (recompensa) e passa a ser considerado pelo cérebro como algo automático, devido ao tempo de repetição.

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Na boa, acho que meu border collie é mais esperto do que eu. Três repetições e o bicho já pegou o automatismo da coisa!

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.