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Humanos optaram pela monogamia por causa das DSTs

Tapa Da Pantera
год назад158 просмотров

Saliência é bom e o povo gosta, mas, como já dizia a velha sabedoria popular, tudo o que é gostoso é ilegal, engorda ou mata. E nada poderia ser mais verdadeiro do que essa máxima. Pois nossos ancestrais resolveram ser monogâmicos justamente por causa disso. 

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Explico: a descaração dos tempos idos, da nossa parentela mais distante, era ambiente propício para a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis mortais. Não havia ainda o conceito de família, tendo os primeiros humanos comportamento nada diferente dos animais e de outros primatas. Ninguém era de ninguém, se é que me entende.

Humanos optaram pela monogamia por causa das DSTs

Ao passo que as mulheres foram se apegando a certos parceiros, pelas características físicas deles que garantiriam a elas a proteção em ambiente tão adverso, os homens também foram restringindo seu raio de atuação (digamos assim) para evitar doenças venéreas. E imagina o que devia ser conviver com uma gonorreia nas cavernas? Já bastavam os chatos para povoar a vasta cabeleira púbica.

Muitas doenças venéreas também são capazes de contaminar os recém-nascidos pelo parto, enfraquecendo as rústicas organizações sociais da nossa parentada pré-histórica.

E assim nasceu o casamento. E Deus viu que era bom. E com isso veio a sogra, o sogro, a nora, o genro e o cunhado. Ah! os cunhados.... 

É o que diz um estudo de pesquisadores da Universidade de Waterloo, no Canadá. Não sobre os cunhados, mas sobre a poligamia! Os gringos criaram modelos computacionais para calcular a relação entre o tipo de relacionamento predominante, a incidência de DSTs (clamídia, gonorreia e sífilis) e a variação no tamanho da população ao longo de 30 mil anos.

Em mais de 2 mil simulações, eles viram que o surto desses tipos de doenças era muito maior nas comunidades poligâmicas. Ou seja: sem o advento da camisinha, a safadeza e a saliência espalhavam as perebas. E a consequência disso era a queda de natalidade e aumento da mortalidade. A tribo caminhava para a extinção.

Foi então que viram que era mais fácil colar em alguém mais "limpinho", em um tipo de acordo que se chamou de casamento. Mais ou menos na mesma época que também descobriram que, em se plantando, tudo dá. Homem e mulher montam uma choupana, resolvem cuidar da terra, resolvem delimitar o espaço com uma cerquinha branca e criar uns bacuris para a prosperidade. E, para garantir que os filhos também seguiriam a nova #tendência, era preciso punir e exilar os salientes. Por quê? #nãovaiterdoença #somostodosmonogâmicos

E assim nasceu o bacanal e, com o catolicismo, o carnaval.

Humanos optaram pela monogamia por causa das DSTs

É claro que, a partir disso tudo, muitas tribos também acharam mais fácil subjugar a mulher, controlando a poligamia em ambiente onde as doenças poderiam ser extintas. Assim, estabeleceu-se em alguma delas as regras de virgindade e do harém. Nessas, infelizmente, muitos homens também acabavam solteirões, porque o índice de natalidade de homens e mulheres é mais ou menos equilibrado. Nessas, só os mais fortes deixavam descendentes. E para garantir a diversidade do pool genético, era preciso consorciar-se com outras tribos, seja por meio da guerra e rapto, seja pela união amigável.

Humanos optaram pela monogamia por causa das DSTs

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Por Pilar Magnavita

#monogamia #poligamia #safadeza #DSTs #ciência #gente #sociedade #história

Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!

Pilar Magnavita
2 года назад142 просмотров
Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!
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Rapaz, esse povo japonês é mesmo muito diferente. Amo toda essa cultura incrível nipônica e, mais ainda, os animes, com os quais cresci. Mas é inegável que os nossos irmãos do outro lado do mundo são realmente... curiosos. Digo isso porque me deparei com a notícia de que a mocidade japonesa, entre 20 e 39 anos, não anda muito animada para romance não. Para ser exata, quase 40% dessa galera. (!!!) E quando digo romance, estou me referindo tanto ao relacionamento quanto ao vuco-vuco, a saliência, ao assassinato do ganso por afogamento, ao descabelamento do palhaço, ao agasalhemento do croquete, ao tchaca tchaca na butchaca, entre outras 90 expressões que você entende o que significam.

(!!!)

Você, amigo, pergunta: como assim, Bial?

É... também não sei. Uma pesquisa do próprio governo japonês, conduzida pelo Gabinete do Governo do primeiro ministro, Shinzo Abe, descobriu que 37,6% das pessoas na casa dos 20 e 30 anos achavam que romances eram muito trabalhosos e, por isso, preferiam não se dar ao incômodo de se relacionarem para obterem sexo (!!!!!!!!!!!!!).

A boa notícia foi de que mais de 60% ainda acreditavam no poder do amor. S2

A pesquisa foi desenvolvida para o governo combater a baixa de natalidade. Na última semana, o censo japonês divulgou que a população encolheu em quase um milhão de pessoas de 2010 a 2015. Vocês têm ideia do que isso representa para a grande nação japonesa? Gente, é quase 1% a menos (- 0,74%)!

Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!

Do total de todas as faixas etárias, 28,8% disseram que não são casados ​​e não estão em relacionamentos românticos. Destes, 39,1% das mulheres e 36,2% dos homens disseram que não querem um parceiro romântico. Em todas as faixas etárias!!!

A pesquisa também descobriu que pessoas com baixos rendimentos estão menos interessados ​​em relacionamentos românticos. Ou seja, negócio de grana também pega por lá, amigos. 

Para lidar com a baixa taxa de natalidade, o governo se comprometeu a fornecer suporte para todas as fases da vida de indivíduos, do casamento à gravidez e parto, até envolvendo a criação dos filhos. A ideia é fazer mais japonesinhos! E eles precisam se preocupar mesmo com isso, porque, com pouca criança nascendo e velho à beça vivendo cada vez mais, quem paga a conta da previdência? Resultado: se a política do "amor" não funcionar, os velhinhos terão que trabalhar até o último suspiro.

Esta legião de jovens indiferentes ao sexo é chamada popularmente no Japão de "soshokukei danshi" ("meninos herbívoros"). Gente que não é chegada nas carnes, compreende?! Os considerados "herbívoros" geralmente se interessam por moda, são menos competitivos em seus ambientes de trabalho, são mais apegados a suas mães e têm sempre problemas de grana. Tipo... uma apagada BOA na testosterona.

Nenhum está interessado na "perseguida", nem das japonesas e nem das estrangeiras. E também nem cogitam muito a interação homoafetiva, digamos.  De acordo com Megumi Ushikubo, autora do livro "Os refinados homens herbívoros estão mudando o Japão", o país tem uma das taxas de natalidade mais baixas do planeta: um filho por casal.

Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!

#sexo #relacionamento #japão #japonesesnaofazemsexo #novostempos #natalidade

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.