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Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!

Pilar Magnavita
2 yıl önce141 görüntüleme
Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!
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Rapaz, esse povo japonês é mesmo muito diferente. Amo toda essa cultura incrível nipônica e, mais ainda, os animes, com os quais cresci. Mas é inegável que os nossos irmãos do outro lado do mundo são realmente... curiosos. Digo isso porque me deparei com a notícia de que a mocidade japonesa, entre 20 e 39 anos, não anda muito animada para romance não. Para ser exata, quase 40% dessa galera. (!!!) E quando digo romance, estou me referindo tanto ao relacionamento quanto ao vuco-vuco, a saliência, ao assassinato do ganso por afogamento, ao descabelamento do palhaço, ao agasalhemento do croquete, ao tchaca tchaca na butchaca, entre outras 90 expressões que você entende o que significam.

(!!!)

Você, amigo, pergunta: como assim, Bial?

É... também não sei. Uma pesquisa do próprio governo japonês, conduzida pelo Gabinete do Governo do primeiro ministro, Shinzo Abe, descobriu que 37,6% das pessoas na casa dos 20 e 30 anos achavam que romances eram muito trabalhosos e, por isso, preferiam não se dar ao incômodo de se relacionarem para obterem sexo (!!!!!!!!!!!!!).

A boa notícia foi de que mais de 60% ainda acreditavam no poder do amor. S2

A pesquisa foi desenvolvida para o governo combater a baixa de natalidade. Na última semana, o censo japonês divulgou que a população encolheu em quase um milhão de pessoas de 2010 a 2015. Vocês têm ideia do que isso representa para a grande nação japonesa? Gente, é quase 1% a menos (- 0,74%)!

Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!

Do total de todas as faixas etárias, 28,8% disseram que não são casados ​​e não estão em relacionamentos românticos. Destes, 39,1% das mulheres e 36,2% dos homens disseram que não querem um parceiro romântico. Em todas as faixas etárias!!!

A pesquisa também descobriu que pessoas com baixos rendimentos estão menos interessados ​​em relacionamentos românticos. Ou seja, negócio de grana também pega por lá, amigos. 

Para lidar com a baixa taxa de natalidade, o governo se comprometeu a fornecer suporte para todas as fases da vida de indivíduos, do casamento à gravidez e parto, até envolvendo a criação dos filhos. A ideia é fazer mais japonesinhos! E eles precisam se preocupar mesmo com isso, porque, com pouca criança nascendo e velho à beça vivendo cada vez mais, quem paga a conta da previdência? Resultado: se a política do "amor" não funcionar, os velhinhos terão que trabalhar até o último suspiro.

Esta legião de jovens indiferentes ao sexo é chamada popularmente no Japão de "soshokukei danshi" ("meninos herbívoros"). Gente que não é chegada nas carnes, compreende?! Os considerados "herbívoros" geralmente se interessam por moda, são menos competitivos em seus ambientes de trabalho, são mais apegados a suas mães e têm sempre problemas de grana. Tipo... uma apagada BOA na testosterona.

Nenhum está interessado na "perseguida", nem das japonesas e nem das estrangeiras. E também nem cogitam muito a interação homoafetiva, digamos.  De acordo com Megumi Ushikubo, autora do livro "Os refinados homens herbívoros estão mudando o Japão", o país tem uma das taxas de natalidade mais baixas do planeta: um filho por casal.

Japão está criando uma nação de solteirões que não querem saber... daquilo!

#sexo #relacionamento #japão #japonesesnaofazemsexo #novostempos #natalidade

Ela largou a carreira aos 28 anos para trabalhar 4h por dia e ganhar US$ 15 mil

Ela largou a carreira aos 28 anos para trabalhar 4h por dia e ganhar US$ 15 mil
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Acho que o sonho de muita gente boa é largar o trabalho para ter uma vida de menos renúncias, mais tempo para viver e, ainda por cima, ganhar o suficiente para manter a si e a família. Pois uma mocinha, moradora da cidade americana de Chicago, conseguiu realizar esse sonho tão impossível para muita gente.

Susie Romans não tinha dinheiro e, ao que consta, ela viveu como a maioria de nós: com o suficiente, mas sem ter como esbanjar. Os pais, imigrantes poloneses e operários de fábrica, nunca tiveram muita coisa para dar aos quatro filhos, mas, como todo bom papai e mamãe, fizeram questão que a moça estudasse.

Ela largou a carreira aos 28 anos para trabalhar 4h por dia e ganhar US$ 15 mil

E sabe essa mentalidade americana de colocar os filhos para trabalharem? Pois é... Susie e os irmãos trabalharam enquanto estudaram. Faziam aqueles servicinhos comuns aos jovens: limpar o jardim, passear com cachorro, consertar alguma coisa... coisas que aqui, na nossa terra amada, isso é mal visto e pai nenhum permite que o filho se meta a fazer isso. E se não fosse isso, Susie talvez seguisse a vida como qualquer jovem da sua idade: depois de se formar na universidade, iria seguir a carreira em um emprego de trainee, trabalhar muito, ganhar conhecimento, ser promovida e, com muita sorte, não ser demitida e manter o padrão de vida que seus pais deram para ela e os irmãos.

Isso até começou a se desenhar dessa maneira, mas não foi isso que acabou acontecendo. Depois de diplomada, ela continuou a seguir a carreira tradicional, tendo um emprego de vendedor de serviços de telecomunicações para pequenas empresas.

Mas...

Ela contou ao Business Insider que que o emprego de US$ 50 mil por ano não estava tão bacana. Ela queria uma estabilidade, poder estar em casa algum tempo mais para formar uma família, criar os filhos que queria ter e essas coisas que mulheres pensam quando estão chegando aos 30 anos e o prazo de validade dos óvulos começa a dar uns toques na gente.

A parte da família ela resolveu logo. Casou-se, teve uma menina em 2012 e começou um blog para falar sobre maternidade, assuntos femininos, experiências, relacionamento, etc. Foi quando o segundo filho, um menino, nasceu é que ela resolveu dar voz ao feeling que ela tinha e arriscar a carreira por uma vida de empresária.

O blog recebia, na época, mais de 45 mil visitantes ao dia. Era um tráfego louco e ela não tinha ideia do que fazer com isso. Uma coisa, no entanto, ela teve certeza: havia ali um modelo de negócio gritando para ela se aproveitar.

A galera surtou quando ela decidiu deixar tudo! Amigos e colegas de trabalho pensaram que ela estava delirando de deixar um emprego estável, que permitia um home office de vez em quando, flexível, com uns bônus bacanas de vez em quando... Ela queria mais, fazer o quê?

Exatamente essa era a questão. Fazer o quê?

Começou a se questionar e descobrir que queria inspirar pessoas, ajudar os outros. E a área de marketing não é exatamente responsável por fazer isso de forma tão positiva, né?! Faz pelo consumo simples. 

Foi em 2014 que ela resolveu se desligar da empresa e começar qualquer coisinha por conta própria. O suficiente para pagar as contas no fim do mês, com US$ 3 mil.

Ela comprou um domínio, o SusieRomans.com, e passou a da consultoria online. Bem baratinho mesmo! Sem precisar de escritório ou agência para isso. Fazia pacotes de consultoria e produtos por uns 500 contos, incluindo branding, estratégia de negócios e vendas. E saiu divulgando isso na internet e com os comerciantes locais. Apresentou-se para comitês locais como especialista, bateu de porta em porta, vendeu a própria marca, até que passou a dar palestras para a comunidade em bibliotecas e na câmara de comércio de Chicago.

Em 90 dias, ela fez US $ 10 mil mês. E sim, ela estava fazendo isso com dois bebês em casa. Dois anos depois, ela consegue hoje um montante mensal de US$ 15 mil.

Ela cobra US$ 1,4 mil, para uma sessão de coaching exclusivo e presencial, e US$ 5,5 mil por quatro meses. Quando ela percebeu que alguns clientes potenciais não podiam pagar as sessões, ela começou a oferecer em larga escala e-cursos por US$ 975, e outros menores, sobre como passar o medo do fracasso (US$ 100), como aumentar o tráfego do site e visibilidade ($ 500), entrou outros assim. Ela agora assume apenas quatro a cinco clientes individuais por mês e trabalha 20 horas por semana, no máximo.

Ela pode! E o conselho que ela deixa pra gente é esse: domine a habilidade que você resolveu escolher para a vida. É preciso ser bom em alguma coisa. Mais ainda: é preciso dar as caras e dizer a que veio nesse mundão de meu Deus!

Quem tem boca não vai só a Roma, mas viaja o mundo inteiro, já dizia meu bom e velho pai-pai.

#negócios #carreira #gente #vidaprofissional #inspiracoes #dicasprofissionais

Hikayeyi okudun
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tarafından yazıldı
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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.