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O que seria uma vida sexual normal?

De acordo com os cientistas, é impossível responder a essa pergunta. Ainda que muita gente tente responder se es†á carnalizando os desejos de forma sadia, não existe uma receita de bolo para categorizar se a vida sexual de alguém é normal ou não. Mas podemos ter uma pista!

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O que seria uma vida sexual normal?

De acordo com uma boa pesquisa sobre sexo realizada nos Estados Unidos com mais de 50 mil entrevistados com mais de 18 anos, a maior parte das pessoas (40%) faz sexo de uma a três vezes por semana. Estamos falando de pessoas casadas, solteiras e situações complicadas. De forma geral, a minoria é ativa durante a semana. A maioria (os outros 60%) se enquadra na frequência de uma ou duas vezes no mês (28%) ou em frequência alguma no ano (18%). Zero, nada, bola. Na mão mesmo.

É que a frequência vai caindo com a idade. Eu disse CAINDO e não sepultando de vez.

Uma pesquisa feita com cidadãos idosos (com 70 anos, em média), e publicada em dezembro por estudiosos das Universidades de Chicago e de Toronto, indica que pelo menos 50% deles fazem sexo mais de duas vezes por mês. Outros 11% disseram ter relações regularmente toda semana. 

Segundo uma pesquisa online realizada no Canadá e nos Estados Unidos, publicada no Canadian Journal of Human Sexuality, apesar de mulheres homossexuais relatarem fazer sexo menos frequentemente que homens gays ou casais heterossexuais, pode-se tratar aqui de um caso de “menos é mais”.

Elas relatam que as relações duram de 30 a 45 minutos, enquanto casais heterossexuais ou de homens homossexuais reportam que o sexo dura de 15 a 30 minutos.

#relacionamentos #sexo #ciência #pesquisa

Ficar irritado em relacionamentos é necessário e saudável

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Quem nunca, em momento de suprema irritação com o outro, disse para si mesmo que era preferível estar só do que em um relacionamento ridículo com alguém feio, bobo e com cara de mamão? Quem? Vamos à verdade: o parceiro sempre nos irrita em algum ponto. Pois a coach de relacionamentos Kira Asatryan afirma que isso é muito saudável. E ela tem total aval da ciência para dizer isso. Ela conduziu nove pesquisas relacionando a solidão com percepção social, saúde frágil, obesidade, inflamação, pressão sanguínea, demência, cognição social e genética. Ela colocou todos os resultados no livrinho "Stop being lonely" ("Pare de ser solitário", na tradução livre), disponível na Amazon por US$ 12.

O que ela concluiu? Que conflitos leves são muito saudáveis para qualquer relacionamento, seja amoroso, familiar ou com os amigos.

#1 Comportamento irritante é sinal de estar confortável com o outro

Quando você começar a namorar alguém, é comum estar no seu melhor comportamento. A gente até finge que gosta de certas só para agradar o outro, né?! E você irá perceber que está num relacionamento de verdade quando abdica dessa versão perfeitinha demais de você mesmo para ficar mais à vontade. E aí que vem a primeira prova de fogo de todo e qualquer relacionamento: as primeiras irritações.

Expressar suas autênticas esquisitices é um sinal de um nível saudável de conforto em um relacionamento. Quando você começar a bater de frente, isso significa que você já não sente a necessidade de dizer sempre a coisa certa, o que é uma coisa boa para a longevidade do relacionamento. Uma hora será você, outra será o outro. E a vida nos ensina a ceder de vez em quando.

#2 Mas também é um sinal de que você não está muito legal com algum aspecto

Kira Asatryan diz que a sentença de morte real de um relacionamento não é o conflito... é a retirada emocional. Genial, né?! Quando você chegou ao ponto no qual não dá mais para reunir todos seus sentimentos sobre o seu parceiro - nem mesmo irritação ou frustração - é sinal de que você emocionalmente já pulou fora. A indiferença é a morte para qualquer coisa neste mundo: humanos, animais, plantas e relacionamentos.

Se você estiver sentindo um pouco irritado com o parceiro, isso significa que você ainda tem sentimentos pelo outro. Aborrecimentos em um relacionamento nem sempre é uma coisa ruim, porque pode ser um sinal de que ainda há algo entre vocês. Superem juntos e continuem a caminhar.

#3 Aborrecimentos oferecem oportunidades de crescimento

Ficar irritado em relacionamentos é necessário e saudável

É aquele velho papo budista de crescimento pessoal, eu sei. Mas é verdade! Claro que às vezes o comportamento irritante é apenas... irritante! E não há nenhum propósito maior para se buscar nisso. Tipo: a criatura sempre se atrasa para os compromissos ou vive se esquecendo do que você fala ou mesmo fica com os dedinhos atracados no maldito celular! #pelamor, gente.. isso é irritante! Não que eu não faça nada disso (faço, sim), mas são coisas que ninguém gosta. E você se aborrece simplesmente porque são chatas!

Mas o que Kira diz é que, em determinadas vezes, alguns atritos podem ser nada mais do que as diferenças de cada um se esfregando uma na outra. E, para um relacionamento durar, é preciso deixar que se esfreguem o suficiente para que fiquem polidinhas e deixem de gerar atritos. Para esse "deixar rolar", é preciso reavaliar as diferenças e tolerar o que não puder ser modificado. É claro que, se o outro for um cavalo agressivo e isso te fizer mal, não vai dar para conviver com essa "diferença", mas se for um determinado comportamento menos ruim, então tentem encontrar um jeito de conviverem com isso. Vocês irão crescer muito. Acreditem! :o)

#relacionamentos #comportamento #romance #amizade #família #kiraasatryan

Hikayeyi okudun
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tarafından yazıldı
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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.