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A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

Como formar o nacionalismo de uma nação costurada com diversos povos diferentes, etnias sem nada em comum e culturas com valores totalmente disparatados? É uma construção, mas se no caso a nação for uma ditadura e todos se reúnem forçadamente, é necessário acelerar um pouco o passo. As artes, a educação e a arquitetura são linha e agulha para manter essa colcha de retalhos junta.

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Esse foi o caso da União Soviética. Os primeiros anos de Stalin foram marcados pela construção da identidade do novo bloco (e a dele própria também).

A sociedade czarista ruiu e, com ela, a arquitetura neoclássica desse período. O comunismo trouxe consigo uma expansão das fronteiras para a experimentação artística, com caráter modernista (praticamente definida por Oscar Niemeyer), construtivista e inaugurando o que se passou a chamar de estética Sputnik. Isso ficou expresso nos prédios públicos.

Foi nesse contexto que surgiu o Construtivismo Russo e alguns dos mais icônicos edifícios da União Soviética. 

Espia só os edifícios que desafiam a lógica da estética e legou ao Oriente um bom bocado dos mais imponentes símbolos do comunismo.

Cinema Rússia em Yerevan (Armênia)

A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

Instituto Politécnico de Minsk

A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio
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A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

Hotel Tarelka ("Plate") em Dombai, Russia 

A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

Antigo Minstério das Estradas, em Moscou (Rússia)

A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

Circo público em Chisinau (Moldávia)

A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

Resort na Ucrânia

A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio
A imponente arquitetura soviética que desafia o óbvio

#arquitetura #fotografia #russices

Fotos raras de uma China do século XIX que o Ocidente não viu

Tapa Da Pantera
há um ano16 visualizações

Fotografias raras de uma China que o Ocidente não conheceu emergem do passado, sobre as impressões do escocês John Thomson, que visitou o país do extremo oriente há 150 anos. A coletânea possui 200 imagens que mostram a vida de pessoas comuns, de diversas classes sociais, em diversas cidades e estradas, nos 6,5 mil quilômetros que Thomson percorreu na viagem.

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Fotos raras de uma China do século XIX que o Ocidente não viu

Na foto, da esquerda para direita: Um vendedor de comida, um escrivão, um barbeiro com um cliente e um artesão trabalhando madeira em Kiu-Kiang.

Todos esses registros, estimados em 35 mil libras (R$ 135 mil), serão leiloados em Pequim, na filial da Sotheby's, um dos mais respeitados negociantes de jóias e arte do mundo, com sede em Nova York. O álbum é parte de uma enorme coleção de manuscritos e fotografias, acumulados pelo advogado belga Bernard Hanotiau ao longo dos últimos 25 anos.

O interesse de Thomson na China não foi meramente expedicionário. Filho de um comerciante de tabaco, o fotógrafo ficou fascinado pela cultura asiática depois de se mudar para Cingapura para montar uma relojoaria com o irmão, William. Como resultado da empreitada, ele jogou tudo para o alto e resolveu se embrenhar no misterioso país, assustando os chineses do interior que não conheciam câmeras fotográficas, flash e todos aqueles produtos químicos estranhos. Na época, para um fotógrafo registrar paisagens e gente nas ruas, ele tinha que praticamente transportar todo o laboratório com ele. Já imaginou a trabalheira que era? Tinha que ter muita força de vontade para realizar o projeto que o tornou célebre décadas mais tarde no Reino Unido.

Fotos raras de uma China do século XIX que o Ocidente não viu

Na foto: arsenal em Nanquim.

O resultado desse maravilhoso projeto foi uma coleção extremamente diversificada de imagens de trabalhadores do campo, de gente ricamente vestida com tecidos nobilíssimos, soldados da manchúria, posando com armas e retratos de alguns dos mais poderosos membros do governo do país. Foi uma década registrando a vida chinesa.

As imagens fizeram parte de um dos primeiros guias de viagem da sociedade moderna: China Traveller's Guide (Guia do Viajante na China).

Fotos raras de uma China do século XIX que o Ocidente não viu

Na foto: mulheres separam chá em Cantão.

Fotos raras de uma China do século XIX que o Ocidente não viu

Na foto: a vista para a Universidade Nacional de Pequim (foto à esquerda) e o desfiladeiro Wu shan no poderoso rio Yangtse (foto à direita)

Fotos raras de uma China do século XIX que o Ocidente não viu

Na foto: atores do teatro chinês (foto à esquerda) e um soldado da Manchúria mostrando a arma (foto à direita).

Thomson, que foi um dos pioneiros da fotografia, aprendeu e desenvolveu a arte como um aprendiz de um fabricante de equipamentos ópticos em Edimburgo. A paixão pelas viagens veio com a amizade do naturalista e explorador francês Henri Mouhot, que escreveu sobre cidades antigas na selva cambojana redescobertas por ele próprio.

No total, Thomson passou uma década explorando o Extremo Oriente, produzindo álbuns de fotos sobre Malásia e Sumatra.

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Na foto: trabalhador chinês carregando argila para fazer tijolos (foto à esquerda) e duas mulheres da Manchúria em um casamento (foto à direita).

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Na foto: esculturas no caminho para as tumbas da Dinastia Ming.

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Na foto: meninas barqueiras e Cantão (foto à esquerda) e uma mãe que pertencia ao povo Pepohoan, na antiga região de Formosa, agora conhecida como Taiwan (foto à direita).

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Na foto: homem sendo legalmente punido com a fome por meio da "canga" ou colar de madeira. Era um castigo popular para os criminosos (na foto à esquerda). E um retrato de uma mulher classe trabalhadora (foto à direita).

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Na foto: Mulher música de rua (foto à esquerda) e as pessoas Pepohoan de Formosa (foto à direita).

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Na foto: Crianças Pepohoan, hoje a moderna Taiwan (foto à esquerda) e um condenado sendo punido (foto à direita) com fome e vergonha.

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escrita por
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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.