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Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

Pilar Magnavita
há 2 anos2 visualizações

Lembro de assistir a Star Trek com entusiasmo nas minhas tardes modorrentas após a escola. E lembro de sentir nos meus ossos o verdadeiro efeito da frase na abertura do programa "audaciosamente ir aonde nenhum homem jamais esteve". Ninguém sabe que a fala foi tirada quase integralmente de um folheto da Casa Branca, produzido após o lançamento da sonda Sputnik 1, em 1957. Mas o fato é que aquilo me despertava para essa vontade indizível de conhecer lugares exóticos, desconhecidos, esquecidos.

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Há verdadeiros paraísos na Terra onde o homem (graças a Deus!) ainda não despertou interesse. Você conhece algum deles? Fizemos aqui uma lista com os 10 destinos menos procurados do mundo e que vai fazer você economizar os últimos caraminguás para visitar todos eles.

#1 Tuvalu

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

É o país menos visitado do mundo! E também aquele punhadinho de meia dúzia de gente que desfila nas aberturas dos Jogos Olímpicos super orgulhosas de si mesmo. Apenas cerca de mil pessoas fazem turismo nesse país remoto ao norte de Fiji. São nove ilhas que somam apenas 26 quilômetros quadrados de superfície. Gente, isso é menos do que alguns latifúndios brasileiros! A capital é a minúscula Funafuti.

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

As principais fontes de renda do governo são licenças de pesca e o domínio de internet “.tv”, super concorrido por sites de pirataria que rodam o mundo atrás de domínios. E isso rende a Tuvalu cerca de US$ 2,2 milhões por ano. Foi com esse dinheiro que, em 2002, conseguiram pavimentar as ruas da capital Funafuti e instalar iluminação pública. Awwnnn!

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Mas a gente entende porque o destino paradisíaco dos maoris é tão menosprezado. É praticamente impossível chegar lá. A Fiji Airways até tem um voo que parte de Suva, em Fiji, mas é preciso reservar com muita antecedência. E, pra que ninguém seja pego de surpresa, é bom saber: não há voos domésticos entre as nove ilhas. Vai precisar andar de barquinho mesmo!

#2 Ilhas Marshall

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

Na imagem, um avião da Segunda Guerra Mundial virou lar de peixes após Japão e EUA abandonarem os veículos na ilha, que hospeda um cemitério de sucatas de guerra no fundo do mar, com mais de 150 aviões.

Cerca de cinco mil pessoas visitam anualmente as Ilhas Marshall, que ficam no Oceano Pacífico, pouco acima do Equador, e são formadas por dois atóis e mais de mil ilhas minúsculas. Assim como Tuvalu, ficam quase no meio do caminho entre o Havaí e a Austrália.

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Se você pensa em programar uma viagem, faça isso rápido. Com uma altitude média de 7 metros acima do nível do mar, as Ilhas Marshall estão entre as que mais chance têm de desaparecer por causa do aquecimento global.

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E fique ligado: em 2011, o governo decidiu transformar uma área de quase 2 milhões de quilômetros quadrados em santuário de tubarões.

#3 Kiribati

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Outro arquipélago no Pacífico, composto por 33 ilhas, atóis e uma ilha de coral. São apenas 800 quilômetros quadrados de superfície, mas Kiribati ocupa 3,5 milhões de quilômetros quadrados no oceano.

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

Kiribati é também o único país do mundo que está presente nos quatro hemisférios do planeta: Norte, Sul, Leste e Oeste. E, por ficar ao ponto mais a leste da linha internacional de data, é sempre o primeiro país a festejar o Ano Novo.

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

Para chegar a Kiribati e se juntar aos seis mil turistas que visitam a cada ano, há voos partindo de Nadi, em Fiji; a Nauru Airlines tem voos que saem da Austrália via Ilhas Salomão e Nauru; e a Coral Sun Airways oferece alguns voos internacionais para as Ilhas Gilbert e Phoenix.

#4 São Tomé e Príncipe

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, quando foram descobertas pelos navegadores João de Santarém e Pedro Escobar. Os portugueses povoaram as ilhas durante o século XVI, aproveitando sua localização, a oeste e perto da costa da África, para traficar escravos.

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Somando as duas ilhas principais e várias ilhotas, São Tomé e Príncipe ocupa 1.001 quilômetros quadrados, sendo o segundo menor país do continente africano.

Para chegar até lá, há voos da TAP e da STP Airways saindo de Lisboa. Também há voos partindo de Angola, Cabo Verde, Gabão e Camarões.

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Um dos melhores romances portugueses que li nos últimos tempos foi Equador, de Miguel Sousa Tavares, e se passa nesse pequeno país. Ainda me emociono só de lembrar da história.

#5 Comores

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Com 1.862 quilômetros de superfície distribuídos em quatro ilhas principais e muitas outras pequenas, as Comores ficam no Oceano Índico, a leste da costa africana e a oeste de Madagascar.

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Com 15 mil turistas anuais, as Comores têm uma grande mistura étnica, com africanos nativos, imigrantes malaios e descendentes de comerciantes árabes. A religião predominante é o islamismo, e os idiomas oficiais são o comoriano, o francês e o árabe.

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O pequeno número de visitantes se deve parcialmente a um histórico de golpes de estado desde sua independência, em 1975. Só agora as Comores vêm encontrando um pouco de estabilidade para desenvolver sua infraestrutura turística. Voos para lá partem de Quênia, Tanzânia, Madagascar, Dubai, França e Iêmen.

#6 Ilhas Salomão

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Compostas por seis ilhas principais e mais de 900 ilhas pequenas no Oceano Pacífico, a nordeste da Austrália, as Salomão recebem cerca de 24 mil turistas a cada ano.

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O país tem uma história turbulenta que inclui desde combates entre Estados Unidos e Japão na Segunda Guerra Mundial até casos de violência étnica que se esticaram até o início da década de 2000. Hoje, o local é muito mais calmo e aberto ao turismo.

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A principal rota aérea até as Ilhas Salomão é via Austrália. Também há voos partindo de Vanuatu, Fiji e Papua Nova Guiné. Quando chegar lá, procure a Solomon Airlines para voos domésticos.

#7 Micronésia

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Cerca de 35 mil pessoas visitam anualmente os Estados Federados Micronésia, no Oceano Pacífico, e comprovam que o país não é um lugar fictício criado pelo roteirista de Zoolander.

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Mas o país não é só fonte de piadas para os Estados Unidos. Em 1986, a Micronésia firmou um acordo que permitia aos EUA instalar e manter bases militares nas ilhas. O acordo foi renovado por 20 anos em 2003, por um valor de US$ 3,5 bilhões!

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Para chegar até lá, há voos da Air Marshall Islands saindo de Fiji, Havaí, Kiribati e Tuvalu. A Continental Micronesia, que também faz voos domésticos, tem saídas de Havaí, Japão e Filipinas.

#8 Serra Leoa

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Serra Leoa nunca esteve entre os países mais ricos. Fome, corrupção e pobreza fazem parte da história desse país de forma tão central, que nem nós, brasileiros, não fazemos ideia do que seria isso. Em 2004, para piorar, uma epidemia de ebola complicou ainda mais a vida da população local.

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No entanto, o país cresceu nos últimos anos, com o governo tomando medidas contra o tráfico de diamantes e fazendo esforço para atrair investimentos estrangeiros. Por fim, hoje o país está longe da lista de países mais inseguros para visitar. Destinos mais populares como México, Índia, Tailândia e Camboja têm índices de furtos e de violência mais altos.

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

Chegar a Serra Leoa não é nada complicado: há voos saindo de Londres, Paris e Bruxelas, além de países como Quênia, Marrocos, Gana, Nigéria e outros.

#9 Tonga

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Essa monarquia polinésia - a última no mundo - é um arquipélago de 170 ilhas no sul do Pacífico e um país muito religioso (o cristianismo predomina) e bastante influenciado pelas tradições polinésias.

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

Não é permitido, por exemplo, trabalhar aos domingos. Logo, se seu programa dominical é pegar um barco e passear pelas ilhas, é preciso avisar com antecedência à polícia local e informar que ninguém estará trabalhando.

Os 10 lugares (incríveis!) menos visitados do mundo

A população local também é bastante amigável, o que faz de Tonga um lugar ainda mais agradável. Para voar até lá, é possível pegar um voo da Air New Zealand em Auckland ou Samoa; a Pacific Blue tem saídas em Sydney e Auckland; e a Fiji Airways liga Tonga a Fiji.

#10 Guiné

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Localizada no noroeste da África, a Guiné é um dos países mais ricos do continente em recursos naturais, ainda que sua população tenha níveis altos de probreza.

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Em 2014, com a epidemia de ebola, o turismo despencou no país. A Guiné foi declarada livre do vírus em dezembro do ano passado, mas o número de visitantes ainda não voltou ao normal.

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As principais rotas aéreas até Guiné incluem voos saindo de Paris e Bruxelas.

#viagem #lugaresremotos #paraísos #geografia #planeta

As 9 maravilhas do turismo que foram apagadas do mapa

Pilar Magnavita
há 2 anos6 visualizações

Quando os beligerantes do Estado Islâmico (EL) anunciaram que iriam destruir em 2013 a cidade de Nimrud, no Iraque, tive palpitações. Era uma das joias da antiguidade, importante página da História da Humanidade e do vasto império da Assíria, berço das primeiras leis já encontradas (o Código de Hamurabi).

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As 9 maravilhas do turismo que foram apagadas do mapa

O ataque, que aconteceu no ano passado, provocou consternação e alarme, com alguns arqueólogos e especialistas em patrimônio histórico comparando o fato à demolição dos Budas Gigantes de Bamiyan pelos talibãs, em 2001. Pouca coisa restou das duas. Com tristeza, vemos a história do homem ser apagada com desdém por cegos e surdos pelo poder de provocar o caos. Mas há também diversos monumentos e atrações turísticas que foram completamente varridas da face da Terra pela ação do Homem e por tragédias naturais.

Listamos aqui sete delas, que se erguiam no mundo moderno e que maravilharam os olhos de visitantes deslumbrados com tamanha imponência e riqueza. Algumas podemos ter visto. Outras, só encontramos em fotos do início do século XX.

#1 Nimrud (Iraque)

As 9 maravilhas do turismo que foram apagadas do mapa

É uma pena vermos uma importante parte da história sendo destruída dessa forma. Mas qual a verdadeira importância dessas ruínas e qual seria o real motivo para a destruição delas pelo Estado Islâmico? A justificativa do ISIS, que controla áreas da Síria e do Iraque, é que essas relíquias anteriores à chegada do Islamismo são alvo de idolatria. Sim.. muito mais do que a ira de Edir Macedo contra as estátuas de santos. As ruínas e os achados arqueológicos de Nimrud mudaram alguns conceitos sobre a ideia que os antigos tinham sobre a evolução do homem. A região foi lar das civilizações mais antigas que temos registros: os Akkadianos e Sumérios. Eles deixaram a escrita e as primeiras ideias de que a religião não era nada senão a adoração do homem como criação de deuses vindos do espaço. É sério! Isso há cinco mil anos antes de Cristo. A civilização suméria tinha desenvolvido a escrita, a literatura, arquitetura avançada, leis, hospitais, templos, um sistema de administração, escolas, matemática avançada e também astronomia avançada desde seu início, mesmo que ele não tenha sido precedido por nenhuma outra civilização. Isso em poucos séculos.

Como exemplos, para ilustrar o grande avanço dos Sumérios, na ciência médica, eles conheciam o método de remoção de partes nubladas do cristalino ocular no caso da cataratas. Em astronomia, eles entendiam perfeitamente a rotação da terra em torno do sol, tinham fórmulas numéricas para prever eclipses solares e as órbitas da lua e dos planetas, assim como sabiam calcular a precessão do eixo da Terra. Na jurisprudência, eles tinham leis que protegiam os trabalhadores, os desempregados e os fracos, e usaram um sistema de júri como o atual. Na metalurgia, tiveram a tecnologia para fazer não só ouro e cobre, mas também ligas, tais como bronze.

Por essa fase dos homens na história antiga iraquiana, em que o homem se voltou para o homem sem a concepção de Deus Alá, é que os radicais do Estado Islâmico destruíram a cidade de Nimrud.

#2 Budas de Bamiyan (Afeganistão)

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Os Budas de Bamiyan, estátuas que resistiram a quase dois milênios de intemperança humana, foram destruídos com dinamite e tanques de guerra em 2001, pelos talibãs. Os Budas eram ídolos. Eram representações de outra religião e, portanto, inimigos do Corão. Faziam parte do antigo Reino da Báctria e estavam na Rota da Seda, além de serem as maiores estátuas de Buda existentes no Planeta.

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#3 Sete Quedas (Brasil)

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O Salto das Sete Quedas, a maior cachoeira do mundo em volume de água, morreu em 1982. O motivo foi a criação da Usina de Itaipu, que causou o alagamento da área. Ficava na cidade de Guaíra, no Paraná. Houve protesto, na época, mas nenhum teve sucesso com os militares. “Adeus a Sete Quedas” foi a homenagem do poeta Carlos Drummond de Andrade.

#4 Grande Mesquita de Alepo (Síria)

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A Grande Mesquita de Alepo era descrita pela Unesco como um dos prédios religiosos mais bonitos do mundo islâmico. O Minarete era justamente a parte mais antiga da Mesquita – a torre tinha sido construída no ano 1090. Infelizmente, foi completamente destruído em 2013 pelos conflitos étnico-religiosos. A cidade, aliás, foi completamente trazida abaixo. Nada do que um dia foi Alepo, joia do mundo e o maior centro de conhecimento de todo planeta na Idade Média junto com Damasco, sobrou de pé depois da guerra civil que já dizimou quase um terço da população.

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#5 Castelo Krak des Chevaliers (Síria)

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Classificado com patrimônio da humanidade juntamente com o castelo de Saladino (Qal’at Salah El-Din), também na Síria, o Krak des Chevaliers está entre os melhores exemplos de fortalezas medievais do mundo. Ambos foram bastiões vitais nas cruzadas. Foi construído no local de uma fortificação já existente da Ordem de São João de Jerusalém, os cavaleiros Hospitaleiros, que a mantiveram desde 1.142, tornando-o na maior fortaleza dos cruzados na Terra Santa. O famoso soldado britânico T.E. Lawrence, conhecido com Lawrence da Arábia, considerava-o “talvez o mais bem preservado e mais admirável castelo no mundo”, este que foi uma peça chave na rota dos cruzados para a Terra Santa.

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#6 Crystal Palace de Londres (Reino Unido)

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Foi uma enorme construção em ferro fundido e vidro erguida no Hyde Park, em Londres, Inglaterra, para albergar a Grande Exposição de 1851, tal qual a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo de Barcelona que também foram concebidos para o mesmo fim. Foram acolhidos mais de 14 mil expositores vindos de todo o mundo nos 92 mil metros quadrados de espaço de exibição, onde foram mostrados exemplos das últimas tecnologias desenvolvidas na Revolução Industrial. Infelizmente, essa beleza de arquitetura que inspirou o Palácio de Cristal de Petrópolis e o Jardim Botânico de Curitiba foi totalmente consumida por um incêndio em  1936, quando já estava em decadência.

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#7 Biblioteca Nacional de Bagdá (Iraque)

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Criada pelos britânicos em 1920 na capital iraquiana de Bagdá, a Biblioteca era um dos maiores centros de conhecimento do mundo árabe, seguindo a tradição islâmica da Casa do Saber, no século 9 D.C.. Em abril de 2003, a biblioteca foi incendiada, durante a Guerra do Iraque. Estima-se que 60% dos 417 mil livros e 2,618 periódicos da Biblioteca tenham sido destruídos, incluindo na conta algumas das cópias mais antigas do Alcorão e livros que guardavam parte importante da História da humanidade, com registros do Império Otomano, do qual o atual Iraque fez parte. Hoje, com novas ameaças do EL, todas as obras arqueológicas e livros do acervo cultural iraquiano de outros centros históricos estão sendo digitalizados.

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#8 Ópera Real de Valeta (Malta)

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Construída no século XIX, era uma joia em Valeta, capital da pequena ilha mediterrânea que teve a história consolidada como um importante centro comercial na Idade Média. O prédio foi ao chão em 1942, após bombardeios da Luftwaffe, força aérea alemã durante a Segunda Guerra Mundial.

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#9 Estação de Pensilvânia (Estados Unidos)

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Foi a primeira e real Penn Station de Nova York. Linda! Construída em 1920 para ser a principal estação da cidade.

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Foi demolida nos anos 60 para a construção do estádio Madison Square Garden. Parte dela ainda funciona no local, mas sem o charme de antigamente. Hoje, a mais bela estação de Manhattan é a Grand Central Station, realmente mais central.

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#pontosturísticos #turismo #história #turismodopassado #viagem

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.