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Os 5 motivos do sucesso de máquinas de venda no Japão

Sabe aquelas máquinas de refrigerante e biscoito que a gente encontra em metrô, aeroporto e alguns escritórios aqui no Brasil? Pois é, o Japão leva esse negócio a outro nível. Lá, eles têm máquina de venda com todo tipo de produto: comida, bebida quente, bebida fria, sopa, cigarro, chá e até saquê e cerveja.

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Essas máquinas estão por toda parte no Japão. Até na rua, na calçada, tanto em área residencial quanto nas partes comerciais da cidade. E só existe essa quantidade toda de máquina (o país tem um delas para cada 23 habitantes) porque a população usa. Compra mesmo. Anualmente, as máquinas de venda japonesa rendem US$ 60 bilhões. E se você está imaginando por que esse sucesso todo, a gente explica em cinco parágrafos.

1. Espaço imobiliário caro

Os 5 motivos do sucesso de máquinas de venda no Japão

O Japão está longe de ser o maior país do mundo em tamanho, mas hoje há 127 milhões de habitantes lá. Para piorar 93% dessa população mora em regiões urbanas. Com isso, o metro quadrado custa uma insanidade em algumas cidades. Isso significa também que empresas japonesas não têm muito espaço para armazenar seus produtos. A melhor saída é lotar máquinas de venda espalhadas pela cidade.

2. Baixa criminalidade

Os 5 motivos do sucesso de máquinas de venda no Japão

Se não há criminosos nas ruas, não há máquinas furtadas ou vandalizadas. Por isso, empresas podem instalar suas máquinas até em calçadas onde não há a mínima vigilância. Maaaaaas, só pra prevenir, as máquinas japonesas têm câmeras internas e ligação direta com as delegacias. Se algo estranho acontecer, a polícia aparece rapidinho.

3. Custo da mão de obra

Os 5 motivos do sucesso de máquinas de venda no Japão

Com a taxa de natalidade caindo, uma população cada vez mais velha e pouca imigração, o Japão tem uma mão de obra cara. Logo, em vez de contratar dezenas de vendedores, o grande comerciante prefere adquirir máquinas que só exigem uma visita periódica do operador para reabastecer os produtos e recolher o dinheiro.

4. Dinheiro vivo

Os 5 motivos do sucesso de máquinas de venda no Japão

É questão cultural: apesar de toda modernidade, japoneses gostam mesmo é de carregar dinheiro vivo. Nada de cartões de crédito ou débito. Várias lojas nem aceitam os cartões. Por isso, a população sempre anda com dinheiro vivo - o que facilita na hora de escolher a máquina como opção de compra.

5. Amor por tudo que é automático

Os 5 motivos do sucesso de máquinas de venda no Japão

Japoneses adoram robôs, e o mesmo vale para máquinas de venda. Logo, vida longa para todas elas. 

Chinês decide fazer viagem épica de bicicleta, mas pedala na direção errada

Um belo dia, um jovem chinês tomou uma decisão: iria viajar um mês de bicicleta rumo ao norte do país para comemorar o Ano Novo Lunar junto com sua família. Seu roteiro era de Rizhao até Qiqihar, e ele pedalaria por 1.700 quilômetros porque não tinha dinheiro para comprar uma passagem.

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Chinês decide fazer viagem épica de bicicleta, mas pedala na direção errada

E o rapaz, então, pedalou rumo a seu destino. Pedalou, pedalou e pedalou. Até o dia que chegou em Wuhu e foi parado pela polícia porque estava pedalando numa via expressa, o que é proibido na China. Aí precisou se explicar, né? Contou a história, a polícia estranhou. Papo vai, papo vem, finalmente se entenderam e perceberam o equívoco épico: o cidadão pedalou 500 quilômetros na direção sul, em vez de ir para o norte. 

Aqui, a história fica triste mesmo (antes de ficar feliz). Além de não ter dinheiro para pagar uma passagem até Qiqihar, o rapaz não sabia ler placas de trânsito nem mapas. E como ele foi parar em Wuhu? Seguindo instruções erradas de pessoas que ele abordou desde que saiu de casa.

A notícia boa é que os policiais e os funcionários de um pedágio se sensibilizaram com o rapaz e deram dinheiro para ele pegar um trem até o destino. No fim das contas, saiu no lucro, né? Pedalou “só” 500 quilômetros e ganhou uma passagem de graça. 

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.