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Quando as fronteiras entre países quase não existem

Pilar Magnavita
há 2 anos3 visualizações
Quando as fronteiras entre países quase não existem
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França e Alemanha. Aquelas duas vizinhas com hábitos extremamente diferentes que não se bicam. Do tipo que levam a rixa para um quebra-pau na reunião de condomínio, precisando da colaboração dos vizinho de porta para dar uma acalmada nos ânimos. Traduzindo em termos geográficos, estes podem ser representados pela Benelux, um bloquinho econômico formado por Bélgica, Holanda e Luxemburgo, com maior atuação na política da vizinhança do que necessariamente no comércio entre países. E, com base nessa difícil relação entre franceses e alemães, criou-se a União Europeia.

Quando as fronteiras entre países quase não existem

Você certamente me pergunta o motivo dessa pequena aulinha de geografia. Eu explico: por causa desse grupinho de países, que criaram em 1985 o Acordo de Schengen, é que as fronteiras da Europa se tornaram quase invisíveis. Isso porque o tratado permitiu a livre circulação de pessoas nesses países, sem necessidade de passaportes e outros documentos, como uma viagem doméstica. É como ir de um bairro a outro.

O Acordo de Schengen, depois substituído pelo de Lisboa, da Comunidade Europeia, em 2007, que instaurou uma espécie de "espaço de liberdade, segurança e justiça", que vai além da cooperação policial e judiciária. Também recebe políticas comuns entre os países, no tocante aos vistos, asilo e imigração, mediante substituição do método intergovernamental pelo método comunitário. Se por um lado isso complicou o controle dos imigrantes e de refugiados (dando aquela dor de cabeça aos europeus), por outro mudou completamente a paisagem.

O fotógrafo italiano Valerio Vincenzo, residente da Holanda, mostrou como essas fronteiras europeias são quase inexistentes, com a série de imagens "Borderline, as fronteiras da paz". A ideia dele é lembrar aos europeus de que a comunidade europeia pode ser uma comunidade mundial. Eu, particularmente acredito em karma. E, para mimi, nada mais justo para esses imigrantes receberem, enfim, tudo aquilo lhes foi tomado em séculos anteriores.

#1 Letônia e Estônia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#2 Alemanha e Polônia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#3 Lituânia e Letônia (Nem Ipanema e Leblon se dividem assim!)

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#4 Polônia e Lituânia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#5 Noruega, Finlândia e Suécia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#6 Eslováquia e Polônia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#7 Bélgica e Holanda

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#8 Portugal e Espanha

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#9 Alemanha e Polônia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#10 Holanda Alemanha e Bélgica

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#11 França e Alemanha

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#12 Suíça e Itália

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#13 Alemanha e Áustria

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#14 Bulgária e Romênia

Quando as fronteiras entre países quase não existem

#15 França e Itália

Quando as fronteiras entre países quase não existem

Em 2012, a União Europeia ganhou o prêmio Nobel da Paz por contribuir por mais de seis décadas para o avanço da harmonia e da reconciliação entre os países, a democracia e os direitos humanos na Europa. Vamos torcer que isso se espalhe para o restante do mundo!

#geografia #fronteiras #países #viagem #lugares

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

Pilar Magnavita
há 2 anos4 visualizações
Viena: o melhor lugar do mundo para se viver
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Viena. Capital da Áustria, lar de 1,8 milhões de pessoas e eleita a cidade com maior qualidade de vida no mundo, de acordo com a pesquisa 18th Mercer Quality of Lifedo instituto de pesquisa Mercer. O estudo, realizado anualmente, pesquisou 39 aspectos como condições econômicas, sociais, saúde, educação, habitação e meio ambiente de 230 cidades no mundo e é usado por grandes empresas para avaliar onde devem localizar e quanto eles devem pagar pessoal.

Viena continua o seu reinado na primeira posição para a qualidade de vida, seguida (no mapa abaixo) de Zurique (Suíça), Auckland (Nova Zelândia) e Munique (Alemanha) . A quinta melhor cidade, Vancouver (Canadá), tem os níveis de qualidade de vida mais alto na América do Norte. E você achando que era Nova York, hein?!

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

A lista das piores cidades do mundo para se viver, no ranking da Mercer, é encabeçada por Bagdá (Iraque). Mais até do que Damascos (Síria), que é o 7º pior lugar para morar. Bangul (República Central Africana), Sana'a (Iêmen), Porto Príncipe (Haiti), Khartoum (Sudão) e N'Djamena (Chad) separam a capital síria da cidade iraquiana.

Se bateu aquela vontade de morar em Viena, mas isso ainda não deu pra ti, então, ao menos, prepare-se para uma viagem bacana! A passagem aérea pode até pesar no orçamento, mas com um pouquinho de planejamento, dá para ir e curtir muito essa cidade tão linda, que só o passeio de tomar café na cidade é considerado um patrimônio cultural da humanidade pela Unesco! É verdade, gente!

Para muitos visitantes, as atrações de Viena são a história fascinante, que está visível só de caminhar pelo centro da cidade, passando pela catedral Stephansdom e o palácio Hofburg, e ao longo da avenida Ringstrasse. Como a maioria dos museus, igrejas e lojas estão dentro dessa área, vale a pena descobrir esses locais a pé com um par de pausas entre em um dos inúmeros cafés de rua.

Passear ao longo da avenida Ringstrasse, a partir Staatsoper (Ópera de Viena) para Rathaus (Prefeitura), é uma das melhores maneiras de entender o status de Viena antes da queda do império austro-húngaro em 1918. Ele reflete a posição de Viena, na época, como um dos maiores e mais importantes capitais do mundo. A capital do império era o centro cultural e científico do mundo, na segunda metade do século XIX. Há poucos traços medievais que restaram.

Na Ringstrasse, que circunda toda a parte central (Belo Horizonte até que tentou fazer isso, mas não deu muito certo), é possível conhecer a Ópera de Viena, o museu de artes Kunsthistorisches, o Parlamento, o teatro Burgtheater, a Prefeitura Rathaus, a Universidade de Viena (localizado em frente das poucas seções da muralha original da cidade).

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

A Ópera de Viena é lindíssima e vale ir a uma apresentação porque só os melhores do mundo se apresentam lá.

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

Vale a pena se hospedar nessa região mais central. Hotéis como o Ibis Wien City e o Schani Wien costumam ter bons preços de diárias e um bom serviço.  E é claro, por um preço bom também há o Hilton Vienna Danube Waterfall, às margens do Danúbio.

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

O rio, aliás, é um dos charmes da cidade. Há a possibilidade de fazer um passeio pelas águas vienenses, a bordo de um dos inúmeros barcos de passeio sobre o Danúbio. As atrações são lindas! Especialmente para os amantes da estética e arquitetura.

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

Lugar incrível, não?!

Viena: o melhor lugar do mundo para se viver

#viagem #viena #europa #qualidadedevida

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pilarmag
Escritora, psicóloga de parentes e amigos, experimentada na cozinha e na Comunicação, já pipocou na chapa quente de grandes jornais e empresas, mãe de cachorro, esposa prendada e tirana, mulher sensível e chorona, teóloga meia boca, fã de Neil Degrasse Tyson. Namastê! Prazer em te conhecer.