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A busca da excelência é um processo que tem que ser diário no seu trabalho

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2016 está vindo com força, e com ele uma certeza: a busca da excelência é um processo que tem que ser diário no seu trabalho.

Você vai ler esta frase e pensar: "mas eu faço isso todos os dias". Aí eu vou rebater a pergunta: você tem CERTEZA que faz?

Vivemos em um mundo em que até mesmo as empresas mais hegemônicas em suas áreas de atuação não podem sossegar e achar que ninguém irá superá-las.

Pegue o Facebook como exemplo. Existe algum concorrente que em curto prazo conseguirá superá-lo? Não. E, mesmo sabendo disso, o Facebook busca inovar sempre. Repare que constantemente você recebe aviso de mudanças, desde as mais simples até as mais sofisticadas, nesta rede social.

O Facebook também busca comprar as "ameaças" do mercado - já fez isto com o Instagram, o WhatsApp, de forma bem sucedida, e teve uma tentativa fracassada de compra do Snapchat. Para que? Assim existe a certeza de que não será uma rede social superada.

"Tá, e o que isso tem a ver com a minha vida?". Tudo. Sempre existe algo em que podemos melhorar.

- Se você bateu a meta e conseguiu um número recorde em sua empresa, comemore hoje, amanhã trabalhe para superar este número.

- Se você fez um curso e se considera fluente em inglês, busque a fluência no espanhol.

- Se você fez uma pós-graduação que o ajudou no mercado, busque outro tipo de curso (conhecimento nunca atrapalha, sempre ajuda).

O desafio que deixo para você em 2016 é esse: saia da acomodação e busque aperfeiçoamento. Sempre.

Não é pelo seu lugar de trabalho. É pela sua carreira. É pela sua vida.

Precisamos de mais profissionais que "pensem fora da caixa"

Tenho pensado muito sobre a qualidade da mão de obra no Brasil recentemente. No lugar onde trabalho, lido muito com pessoas que estão na faculdade, o que me faz refletir sempre sobre esse tema. E a conclusão que chego é: precisamos de mais profissionais que "pensem fora da caixa".

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O que quero dizer com isso?

Temos um número cada vez maior de pós-graduados, formados, praticantes de cursos especializantes, mas...temos pessoas PREPARADAS para o mercado? Respondendo de forma genérica: não.

Vejo muitos casos de profissionais que se esforçam e saem entendendo tudo do que lhes foi ensinado no curso/faculdade/MBA. Mas se no mercado eles se deparam com uma situação que não foi citada nas aulas, eles "entram em parafuso".

Precisamos de mais profissionais "safos". Precisamos de mais pessoas no mercado de trabalho que tenham "jogo de cintura" para arranjar uma solução quando se deparam com desafios que não tem a ver diretamente com que aprenderam na faculdade.

Aliás, "jogo de cintura" é algo que se aprende na escola da vida. Por que a nova geração perdeu essa característica?

Em momentos de crise é que surgem as oportunidades das pessoas se destacarem. E quem vai se destacar? Aquele profissional que vai trazer algo de diferente.

Fazemos parte de um mercado que é nivelado por baixo. A cultura da mediocridade impera no Brasil. O que acontece aqui? Se o outro faz melhor do que eu, o que eu faço? Ao invés de me esforçar e fazer melhor do que ele, eu tento boicotá-lo. Uber/Taxi, Operadoras/Netflix, Empresas de telefonia/Whatsapp...são inúmeros os exemplos que corroboram esta tese.

Por isso, se pudesse dar um conselho, diria sem pestanejar: tente fazer algo diferente, sem medo de errar. Ou você acha que os executivos brilhantes do mercado de trabalho nunca erraram na vida?

Precisamos de mais profissionais que "pensem fora da caixa"
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