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Responda depressa: você é transfóbico?

Ricardo Rangel
há 7 meses85 visualizações

De tempos em tempos, entra na moda uma nova palavrinha politicamente correta. A palavrinha da hora é “transfóbico”. “Transfóbico”, ou “cissexista”, é quem tem preconceito contra transexuais. Lutar contra a discriminação contra os transexuais é uma causa nobre, e, até aí, tudo bem. 

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O problema é o que o politicamente correto faz com os belos símbolos e as causas nobres. Já tem um monte de gente dizendo que não há nada errado (por enquanto, ao menos) que você tenha preferência sexual por um gênero sexual — desde que não discrimine casos particulares desse gênero.

Ou seja, você pode se relacionar somente com mulheres, por exemplo, mas algumas mulheres têm pênis, então, se você só se relacionar com mulheres que tenham vaginas, você tem preconceito contra transexuais. Você é transfóbico. Veja explicação em detalhe aqui: https://goo.gl/MexFSu

Estava achando meio chato isso de te chamarem de racista, estuprador, machista, misógino e homofóbico? Fique sabendo que agora vão te chamar também de transfóbico.

Em tempo. Como a biologia só reconhece dois sexos, “gênero”, no politicamente correto, não é uma categoria gramatical, mas a identidade sexual de alguém. Segundo o Tinder, existem 37 gêneros sexuais, e o Facebook é ainda mais amplo, permite que cada um crie seu próprio gênero sexual (você pode ver alguns dos gêneros sexuais conhecidos na foto anexa).

Responda depressa: você é transfóbico?

A dúvida é que mata

Ricardo Rangel
há 7 meses69 visualizações

Delcídio do Amaral disse que Dilma sabia de tudo.

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João Santana disse que Dilma sabia de tudo.

Marcelo Odebrecht disse que Dilma sabia de tudo.

Dilma diz que não sabia de nada (veja sua reação à pergunta na foto em anexo).

Os dilmistas continuam professando inquebrantável fé na honestidade de Dilma. Lembram-me daquela anedota do Manuel, um brasileiro (mudei a nacionalidade por correção política) que desconfia que a mulher o trai e contrata um detetive para segui-la.

Depois de uma semana, o detetive apresenta seu relatório. “Um homem não identificado veio buscar sua mulher em casa. Ela entrou no carro, cumprimentaram-se com um ardente beijo nos lábios e foram para um restaurante. Passaram o jantar inteiro de mãos dadas e olhos nos olhos, depois foram a um motel; uma vez dentro do quarto, beijaram-se sôfrega e apaixonadamente, um tirou a roupa do outro e deitaram-se, nus, na cama.”

“E aí? e aí?”, perguntou Manuel, aflito.

“Aí não vi mais nada, porque ela apagou a luz.”

“Ai!”, exclamou Manuel, exasperado. “Essa dúvida! Essa dúvida é que me mata!

A dúvida é que mata
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