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Star Wars 3,5: Rogue One

Ricardo Rangel
há 10 meses13 visualizações

ATENÇÃO: STAR WARS SPOILER

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Ainda não foi desta vez que Star Wars produziu um filme realmente bom: “Rogue One” é fraco que dói. Depois de uma hora e meia sem acontecer nada, dá uma animada quando os X-wings começam a girar, mas depois segue mais ou menos até o fim.

Não tem ritmo, não tem arco dramático, não tem personagem que interesse — com exceção dos poucos segundos em que aparece R2D2, um dos quatro personagens interessantes da série inteira (os outros são Han Solo, Yoda e Rey), infelizmente acompanhado do insuportável C3PO. Personagens demais, como de costume, por sinal.

Há inúmeros momentos constrangedores, mas o ápice é provavelmente quando um Corvette empurra um destroyer até que ele colida com outro, e ambos caiam, destruindo o escudo. Ridículo.

Não tenho palavras para descrever os rebeldes irem lutar na praia vestidos de soldados da segunda guerra, enquanto que os stormtroopers usam armadura cor de areia. Aliás, pergunta que há 40 anos não cala, para que servem as armaduras dos stormtroopers?

A melhor coisa do filme é o sósia de Peter Cushing, virtualmente idêntico, enquanto Leia é bastante passável. Eu poderia apostar que a voz de Lord Vader não é de James Earl Jones... mas os créditos dizem que é.

O episódio 7 continua sendo o melhor até agora.

Star Wars VII: O Despertar da Força

Ricardo Rangel
há 10 meses18 visualizações

ATENÇÃO: STAR WARS SPOILER

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Sem sombra de dúvida, “Star Wars VII: O Despertar da Força”, é o melhor Star Wars até agora (não que isso seja um grande elogio, dado o track record).

Tirando as tranças de Leia, que saíram dos lados da cabeça e foram para trás, é virtualmente idêntico ao primeiro, digo, quarto episódio — personagem por personagem, locação por locação, situação por situação.

Apesar de chupado do Episódio IV, o roteiro é melhor, e eu ia dizer que um roteirista como Lawrence Kasdan (“Caçadores da Arca Perdida”, “Corpos Ardentes”) faz diferença, mas ele também escreveu “O Império Contra-Ataca”, de modo que é melhor deixar isso para lá.

Como não poderia deixar de ser, continua um queijo suíço no que se refere a consistência. Então o Darth Vader/2 pressente a chegada de seu pai, Han Solo, ao planeta mas não pressente que a prima fugiu da sala ao lado? E, na luta de sabre de laser, toma um calor do negão leigo e um couro da prima novata? Aliás, a filha de Luke demorou apenas meia hora para aprender o que ao pai tomou três filmes inteiros, incluindo um treinamento com Yoda?! Haja suspension of disbelief.

Que encanto é Daisy Ridley, vale a trilogia inteira. Dá pena da Carrie Fisher jovem, coitada, apesar de eu a ter achado uma belezinha quando, aos 13 anos, a vi no Cine Veneza.

Mas... e esses Skywalkers, hein? Ô familiazinha pra abandonar filho, sô!!

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