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Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

Star Wars: Rogue One

Como todo mundo sabe, George Lucas concebeu “Star Wars” como uma série de nove episódios. Começou, para contrariar, contando os episódios 4, 5 e 6, depois contou os episódios 1, 2 3.

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O último filme foi o episódio 7, de modo que seria de se esperar que esse que estreia amanhã fosse o 8, o que traria duas grandes vantagens, rever aquele sonho que é Daisy Ridley (no papel de Rey) e a perspectiva de, em breve, vir o episódio 9 e podermos, finalmente, nos livrar dessa maldição que nos persegue há 40 anos.

Qual. Se George Lucas ainda fosse dono dos direitos, até poderia ser, mas agora a franquia é da Disney. Esse filme de amanhã, “Rogue One”, insere-se entre o episódio 3 e o 4 — “rogue” significa trapaceiro, por sinal.

Como com certeza virão “Rogue Two” e “Rogue Three”, temos pela frente mais uns 10 anos de “Star Wars”. Se eles enfiarem uma trilogia entre cada uma das trilogias originais, o que é provável, a série vai nos assombrar até o túmulo. Raios.

Quando estreia o novo 007?

Em tempo. Não é que eu ache SW uma porcaria. É meio como profiteroles: não dá pra levar muito a sério e quase nunca entrega o que promete.

Out of Africa

Fui almoçar — esses almoços de dezembro, que começam à uma da tarde e terminam às oito da noite — com três amigos economistas. Ou melhor, dois economistas e um engenheiro (eu, administrador de empresas, sou o primo pobre em mais de um sentido).

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Todos do mercado financeiro, ou éramos todos do mercado financeiro quando ficamos amigos, quase vinte anos atrás. Hoje, só o engenheiro continua financista, e ele e eu passamos bons quinze minutos relembrando a diferença entre funções injetoras e sobrejetoras, um papo estapafúrdio, que, aparentemente, não despertou nenhum interesse nos dois economistas.

Falando sobre dinheiro, um dos economistas, o sangue azul da turma, formado na London School of Economics, lembrou da abertura de “Cabaret”, de Bob Fosse, em que Joel Grey e Liza Minnelli cantam “Money”: “money, money, money, money, money, money, money... it makes the world go around!”

Cheguei em casa determinado a rever “Cabaret”, mas, como de hábito, o Netflix me decepcionou (está cada vez mais difícil fazer o Netflix funcionar como se estivesse nos EUA). Mas, entre as coisas relacionadas, o Netflix me ofereceu “Out of Africa”, de Sydney Pollack, com Meryl Streep e Robert Redford.

“Out of Africa” é uma maravilha, bom demais e longo demais para ver assim sem compromisso, mas decidi assistir a alguns minutos. Uma paisagem africana com um sol da tamanho da tela, um homem com um rifle, umas zebras e Meryl Steep dizendo em off, como na abertura do romance de Isak Dinensen que nunca li, “Once I had a farm in Africa.”

Aquele sol que só existe na África — mentira, os sóis que vimos em Bonito, Goiás, foram mais impressionantes do que os sóis (nem por isso menos espetaculares) que vimos em África — e me lembrei não só da África, mas também de uma exposição de fotos de Peter Beard, querido amigo de Karen Blixen, em Milão. E tudo — Bonito, África, Milão — que vi com minha querida Isabella, que tanto ama Liza Minnelli e que me ensinou, tantos anos atrás, quem eram Peter Beard e Karen Blixen e Isak Dinensen.

Fui ver “Cabaret” no PopcornTime. “Out of Africa” é importante demais, ficou para amanhã.

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