A cidade não para
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Os dois ‘Brasis’ ainda existem: as cidades mais e menos desenvolvidas do país

O Brasil hoje é menos desigual do que já foi na geração dos nossos pais? Com certeza. Quantas vezes você já ouviu falar nos dois ‘Brasis’ nas aulas de história e geografia? Porém, apesar de muitos avanços nos últimos anos, os números mostram que ainda há uma diferença de desenvolvimento notável entre os blocos Norte/Nordeste e o Sudeste, principalmente o estado de São Paulo.

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Extrema-MG, a mais desenvolvida

O Estadão publicou um ranking feito pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) de desenvolvimento das cidades brasileiras, destacando as 10 com maior e menor indicadores. Baseado em saúde, educação e emprego e renda, o índice da Firjan (de 0 a 1) difere do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), da ONU, que foca em expectativa de vida, educação e PIB per capita. Os dados foram coletados em 2013.

Confira o ranking:

Das 10 cidades com pior índice de desenvolvimento, seis são da Região Norte: três do Pará (Portal, Porto de Moz e Jacareacanga), duas do Amazonas (Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro) e uma do Acre (a com o pior índice, Santa Rosa do Purus). As outras quatro são nordestinas: Pedro do Rosário, Marajá do Sena e Primeira Cruz, no Maranhão, e Gongogi, na Bahia.

Já o estado de São Paulo concentra oito das 10 mais desenvolvidas: de cidades vizinhas à capital, como São Caetano do Sul, a outras mais próximas de Minas Gerais, como São José do Rio Preto. Indaiatuba, Vinhedo, Votuporanga, Paraguaçu Paulista, Jundiaí e Santos também estão no top 10. O Sul aparece na sexta posição, com a cidade catarinense de Concórdia. O primeiro lugar, no entanto, é do município mineiro de Extrema, de 33 mil habitantes... que fica na divisa com São Paulo.

Isso não deve ser um motivo de orgulho para os paulistas. Muito do crescimento do Estado foi e é construído por mãos de brasileiros de outras regiões. E por mais que nem todas as cidades paulistas sejam uma maravilha de morar, é bem provável que um município com o mesmo número de habitantes no Maranhão tenha uma qualidade de vida muito pior.

Adoramos reclamar de como nossa vida é sofrida e fazemos planos de um dia morar no exterior. Acordemos. Há um ‘exterior’ dentro do próprio Brasil.

20 memórias aleatórias do vestibular

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Minha mesa na véspera de Natal.

1. A primeira vez que eu prestei Fuvest, em novembro de 2006, e percebi que eu nunca tinha tido aula de metade do que caiu na prova. 

2. Eu super feliz por ter passado na Cásper Líbero, mesmo já tendo optado por um ano de cursinho com bolsa.

3. A primeira aula no cursinho sobre Lei de Mendel. O professor chamou de assunto básico. Eu me perguntei porque estava vendo um assunto básico pela primeira vez na vida só no cursinho.

4. Um dia que eu estava assistindo ao Pan do Rio nas duas semanas de ‘férias’ e lembrei que já tinha passado metade do ano e minha média de acertos nos simulados de matemática era 3 de 10. Larguei o Pan.

5. Ao invés de pegar o metrô na Sé, voltar com a minha amiga para a República e tentar entrar em um trem vazio lá. Passar a viagem toda na linha vermelha conversando. Eu ia sentir falta disso na faculdade.

6. Minha surpresa com a facilidade da prova do Enem naquele ano. Sempre usava todo o tempo das provas e daquela vez eu terminei bem antes da hora mínima. No dia seguinte, vi que vários haviam gabaritado. Eles tinham que mudar o formato e aumentar a dificuldade nos anos seguintes. Fizeram isso.

7. O dia do casamento da minha irmã, um dos poucos dias de março a janeiro que eu não resolvi uma questão.

8. O dia que eu percebi que tinha perdido uns seis quilos.

9. A aula em que um professor afirmou que não gostava de mulheres que falavam palavrão e que as meninas estavam perdendo sua feminilidade. Tive vontade de falar um palavrão para ele.

10. Crise de choro no primeiro dia da revisão. Obviamente causado por uma aula de geometria espacial.

11. Crise de choro no último simulado antes da primeira fase. Acertei 61/90 e o corte de Jornalismo era estimado em 65.

12. Quando o fiscal não quis me dar carteira de canhoto na primeira fase, porque eram aquelas carteiras grandes. Foi bem legal não ter encosto para o cotovelo por cinco horas.

13. Quando o mesmo fiscal não deixou a gente usar relógio e nos obrigou a ficar perguntando a hora para ele 50 vezes.

14. 67, com o bônus, 71. Deu. Mas uma porrada de gente prestando Jornalismo acertou bem mais. Tinha que ir melhor na segunda fase.

15. O dia que o Corinthians foi rebaixado. Perdi o início do jogo para fazer um simulado de história.

16. As aulas meio esvaziadas após a primeira fase. Quem tinha acertado mais de 75 deu uma relaxada. Bom sinal para mim.

17. A épica prova de Geografia da segunda fase. Todo mundo na porta da UNIP-Tatuapé com cara de choque se perguntando QUAL ERA AQUELE PAÍS DO MAPA (Bahrein).

18. Quando eu fiz a rematrícula no cursinho para garantir a bolsa caso eu não passasse.

19. “Mãe, eu consegui a turma da manhã!”. A turma que ia me fazer acordar às 5h.

20. Quando eu ouvi minha mãe no telefone dizendo a alguém: ‘Ela foi na raça mesmo’.

Hikayeyi okudun
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