A sétima arte
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
A sétima arte
1BB34097-F786-44E7-9A1A-E8A05C0914DB
Burger
A sétima arte
ic-spinner
Hikayeni paylaş
Sevdiğin hikayeleri ve yazarları bul ve takip et. İlham al, sen de kendi hikayelerini yaz. Hikayelerine arkadaşlarını davet et. Paylaş ve tüm dünyaya sesini duyur.

Imagine se os grandes clássicos do cinema tivessem protagonistas LGBT

Vai lá: pense em protagonistas LGBT de filmes de sucesso que não sejam apenas o “amigo engraçado” e realmente tenham uma história com conteúdo dramático. Apenas três surgem na minha mente, dois deles do ano passado: “Carol” e “A Garota Dinamarquesa”, além de “Brokeback Mountain” (2005).

Sevdiğin konularda arkadaşlarınla işbirliği yap
Bu konuda yazmak ister misin? ▸

O Buzzfeed da Austrália fez uma experiência interessante: trocou os protagonistas de longas icônicos por gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. Assista:

A ideia partiu de um estudo da Universidade da Califórnia, que analisou produções cinematográficas e televisivas de 2014 e 2015 e descobriu que apenas 2% dos 11.194 personagens analisados eram LGBT.

Estes personagens são geralmente encontrados em comédias, como alvo de piadas homofóbicas ou esterotipadas. Raramente são retratados em relacionamentos saudáveis ou como uma família. Felizmente, uma das exceções está na TV aberta norte-americana: o casal Cam e Mitch de “Modern Family”, que tem uma filha.

Confira alguns dados da Universidade da Califórnia:

De 114 filmes grandes de 2014:

17,5% tinham personagens LGBT

65% destes personagens eram homens

30% eram bissexuais

10% eram lésbicas

Nenhum era transgênero

O que chama mais a atenção nestes números é como as lésbicas são subrepresentadas. Acredito que isso vem em grande parte da cultura que ainda vê duas mulheres juntas como um fetiche masculino, ao invés de encarar a situação como um relacionamento emocional e complexo.

Invistam em filmes com protagonistas LGBT, estúdios de cinema! Além de promover mais representatividade, vocês podem ajudar a acabar com muitos preconceitos. 

#LGBT #cinema #gay #lesbians #transgender #bissexuals

Não viu todos os filmes do Oscar? Então leia os livros que os inspiraram!

Não viu todos os filmes do Oscar? Então leia os livros que os inspiraram!
Sevdiğin konularda arkadaşlarınla işbirliği yap
Bu konuda yazmak ister misin? ▸

É tão mais fácil ver filmes, não? Mas deixe a preguiça de lado: livros são mais completos e viciantes. Se você viu pelo menos alguns dos filmes que concorreram ao Oscar, que tal dar uma checada nas obras que os inspiraram? Tem romances para te fazer chorar no ônibus e até um livro-reportagem.

Veja só:

“Quarto”, de Emma Donoghue, que inspirou “O Quarto de Jack”

O livro da autora irlandesa-canadense virou um best-seller assim que atingiu as lojas em 2010. Não é uma história real, mas é baseado nos sequestros de jovens que ficaram anos em cativeiro e tiveram filhos enquanto presas. Assim como o filme, foca mais na relação mãe-filho do que nos horrores do crime. Não tem Brie Larson ou o fofo do Jacob Tremblay, mas é tão emocionante quanto.

“O Regresso”, de Michael Punke

É difícil imaginar esta história de vingança sem a premiada fotografia de Emmanuel Lubezki, a cara de sofrimento de Leonardo DiCaprio ou um urso pulando na sua direção, mas você pode embarcar na jornada de sobrevivência de Hugh Glass pelas profundezas na natureza nesta obra de 2002, que foi relançada em 2015 para a estreia do filme. 

“A Jogada do Século”, de Michael Lewis, que inspirou o filme “A Grande Aposta”

O roteiro vencedor do Oscar de Adam McKay e Charles Randolph se esforçou bastante para deixar o estouro da bolha imobiliária (e o consequente colapso da economia norte-americana) algo acessível para o público geral. Se você quer se aprofundar no assunto, confira este livro-reportagem de 2010.

“Brooklin”, de Colm Tóibín

Em tempos de tanta discussão sobre imigração, o romance de 2009 do irlandês Colm Tóibín conta a saga da jovem Eilis Lacey em busca do sonho americano. Será difícil tirar a imagem da brilhante Saiorse Ronan da cabeça, mas vale a tentativa!

“Carol”, de Patricia Highsmith

Obra mais antiga entre as citadas aqui, de 1952, “Carol” foi publicada originalmente com o nome “The Price of Salt”. Isso só ressalta a coragem da autora Patricia Highsmith por trazer ao mundo a história de um amor proibido entre duas mulheres, Carol Aird e Therese Belivet.

“Perdido em Marte”, de Andy Weir

O épico divertido de Ridley Scott foi baseado na obra de ficção científica de Andy Weir, que publicou o livro em 2011. Os direitos foram comprados pela editora Crown, que fez o relançamento em 2014. Você pode imaginar todos os visuais de Marte enquanto Mark Watney encontra uma maneira de sair do planeta.

“Trumbo”, de Bruce Cook

O jornalismo venceu o Oscar com “Spotlight”, mas a área também foi representada por “Trumbo”, estrelando Bryan Cranston. O livro é baseado na história real do jornalista Dalton Trumbo, uma das principais vítimas do macartismo. Radical e irônico, o repórter era membro do Partido Comunista, foi preso, mas se recusou a entregar informações.

“A Garota Dinamaquesa”, de David Ebershoff

O livro norte-americano de 2000 conta de forma romantizada a história real de Lili Elbe, uma das primeiras transgêneros que passaram pela cirurgia de mudança de órgãos sexuais. Não acredite que tudo ali é real: o autor até mudou a nacionalidade e o nome da esposa de Elbe para deixar a história mais americana. Mas se o mundo trans ainda é um mistério para você, este livro pode ser uma boa maneira de saber mais.

Aqui tem boa parte destes livros, caso você queria encomendá-los:

#livros #cinema #adaptações #oscar

Hikayeyi okudun
Story cover
tarafından yazıldı
Writer avatar