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Oscar 2017: os melhores momentos contra Trump da cerimônia

Porque arte também é política

Oscar 2017: os melhores momentos contra Trump da cerimônia
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A cerimônia do Oscar aconteceu neste domingo (de Carnaval rs) nos Estados Unidos e, além do bafão do melhor filme com toda aquela confusão La La Land -> Moonlight, chamou atenção a quantidade de manifestações contra o presidente dos EUA e suas polêmicas medidas. 

Confira alguns dos protestos mais fortes - e alguns dos mais engraçados.

1. O discurso de abertura

Oscar 2017: os melhores momentos contra Trump da cerimônia

Já na abertura da cerimônia deu para perceber o tom que o evento ia seguir. Jimmy Kimmel disse que o Oscar estava sendo televisionado para "225 países... que agora nos odeiam". Até aí, ok, sutil. Mas logo em seguida ele já emendou: "Quero agradecer o presidente Trump. Não, sério, quero agradecê-lo. Vocês lembram ano passado quando o Oscar era considerado racista?"

Ele também não deixou barato a fama do presidente de tuiteiro: "Alguns de vocês vão subir no palco hoje a noite e dar um discurso sobre o qual o presidente dos Estados Unidos vai tuitar em caps lock". No discurso inicial, ele ainda aproveitou para pedir palmas para a atriz Meryl Streep - uma das motivações para tweets grosseiros do presidente dos Estados Unidos, que a chamou de "superestimada" depois de ela ter feito um discurso falando sobre tolerância.

2. O mais poderoso protesto de todos: o boicote de um vencedor

Ao anunciarem os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro, um dos concorrentes não estava presente no evento. E foi ele que venceu. O iraniano Asghar Farhadi, roteirista e diretor do filme The Salesman, boicotou o evento em solidariedade aos seus conterrâneos e a pessoas de seis outros países que foram afetadas pelo chamado "Muslim Ban". Seu discurso, porém, foi lido:

"Eu sinto muito por não estar com vocês hoje à noite, minha ausência é por respeito pelas pessoas do meu país e de outras seis nações que foram desrespeitados pela desumana lei que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos. Dividir o mundo entre 'nós' e 'nossos inimigos' cria medo. Uma justificativa enganadora para agressão e guerra, essas guerras previnem a democracia e os direitos humanos em países que também foram vítimas de agressão. Cineastas podem apontar suas câmeras para capturar qualidades compartilhadas por todos os seres humanos e quebrar estereótipos de várias nacionalidades e religiões. Eles criam empatia entre nós e outros, uma empatia que precisamos hoje mais do que nunca".

3. Gael Garcia Bernal falando pelos mexicanos 

Oscar 2017: os melhores momentos contra Trump da cerimônia

Como apresentador do prêmio para melhor animação, o ator fez uma declaração: "Atores de carne e osso são trabalhadores imigrantes, nós viajamos por todo o mundo, criamos famílias, construímos histórias, criamos uma vida que não pode ser dividida. Como um mexicano, como um latino-americano, como um trabalhador imigrante e como um ser humano, eu sou contra qualquer forma de muro que queira nos separar". 

4. "Nós estamos com você"

Oscar 2017: os melhores momentos contra Trump da cerimônia

Em um momento emocionante, o diretor de Moonlight, Barry Jenkins, fez o seguinte discurso ao aceitar seu Oscar por melhor roteiro adaptado: "Todos vocês por aí que sentem que não há um espelho para você, que sua vida não tem reflexo, a Academia está com você; a ACLU (União Americana de Direitos Civis) está com você, nós estamos com você, e pelos próximos quatro anos nós não vamos te deixar sozinho, nós não vamos te esquecer".

5. Mais zoeira

Oscar 2017: os melhores momentos contra Trump da cerimônia

Ainda deu tempo do Jimmy Kimmel tirar mais sarro do presidente. "Já estamos há mais de duas horas no show e o Donald Trump não tuitou sobre nós nenhuma vez. Estou começando a ficar preocupado com ele", disse. Em seguida, o apresentador ligou seu celular ao telão do Oscar e mandou dois excelentes tweets ao líder dos Estados Unidos: "Hey, @realDonaldTrump cê tá acordado?" e "@realDonaldTrump #Merydizoi". 

Pois é...definitivamente as estrelas de Hollywood não são fãs do novo presidente...

#Oscar2017

Antes de "Bela", Emma Watson recusou papel de Cinderela e isso faz todo sentido

Imagina a ex-(ou eterna) Hermione como a loiríssima e ingênua Cinderela?

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É um dos filmes mais esperados para 2017 por dois motivos: é a versão "vida real" de um dos maiores clássicos da Disney e, claro, é estrelado por Emma Watson. "A Bela e a Fera" estreia em março e cada foto e trailer deixam as pessoas mais animadas (eu inclusive). 

Em uma entrevista para uma revista americana especializada, Emma Watson contou que, antes de aceitar o papel da Bela, recusou a oportunidade de estrelar em um live action (esses filmes estilo "vida real") da história da princesa Cinderela. 

Ah, mas não são todas princesas? 

Nop, existem princesas e princesas. E, além de tudo, ainda existem modos de interpretar princesas e mudanças para tornar o papel mais atual e relevante. Exemplo óbvio: Emma se recusou a usar um espartilho no filme. 

"Eu simplesmente senti que me identificava muito mais com a personagem [Bela] do que com a Cinderela", contou a atriz. "Eu não acho que me encaixava quando era mais jovem. A Bela tinha essa qualidade meio de "não pertencer" e o fato de que ela tem essa postura desafiadora e empoderadora em relação ao que é esperado dela. De um jeito estranho, ela desafia o status quo do lugar onde ela vive, e eu acho isso realmente inspirador". 

É, não acho que dê para falar o mesmo da Cinderela. A Bela é quase uma forasteira em um vilarejo francês (aliás, Emma nasceu na França) já no filme da década de 1990. A nova versão vai trazer uma personagem que, além de viciada em livros, ainda é uma empreendedora - ou uma inventora, por assim dizer. 

Também adoro o fato de que Watson já está, por assim dizer, acostumada a interpretar meninas meio nerds, viciadas em livros e um pouco "impopulares". <3

Antes de "Bela", Emma Watson recusou papel de Cinderela e isso faz todo sentido

#animadíssima

#BelaeaFera #EmmaWatson

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