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Time de refugiados desfilará logo antes do Brasil na abertura das Olimpíadas

Sheila Vieira
há 2 anos2 visualizações

A ‘nação’ que desfilará logo antes do Brasil na cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, no dia 5 de agosto, será composta por refugiados. O Comitê Olímpico Internacional anunciou nesta quarta-feira que formará uma equipe de atletas que fugiram das guerras em seus países.

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Time de refugiados desfilará logo antes do Brasil na abertura das Olimpíadas

"Ao dar as boas-vindas ao time de refugiados no Rio, queremos mandar uma mensagem de esperança a todos os refugiados no mundo inteiro", afirmou Thomas Bach, presidente do COI, em Lausanne, na Suíça. Segundo o chefe-executivo, há 43 candidatos para esta equipe, e todos passarão por uma avaliação para formar a seleção final.

A lista final de selecionados será divulgada em junho, dois meses antes dos Jogos. "Vamos ver quais qualificações eles terão que atender. Acredito que teremos de cinco a dez atletas", explicou Bach. Os refugiados competirão normalmente, ficarão hospedados na Vila Olímpica e passarão pelo controle antidoping.

Time de refugiados desfilará logo antes do Brasil na abertura das Olimpíadas

Thomas Bach jogando futebol com refugiados em janeiro.

"Estes atletas não têm uma equipe nacional a qual pertencem, nenhuma bandeira para desfilar atrás, nenhum hino para cantar. Receberemos estes atletas com a bandeira e o hino olímpicos", completou o presidente do COI. A entidade também fornecerá equipe técnica e assistência financeira aos atletas refugiados.

Importante: o time de Atletas Olímpicos Independentes existe desde os Jogos de 1992 (Barcelona) e desfila com a bandeira olímpica, mas seus membros geralmente eram de países em dissolução ou associados a federações suspensas, e os atletas pediam para competir como independentes. Havia uma indefinição sobre a situação dos refugiados até Thomas Bach declarar na ONU, em outubro de 2015, que eles seriam aceitos.

Campanha perfeita de Bruno Soares na Austrália aumenta nossa chance de medalha

Destruidor.

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Campanha perfeita de Bruno Soares na Austrália aumenta nossa chance de medalha

Todos sabemos que a grande chance do tênis do Brasil nas Olimpíadas do Rio será na chave de duplas masculinas, com Marcelo Melo e Bruno Soares. Os dois estão entre os principais nomes da categoria nos últimos anos e têm um excelente aproveitamento juntos na Copa Davis.

Porém, enquanto Melo viveu a melhor temporada de sua carreira em 2015, com título em Roland Garros, dois Masters 1000 e liderança do ranking mundial (algo que precisa impossível enquanto os irmãos Bryan ainda estivessem em atividade), Soares teve alguns altos e muitos baixos com o austríaco Alexander Peya no último ano. O mineiro revelou a Alexandre Cossenza que o ex-parceiro estava sofrendo com um problema particular.

Soares chegou a procurar Melo para retomar a parceria fixa, mas o número 1 decidiu continuar com o croata Ivan Dodig. O destino quis que o britânico Jamie Murray procurasse o mineiro na mesma época (US Open) e os dois combinaram de começar 2016 juntos. As três primeiras campanhas da dupla foram assustadoramente boas: semifinal em Doha e títulos em Sydney e no Australian Open. Este foi o primeiro Slam dos dois em duplas masculinas (já tinham em mistas).

Bruno, ainda por cima, voltou no dia seguinte para também levantar a taça de mistas com a russa Elena Vesnina. Ele foi o primeiro brasileiro a vencer dois títulos no mesmo Slam desde Maria Esther Bueno (ela fez isso nove vezes, é inacreditável, um feito raríssimo). O melhor de tudo é que vimos novamente o Soares do auge de 2013, quando foi número 3 do ranking: sacando bem, segurando bem de fundo de quadra, jogando com convicção na rede e confiante.

Se alguém se preocupava que Bruno estava um pouco abaixo de Marcelo para 2016, não se preocupe mais. O Brasil é um dos grandes favoritos a subir ao pódio nas duplas masculinas em agosto. Claro que tudo pode acontecer nos Jogos, já que as chaves são misturadas com os jogadores de simples. Mas isso está longe de significar que os duplistas não têm chance. Afinal, os irmãos Bryan ficaram com o ouro em 2012.

Campanha perfeita de Bruno Soares na Austrália aumenta nossa chance de medalha

#tennis #brunosoares #duplas #marcelomelo #olimpiadas #rio2016

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